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1968 Words
Capítulo 166 JK narrando Eu , Pedro e Martin amarramos ele com as mãos para cima, eu meto vários socos na barriga dele. —Está nervosinho seu filho da p**a? – ele fala me encarando – vai criar meu filho. —Essa criança nunca será seu filho. —Vai – ele fala – vai ter meu rosto, vai ter meus olhos. —Essa criança nunca será sua e nunca lembrará você, porque ela será criada por mim – eu falo para ele. —Você vai lembrar de mim toda vez que ver ele – William fala —Então é por isso que eu vou te torturar o dobro. – ele começa a rir —Tampe a boca dele – Pedro fala. Martin se aproxima e tampa a porcaria da boca dele para ele não ficar falando mais m***a. — Eu não tenho o costume de ver homem pelado – eu falo abrindo a sua roupa – mas você é por outro motivo, é para um motivo maior e para vingar as pessoa sque eu amo, as pessoas da minha família. —Por onde vamos começar? – Martin pergunta —Vamos dar o lanche especial para ele depois – Pedro fala me encarando – as orelhas. – ele fala entregando uma faca. —Perfeito. Pedro me entrega a faca e eu passo de uma vez só em uma orelha e depois na outra, começa a sangrar tudo. —Guarda para o lanche – eu falo entregando a Pedro —Já vou preparar – ele fala com um sorriso no rosto. —Pega a furadeira – Martin fala e coloca um p*u enorme e grosso na ponta da furadeira. —Você gostava de estuprar a Ana né? – eu pergunto para ele. —Esse p*u aqui – Martin mostra na furadeira – também adora estuprar filhos da p**a que nem você. Eu pego a furadeira vou na parte de trás dele e metgo aquele p*u na b***a dele com vaselina, ele começa a gemer de dor e eu ligo a parafusadeira e aquele p*u começa a girar dentro dele, o mesmo gritava tanto que o pano não conseguia abafar seus gritos, o sangue escorria pelo buraco da sua b***a e aquilo me deixava satisfeito, eu coloco força, eu estava com sangue nos olhos e quando o p*u entra quase a metade nele, eu paro. —Qual é a sensação filho da p**a? – eu pergunto para ele – de ser estuprado em? Pedro se aproxima dele com uma faca gigante e corta o seu p*u fora, eu tiro o pano da boca dele. —Filhos da p**a – ele fala —Cadê o lanche? – eu pergunto —Aqui – Pedro fala – vai comer seu próprio p*u filho da p**a. —Não – ele fala —Vai – Martin fala. A gente solta ele e o mesmoc ai no chão, eu seguro ele e Martin também, a gente abre a sua boca a força e ele tentava fechar mas ele estava já sem força, Pedro coloca os pedaços do p*u dele na boca, e a gente fecha a boca. — Mastiga filho da p**a – eu falo e Martin coloca a parafusadeira ligada no lado da sua cabeça. —Anda filho da p**a – Martin fala – Mastiga seu e********r de m***a. Ele começa a mastigar e começa a querer vomitar e a gente impede. Pedro pega o ácido. — Abre os olhos dele – eu falo —Não – ele não tinha força para falar só conseguia dizer não. A gente coloca luvas e seguramos os olhos dele e Pedro joga o acido nos olhos dele, a gente solta e o mesmo se debatia no chão e gritava, o acido iria comer todas as córneas dele, Pedro joga mais de 5litro de ácido em cima dele e ele gritava, esperneava e se debatia. —Os cachorros estão aqui – Um vapor fala. —Vamos soltar eles e deixar que eles terminam o trabalho. – eu falo. Nos saímos para fora e soltamos os nossos cachorros que são treinados para m***r, agora não sobraria nem sequer a alma de William, a gente no lado de fora, escuta os gritos deles. Nos três nos sentamos e cada um acende um baseado para manter a brisa. Capítulo 167 Marielle narrando Antes de qualquer coisa, Maisa me encara e eu encaro ela — Me desculpa Maisa – eu falo para ela – eu jamais queria ter feito você sofrer com a separação. —Relaxa Marielle, eu jamais deveria ter falado aquelas coisas na hora da raiva. —Você foi traída, tinha toda razão em estar com raiva – eu falo —Eu sou grata ao Augusto por tudo, ele deu amor ao meu filho, me ajudou quando eyu mais precisei, quando eu estava no fundo do poço. Eu acredito que tudo na vida tem um porque – ela fala me encarando – sei que você se sente m*l pelo fato dele ter me dado algo que você tanto queria, mas eu acho, que devemos sempre pensar de outra forma. – ela me olha e pega em minha mão – ele precisava amadurecer e você também, para vocês ficarem juntos. —Eu entendo perfeitamente, porque ele casou com você e porque Martin se apaixonou por você – ela fala – você é coerente, você é sabia, inteligente. —Você também é – ela fala – nós somos mulheres fortes, guerreiras, que passamos por muitas lutas, tivemos que lutar muito para ser livres e um dia ser feliz. Você é maravilhosa também Mari e deve se orgulhar muito de você. — Vocês duas – Pesadelo fala – o que vocês querem fazer? —A gente já disse, não precisamos de homens – Maisa fala para ele e ele me encara —Vou estar do lado de fora – ele fala. Nos duas entramos e encontramos Heloisa amarrada, ela nos encara com um sorriso no rosto. — Parabéns