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Meu Padrinho

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intro-logo
Blurb

Abandonada ainda criança e criada sob a rigidez de um convento, Angelina conheceu a vida apenas através de orações, castigos e trabalho árduo. Submissa ao extremo, foi ensinada a temer qualquer desobediência e aceitar punições sem questionar. Mas tudo muda no dia em que Lorenzo Montserrat, um poderoso fazendeiro, pisa naquele lugar em busca de uma nova funcionária.

A jovem, frágil e inocente, se oferece para o trabalho, sem imaginar que aquele homem frio e implacável tomaria para si a missão de libertá-la da opressão. Porém, Angel não sabe viver de outra forma. Quando derrama suco na mesa no primeiro dia, ajoelha-se sem hesitar e estende os pulsos, pronta para ser castigada. Chocado, Lorenzo percebe o peso do passado dela — e, ao mesmo tempo, sente um desejo perigoso crescer dentro de si.

Ela o chama pelo nome, o que o desarma. Quando tenta corrigi-la para "senhor", só piora a situação. Para manter a distância necessária, ele ordena que o chame de "padrinho". Mas até quando conseguirá manter essa barreira?

Enquanto Angel descobre um mundo novo, onde pode dormir em uma cama e usar roupas bonitas, Lorenzo luta contra os sentimentos inapropriados que sua pureza desperta nele. E quando outros homens começam a notar a delicadeza da jovem, o fazendeiro percebe que não está disposto a deixá-la escapar de suas mãos.

Ela o vê como um salvador. Mas será que Lorenzo é realmente o anjo que a tirará das trevas… ou o demônio que a fará cair em tentação?

