Prologo
Tudo estava escuro. Haviam colocado um saco com cheiro horrível em minha cabeça. Tentei mexer minhas mãos Mais estavam amarradas. tentei gritar mais minha boca estava amordaçada, o veículo em que eu estava, passava constantemente por buracos fazendo minha cabeça bater nas laterais do porta malas de forma abrupta.
Dê repente tudo parou, ouvi vozes e o som e portas abrindo e batendo, senti meu corpo ser puxado, tentei lutar mais estava toda amarrada. me arrastaram por alguns minutos e do nada meu corpo no chão, soltei um gemido de dor ao bater o ombro com tudo no chão
- Já gostei do gemido, essa vai ser boa de se comer
- Nem vem, eu vou na frente, viu essa b***a, meu p*u esta implorando por ela
- vamos ao mesmo tempo então, não vai ser a primeira vez não é? - o homem riu junto ao seu amigo
As vozes falavam sem parar, o medo começava a me dominar a cada segundo até que ouvi uma voz conhecida? A de meu namorado, será que também haviam pegado ele? Ai meu Deus, eu não estava mais aguentando? Já nem sentia mais minhas mãos, oque seria se mim
Do nada um par de mão me levantou e puxou o saco da minha cabeça, estávamos em um lugar escuro em sombria, as paredes eram negras e as luzes vermelhas fazendo os três homens a minha frente parecerem mais assustador, tentei me mexer mais o homem atrás de mim apertou mais as amarras e parei pela dor.
Olhei os homens a minha frente, todos bem vestidos, o primeiro era alto, um segurança presumi por ser forte, o segundo, do meio, era meio alto também, parecia ser mais velho e tinha objetos de Ouro agora o terceiro, o terceiro me partiu o coração, sua beleza era enganadora e seu sorriso agora era perverso, ele era o homem que havia me prometido uma vida feliz, o homem que eu amava.
Marcelo.
- Marcelo meu amigo, você me trouxe algo bem especial - ele lambeu os lábios - algo delicioso.
O homem do meio se aproximou, as lagrimas começaram a descer pelo meu rosto e tentei lutar para me salvar mais não consegui, o home me agarrou com mais força que o necessário e virou meu rosto de um lado para o outro me avaliando, passou as mãos em meus ombros e rasgou minha blusa me fazendo gritar, um grito abafado pela mordaça, ele tocou meus s***s nu e sorriu pra Marcelo de forma satisfeita.
- Um ótimo produto, você escolheu bem. como sempre.
- Sabe que tenho um bom gosto Thomas, as outras também já estão chegando, mais essa ai... bem, você mesmo viu
- Ela é virgem? - o homem parecia esperançoso, olhei Marcelo desesperada, já entendia tudo, havia ouvido boatos de homens que vendiam garotas ou as matava para conseguir seus órgãos, a forma que ele segurou meu seio, sabia que era a primeira opção.
- Não - Marcelo passou a mão nos cabelos escuros, por nem um momento me olhou nos olhos, sempre olhava para baixo ou para o tal Thomas.
Novamente tentei lutar mais recebi um tapa no rosto e me aquietei, as lagrimas agora eram de desespero, queria sair daqui, queria minha mãe e meu pai.
- E os pais dela?
- Acham que fugiu - A voz de Marcelo era divertida - Bando de caipiras.
- Muito bem, vamos começar a iniciação dela. Thomas se afastou e cheirou um pedaço de minha blusa - chocolate. podem cuidar delas garotos, ela é toda de vocês.
Marcelo e Thomas saíram andando, o homem que a minha frente e o outra atrás de mim me jogaram no chão e soltaram a amarra do meu ante braço e joelhos, eles me viraram de rosto para o chão e começaram a arrancar o resto de minha roupa, as lagrimas irromperam do meu rosto, ele arrancaram a mordaça e pela primeira vez pude gritar, a única coisa que meu coração pedia.
- MARCELOOOOOOO - gritei seu nome e gritei, gritei até não poder mais, até os tapas dos homens começarem a me acertar, então já não gritava mais por ele, apenas pedia pra pararem, meus pedidos por socorros preencheram o lugar.
Acordei gritando aterrorizada, aquela lembrança havia voltado a uns dias, dês do dia em que Marcelo e Daniel trouxeram a mim e Melanie de volta, todas as lembranças que tanto tentei reprimir, tudo voltou e eu estava desesperada para esquecer.
Marcelo levantou da cama de supetão e me olhou assustado e preocupado, me cobri com o lençol chorando, ele se sentou ao meu lado e me abraçou com força de forma protetora. ele sabia o que me afligia, sabia o que estava acontecendo.
- Não se preocupe meu amor, estou aqui do seu lado, e nunca mais irei embora ok, eu estou aqui por você e com você.
Fechei meus olhos, deitei e tentei dormir novamente mas eu sabia que quando o sono finalmente chegasse os pesadelos também iriam vim juntos.