Capítulo 2

1201 Words
Indo em direção ao quarto para ver se dessa vez encontro alguma menina que dormia em umas das duas camas restantes e por sorte havia uma pessoa no quarto e era a loira peituda já havia visto na entrada, ela estava chorando e não sabia se ajudava ou continuava oque estava fazendo. Decidi arrumar minhas coisas primeiro e depois fui ver o porquê estava chorando. ~ Oi! Eu sou a Emy, está tudo bem com você ? ~ Ele me trata que nem bichinho e depois me dispensa. ~ Mas ele quem ? ~ Isso! Vou te mostrar o local e aí posso falar com ele Sem e tender nada ela pegou na minha mão e foi me levando ao corredor e me monstra do a sala de TV, livraria, a sala de estar, o refeitório até que chegamos em uns pergolado que havia algumas pessoas conversando e parecia que ali era seu objeto. Arrumei minha franja e tentei arrumar a roupa para não parecer uma doente por mais que estivéssemos em uma clínica psiquiatra. ~ Esse é o Wellington, internado por gastar 6 mil em cocaína no cartão do papai, esse aqui é o Gabriel borderline e é revoltado com o mundo e essa é a Joana, está aqui por depressão severa e alto mutilação intensa (a garota estava completamente te dopada) e eu sou a Kat e tenho depressão e tentativa de suicídio ~ Oiê! Sou a Emilly, mas pode me chamar de Emy e sou bipolar tipo 02 e traços de Borderline, sofro de auto mutilação e digamos que as coisas não podem sair da minha "ordem". Enquanto falava o garoto branquelo e loiro chamado Wellington de olhos verdes não parava de olhar para mim, e eu comecei a encarar também que ele não achasse que fosse qualquer bobinha ai. ~ Aqui o assunto principal é o motivo de você ter sido enterrado o resto você vai desenrolando com o tempo, tem as enfermeiras legais e as chatas, mas isso você vai descobrindo com o tempo. Não deu nem tempo apareceu uma enfermeira baixinha que veio se rebolando com cara de cu, falar comigo, queria saber em qual cama eu tinha pegado, porque havia espaço no do meio e do canto e iria chegar mais uma paciente, comuniquei que foi a do meio e saiu ~ Essas é uma das bruxas que dá em cima do Psicólogo Maycon. Não havia lembrado o nome dele, Maycon, Maycon, não posso esquecer, amanhã terei consulta novamente com ele. Ficamos jogando conversa fora e no final a Kat foi para o quarto comigo toda feliz me dizendo que o Wellington estava super afim de mim e que ele era bonito e que era super bem de vida e eu cagando só pensando no Psicólogo, que parecia meu tudo. Aí veio oque eu entendi, a Kat queria que eu ficasse com a Wellington para ela ficar com o Gabriel e só por isso, maldita borderline manipuladora que eu estava pegando afinidade, até pensei na ideia de ficar com ele mas aí ele foi lá e me comprou todos os doces e salgados que tinha na cantina e me deu, com isso todos os monitores e enfermeiros começaram a ficar de olho na gente. "Em clínico psiquiatra, não pode contato físico entre homem e mulher" Por esse motivo eles achavam que eu e ele tínhamos alguma coisa e na verdade eu só fiquei feliz pela comida e aí até pensei em dar uma chance para ele só que o Psicólogo não saia da minha mente de uma forma, estava obcecada, sabia até os dias do plantão dele, que era um dia sim e um dia não, após cinco dias trabalhados ele tinha uma folga de três dias seguidos. A noite chegou e como todo dia havia chá com bolacha às vinte e trinta e após os remédios da noite, que na verdade ficava todo mundo ansioso pelos remédios para dormir e mais um dia se passar. Então eram três filas, a do chá que você ia pulava para o da bolacha que aí você já pulava para a do remédio, e todo santo dia era a mesma rotina noturna, já que não podíamos ir lá para a rua após as vinte horas, oque era triste porque eu fumava cigarro e depois do remédio sempre me dava uma vontade de fumar um, mas o fumodromo era lá fora e não havia como ir após as vinte horas. "Após o remédio era apenas um boa noite cinderela que todos iam dormir" O dia eu fui para o bosque e consegui, ler dois livros de bolsa para distrair a mente, geralmente o bosque está completamente vazio, mas nesse dia encontrei Wellington quando estava próximo ao fim da minha leitura, começamos a conversar e ele me falou que gostou de mim e do meu estilo, disse que queria ficar comigo mas que estávamos sendo muito viajandos e até mesmo no bosque a gente estava sendo visto nas câmeras. " Eu não sei dizer não, oque vou fazer ?" Acabei falando que iria pensar e quem sabe mas para a frente a gente podia ficar, ele é da mesma cidade que eu e temos muitas coisas em comum, ele voltou e eu voltei para fazer fumas atividades e a rotina noturna começou. "Hoje é ele" Ninguém entendia a minha felicidade do dia do plantão dele e de como me arrumava para ficar em uma clínica mas eu fazia, fui feliz e arrumada para o café, voltamos e sorridente pedi meus remédios, aferi a pressão e finalmente e me chamou para a consulta. Na consulta ele estava me guiando em uma meditação. ~ Vamos fingir que você está no meio do oceano e que não a nada a sua volta, só boiando - fala ele calmamente.- qual sentimento você tem ~ Que meu último momento de afeto foi quando te abracei, na última consulta. Falei isso um pouco com. verdade e um pouco para provocalo, um silêncio ecoou na sala e logo ele continuou no qual e não já não estava prestando atenção em mais nada, mas ele levou sério de mais e sempre tinha o problema da sua ética, mas ao fim da consulta em instante no que eu levantei ele me abraçou forte e me segurou por alguns instantes. Eu não esperava e meu coração comeu a acelerar, senti o dele acelerado também, para me abraçar ele fazia meio que uma curva por sua altura na qual parecia envolver meu corpo inteiro no abraço, nunca me senti tão segura. Respirando novamente ele deu um passo para trás. ~ Quero que entenda que sou seu psicólogo e pode se abrir comigo, estamos juntos nessa e vamos melhorar juntos. Aquilo que ele falou acabou com tudo, parecia que estava havendo uma química, mas o "sou seu psicólogo" foi para acabar completamente com tudo, corri para o quarto no qual novamente Kat estava triste, mas desfez a farda de triste e me perguntou o que aconteceu, não escondi nem uma palavra e contei tudo a ela, mas ela não me deu o apoio que queria, disse que esse realmente é o trabalho dele e que eu não podia confundir as coisas.
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