— Não se mova. Ordenou, com a voz rouca, sem perder a calma. — Se você fizer algo estú*pido, vai embora daqui. Brando assente em silêncio, com os dentes cerrados. Os seus punhos agarram os lençóis com força. Reconheço esse esforço para não perder o controle, pois acabei de experimentá-lo há alguns minutos. É ótimo estar do outro lado da balança. Fricciono o meu se*xo úmido contra os seus testículos, quentes e sensíveis, e observo como ele franze o rosto, tenso, como se cada pequeno movimento o desarmasse por dentro. — Alice… Grunhe, com a voz tão rouca que parece rasgar o ar. E eu acelero os meus movimentos, desta vez deslizando-o entre as minhas dobras úmidas, provocando-o a cada balanço. Estendo as mãos para trás, apoiando-me nos seus joelhos para me estabilizar, dominando o ritm