Heloisa – eu falo para ela – você me enganou a vida toda. —E não precisava de muito não é mesmo? – ela pergunta – sempre foi sonsa. —Agora você perdeu sua vida aos 30 anos de idade, valeu a pena? Me diz? – eu pergunto para ela – passar todos esses anos vivendo uma vida falsa, uma vida que você não queria, planejando chegar no seu auge aos 30 anos e no final, você vai perder a sua vida. Dqui dois,4 ,6 anos, você não será nem mais lembrança, porque vamos dar suporte ao seu filho para ele nunca lembrar de você. Me diz, valeu a pena? — Valeria mais a pena se eu tivesse te matado todas as vezes que eu tive a oportunidade – eu dou um t**a forte na cara dela. —Mas você não me amtou. – eu falo —Você traiu seus amigos, sua família, seu marido, sue filho – maisa fala —Está feliz né? Que vai ficar com ele? —Até porque agora ele será amado de verdade, eles terão uma família de verdade – Maisa fala —Vocês duas combinam, duas sonsas, idiotas – Heloisa fala rindo Eu meto yum soco na cara dela e vários tapas, eu desconto toda a minah raiva nela, batendo nela com força, Heloisa gritava mas de nada adiantava ela estava presa; — Só me diz – eu falo para ela – valeu a pena? – eu pergunto para ela – valeu a pena, você nunca ter sido feliz de verdade e morrer pensado nisso? —Se não valeu – maisa fala com a arma na mão – agora não adianta mais. Heloisa abre um sorriso e começa a rir, ela era uma psicopata filha da p**a, maisa aponta a arma para cabeça dela e atira nela com tudo, com a força do tiro, seu corpo cai para trás e ela cai no chão com tudo. Eu olho para Heloisa e depois olho para Maisa. Capítulo 168 Maisa narrando Eu saio de dentro e encaro Pesadelo, ele me olha e se aproxima de mim. — Você está bem? – ele pergunta me encarando —Estou – eu falo olhando para ele. – Obrigada por ter confiado em mim. —Você é maravilhosa – ele fala – Merece ser feliz, amada. —Obrigada por tudo, por ter criado meu filho comigo, por ter me dado um norte, me protegido e me defendido – eu falo para ele e a gente se abraça forte. – eu preciso respirar um ar fresco. Eu saio dos seus braços, olho para Mari que estava de braços cruzados e com os olhos cheios de lagrimas, depois saio andando um pouco sem rumo pelo alto do morro. Eu paro em uma pedra e fico olhando o morro, eu não sei nem o que Pedro iria me dizer, se ele ainda iria falar comigo. Mas eu jamais queria o magoar e nem que ele soubesse de tudo isso dessa forma, eu sempre quis o proteger e que ele tivesse o melhor de mim, eu jamais olhei ele como fruto de um e*****o e sim como amor da minha vida. Eu sinto alguém se aproximando e encaro ele, ele tinha um buque de flores na sua mão, todo desajeitado o buque mas ele tinha. — Eu juro que eu não peguei em um cemitério – ele fala – porque aqui não tem um cemitério – ele abe um sorriso e eu sorrio para ele. —Roubou do altar do padre como você sempre fazia quando criança? —Depois vou lá me confessar, falando que queria entregar para minha mãe – ele fala – como eu sempre fazia. – eu sorrio para ele. — Me desculpa – eu falo para ele – por tudo. Ele se senta do meu lado e me entrega as flores. — Você nunca deveria ter me escondido isso, eu soiu seu filho e deveria saber das suas dores. —Eu não queria que você soubese disso. —Você é minha mãe – ele fala – sempre foi a melhor mãe do mundo, sempre me deu todo amor do mundo, sempre foi paciente, sempre conversou comigo olhando olho a olho, apoiou todas as minhas decisões, sempre foi minha amiga. Eu jamais ficaria com raiva de você, pelo ao contrário, eu sinto raiva de mim por nunca ter percebido tudo que você passou. —Você não precisava perceber, eu nunca quis que você percebesse, porque não queria que você pensasse que você foi um intruso na minha vida, que veio por causa da dor. Porque não é verdade – eu falo para ele – você rouxe renovação para minha vida, trouxe sentido, trouxe amor, trouxe alegria Pedro. Você sempre foi a única pessoa que me manteve em pé. Você meu filho é o amor da minha vida , você significa vida para mim – ele abre um sorriso. —Eu amo você mãe – ele fala me abraçando forte – Obrigado, eu agradeço a Deus todos os dias, por ser filho de uma mãe forte como você é. Eu começo a chorar e ele me abraça forte, ele limpa as minhas lagrimas, meu filho era um verdadeiro cavalheiro. Eu nunca o culpei por nada, eu sempre soube que ele tinha vindo para minha vida com um proposito, o seu nascimento me deu forças e através disso, eu comecei a ajudar as crianças e as meninas que passaram pela mesma coisa comigo. Foi movido nisso, que eu subi a primeira vez que vi Augusto na minha frente para falar de Marielle e Isa, e de todas as outras garotas que eu acolhi em meus braços. Porque a dor pode nos enfraquecer, mas também pode nos fazer ainda mais forte depois que a gente renasce, e não seria justo, renascer forte e não ajudar que outras mulheres também fosse forte.
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