capítulo 4

1073 Words
Isabella Ryan Passamos por uma porta diferente das demais pessoas. Daniel mostra seu crachá, os seguranças abrem as portas para nós. Em um corredor escuro, com apenas algumas luzes passando por ela, dando um charme as paredes pretas, um doce som de violão começa a soar. Logo em seguida uma voz doce e calma começa, iniciando uma letra interessante. — A noite tem seu próprio sol Ela anda pelas ruas de Canadá.– Diz a doce melodia saindo da boca do vocalista. Meu coração começou a bater no ritmo que a bateria começava a soar, dando o início de uma agitação para a música. — O sol inveja sua luz Que atraí olhares de quem passar.– Sua voz expressava um tom apaixonante e sério. — Isabella, eu te apresento o grupo strong Wind.– Declara Luara com um sorriso gozador no rosto. Passamos por um tipo de cortina, o grupo aparece em cima do palco. Meus olhos param na mesma hora no cantor, me dando a impressão que conhecia aqueles cabelos loiros. Meu coração acelerou como avia acelerado nesta tarde, minhas mãos estão formigando. Saio de perto de Luara e Daniel, como se meus pés tivessem vida própria, eles caminham até a frente, passando pelas pessoas até em frente do palco. — Seu sorriso é o seu brilho Seus olhos são as estrelas lá do céu Seus cabelos são a brisa suave da noite.– A voz do vocalista soa de novo. Assim que paro, meus olhos estão perdidos em um homem que vi mais tarde. O mesmo estava ali, cantando com toda vontade, como se estivesse sentindo uma liberdade única. Seus olhos acinzentados estavam fechados, parecia que sua alma estava absorvendo a música e toda a sua energia. — Quero que seja a minha noite Ilumine os meus temores Caminhe os meus caminhos Juntos no caminho Seja o meu brilho Libertos dos nossos medos Garota, seja a minha noite Seja o meu dia.– Ele canta com vontade. Cada palavra que ele dizia fazia minha pupila dilatar. Seus olhos se abrem, a música soa sem ele cantar. O mesmo tira o microfone do suporte e começa a andar pelo palco. — Eai galera? Essa todos conhecem, canta conosco.– O mesmo grita em uma energia contagiante. Todos gritam, principalmente as garotas, todas vidradas nele ou nos músicos atrás que eu nem estou prestando atenção. — Mais linda que a própria flor Delicada como a mais bela rosa Ela é orgulhosa demais E é isso que eu amo E é isso que eu gosto Seu sorriso é o seu brilho Seus olhos são as estrelas lá do céu Seus cabelos são a brisa suave da noite.– Ele canta e todas as garotas o acompanham. Seus olhos viajando pela sua plateia, eles repentinamente batem em mim. Meu mundo inteiro parece entram em câmera lenta. — Quero que seja a minha noite Ilumine os meus temores Caminhe os meus caminhos Juntos no caminho Seja o meu brilho Libertos dos nossos medos Garota, seja a minha noite Seja o meu dia Seja a minha noite Seja o meu dia Seja minha noite Seja o meu dia.– Ele canta com seu grupo todo, intercalando seu olhar entre mim e duas fãs. Quando a música acaba as garotas começam a gritar pedindo por mais. O mesmo olha na minha direção de novo, para mim tudo estava em câmera lenta, como se não tivesse mais ninguém e o mesmo estava fazendo um show particular para mim. — Em breve iremos voltar, um beijo e até breve.– Assim que termina sua despedida, eles saem correndo do palco, indo para trás do mesmo. O encanto sumiu, tomo consciência de onde estou. Olho em volta, meu olhar procurava Luara e Daniel que sumiram na multidão de garotas loucas gritando o nome do grupo. Ando com dificuldade por elas, tentando fazer o possível para não leva uma cotovelada de alguém. Chego perto de um canto que está mais quieto, meu braço é puxado para trás, me fazendo dar um grito de susto. — Não é que você veio mesmo, esses lugares não parecem muito a sua cara.– Diz uma voz feminina. Assim que me viro para ver quem é, nem preciso me esforçar para reconhecer a gótica a minha frente. Julia estava em uma roupa que mais mostrava seu corpo do que escondia. Era mais fácil ter vindo sem roupa de uma vez. — Oi para você também Júlia.– Falo tentando ser educada. — Isabella Ryan domilos Cardoso, você tem uma ficha interessante. Órfã, morou em um orfanato por anos, saiu de lá depois de um homem de adotar com dezoito anos, passou por psicólogo, depois de um ano seu mais novo pai morreu novamente e agora você está aqui, saiu de Londres para tentar ter uma vida melhor em Canadá.– Ela diz enquanto andava de um lado para o outro com os braços cruzados. — Como conseguiu minha ficha?– Questiono séria. Ela dá um sorriso de lado, se apoia na parede próxima. — Vamos dizer que eu apenas fiz o meu dever de casa.– Fala sorridente. Engulo um seco, ela andava na minha direção enquanto eu me afastava discretamente, tentando manter distância dela. — Porque leu minha ficha?– Pergunto. — Para entender que tipo de garota é você. Para entender que tipo de pessoa você é.– Diz ela. — Eu creio que não sou uma ameaça.– Falo insegura com o olhar sério e desafiador que ela transmitia. — Quem sabe? Eu sou meio... Obsessiva com meus amigos, então, preste atenção no quanto vai se aproximar deles.– Diz tentando chegar mais perto. Bato em algo atrás de mim, me viro assustada, um garoto parecia uma mistura de coreano com americano, seus cabelos presos em um coque. O mesmo segura meu braço e olha sério na direção de Júlia. — Vai joga seu veneno para outro lugar, Júlia.– Diz ele serio. — Qual lê, o assunto nem é seu e tomo as dores de outro.– Ela fala em um tom divertido. — isso que é uma amizade. Senhorita, por favor, pode me acompanhar? Eu conheço a Luara, te ajudo a encontrar.– Diz ele. Aceno com a cabeça, querendo ficar longe daquela garota. O homem ao meu lado passa o braço pelo meu ombro como se tivesse me defendendo. — Lembre-se da nossa conversinha, isa.– Diz ela rindo.
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