Alice narrando Eu acordei cedo. Cedo demais. E acordei sufocada. Com uma falta de ar tão grande que, por alguns segundos, eu achei que estava passando m*l de verdade. Demorei a entender o porquê, até perceber o peso inteiro do corpo dele sobre o meu. O Sorriso estava completamente agarrado em mim, grudado de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. O peito dele pressionava minhas costas, uma perna jogada por cima da minha, o braço pesado me prendendo contra o colchão, e eu quase de bruços, sem espaço, sem ar, como se até de madrugada ele tivesse com medo de eu fugir. Ele estava agarrado de verdade. Não era um toque solto, não era descuido no sono. Era posse. Era medo. Era vigília até dormindo. E eu estava com uma vontade absurda de fazer xixi, um desespero físico que se misturava com