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Lorenzo narrando. Desço da minha caminhonete sentindo o sol arder em minha pele, o convento a minha frente parece assustador tão de perto, mas mesmo assim eu prossigo com o que vim fazer aqui. A porta principal está aberta e logo vejo a madre superiora andando sozinha, essa mulher é a mais velha daqui e seu olhar odioso é evidente, nunca se dobrou a ninguém pelo pouco que a conheço. Meu pai sempre doou dinheiro mensalmente para cá, quando tínhamos colheitas frutíferas em casa e sem consumo eu tinha que trazer, sempre fui recebido com essa raiva, mas acho que ela é assim com todos. — Bom dia Madre. — a cumprimento que para sua caminhada me analisando. — Não vejo doações, o que deseja? — Preciso de outra funcionária para cuidar da minha casa, a última se aposentou recentemente, me falaram para procurar com a senhora, que teria indicações. — Limpar, lavar e cozinhar? — Sim senhora. — digo e ela me olha de cima a baixo. — ANGELINA. — ela grita e escuto passos apressados no corredor de pedra, uma moça mais baixa aparece, cabelos loiros grandes, ondulados, jovem demais, ela olha rapidamente para vime vejo as duas esferas azuis e seu lábio rosa, uma modelo. — Madre superiora. — ela diz de cabeça baixa e pronta para receber ordens. — Angelina está conosco desde bebê, foi abandonada e criada por nós, nunca foi adotada então hoje trabalha para nós por comida e teto, não quis seguir a castidade, tem vinte e dois anos, mas também nunca deixou essas terras, ela cozinha, lava, passa e deixa tudo limpo, mas é atrevida, você tem que saber a por no seu lugar. — ela diz e n**o com a cabeça, ela é bonita demais. Pequena frágil, ela tenta me olhar, deve até se assustar pelo meu corpo, sou um homem grande, alto, musculoso, e para ajudar estou totalmente em roupas escuras, enquanto ela usa um vestido branco simples, quase uma camisola na verdade, mas que cai bem nela, no aspecto angelical que transmite. Os lábios rosados se apertam de nervoso e vejo que ela segura suas mãos tão apertadas que os nós dos dedos ficam brancos, está com medo de mim? Deveria realmente. — Eu procuro alguém mais velha, uma senhora talvez. — aviso e me surpreendo quando a menor leva um tapa pesado em seu rosto, ela se ajoelha rapidamente e a Madre a empurra com o pé. — Nem para isso você serve Angelina, realmente um peso morto, vá para dentro preparar o almoço. — ela não vai fazer nada? Apanha e fica por isso? Ela se levanta devagar e não gosto disso, olho para a velha grosseira e não consigo deixar passar — Espere. — ordeno mas a menina não para, a madre que a segura pelo ombro e assim ela obedece. — Eu levo a moça. — Angelina, pegue seus pertences, mas apenas o que for exclusivo seu, as outras meninas usaram o que deixar. Ela concorda com a cabeça e se vira partindo apressada, observo sua figura até que suma em um corredor, a madre agora me olha, ficamos em silêncio até que ela volte, carregando uma bolsa pequena, agora de chinelo sem mais as sapatilhas e um vestido mais curto, diferente. — Agora ele é o seu senhor Angelina, você responde e obedece a ele. — Sim Madre. — ela se vira para mim, ainda sem levantar o olhar e coço a garganta. — Vamos então, obrigada. — me viro agora de costas para a velha e escuto os passos da mais nova me seguindo, saímos ao lado de fora finalmente sentindo o calor em minha pele novamente. De canto eu a observo, a pele clara quase se reflete no sol escaldante, ela olha para meu carro curiosa. — Pode entrar. — ela se aproxima da porta, com receio chegando até o puxador, ela se atrapalha um pouco, e para facilitar eu me aproximo abrindo para ela, indico com o pé onde ela deve se apoiar para subir e evito olhar para seu corpo enquanto esse movimento é feito. Quieta ela permanece todo o momento, não coloca o cinto mas eu não digo nada, apenas a olhando de canto alguns momentos, essa menina não fala? Chegaremos em uns vinte minutos na alta velocidade em minha fazenda, aqui é mais pessoal, onde mantenho meu haras, os cavalos que cuido com tanto amor, tem outros bichos, vacas, galinhas, porcos… mas é apenas por que gosto de ter, os equinos que são minha paixão. Meus garanhões ganham todos os concursos, seus filhotes são vendidos a uma boa fortuna, todos bem tratados e um exemplo, mas não é a origem de meu dinheiro. Minha família começou a muitos décadas como imigrantes no país, na plantação de café e assim seguimos, temos muitas terras no país, hoje trabalhamos com o cultivo especializado, temos um grande nome no mundo alimentício, essa empresa já se controla sozinha. E ainda tenho três irmãos que gostam disso mais do que tudo, eu apenas recebo o meu e fiscalizo as produções pessoalmente, prevenindo de pragas, roubos e outros problemas. Minha irmã mesmo sendo casada, com filhos… ela fiscaliza o financeiro, sempre foi controladora e ama o que faz, e meus dois irmãos outra parte, um fiscaliza os trabalhadores do campo, é o irmão que mais tenho contato. Santiago é mais estressado do que eu, mas é o que me dou melhor, sempre me entendeu mais do que ninguém, temos pouca diferença de idade e moramos mais perto um do outro, ele cuida dos funcionários, conversa, fiscaliza, todos têm medo dele, mas é o cara mais honesto e justo que conheço. E por fim o mais velho, com seus 37 anos é o tal do ceo, ele gosta dessa parte de viajar, fiscalizar empresas, as fábricas, representar nossa marca, cuidar das vendas, contratos… nós chamamos ele de rei do café, é o menos visto dos quatro. Nosso pai ainda é vivo, mas é apenas isso a nossa família, não temos tios, primos… minha mãe faleceu de câncer já faz alguns anos, e com isso a vida do meu pai acabou, ele saiu da grande fazenda, onde eu moro sozinho hoje, todos os irmãos se mudaram e eu fiquei, alguém tinha que cuidar daquela casa, manter ela igual. Mesmo que meu pai nunca tenha retornado, ele diz não aguentar as memórias, dona Rosana era o grande amor da vida dele, tanto que nunca mais esteve com outra mulher, vive sozinho em uma casa pequena e solitária, nós filhos o visitamos, os dois netos filhos de minha maninha o visitam, amam o vovô, mas ele nunca mais foi o mesmo. Finalmente chegamos e a porteira é aberta para mim, pisco os farois e paro apenas em frente de casa, abro a porta para Angelina quando ela não sai e evito mais uma vez olhar para seu corpo, principalmente suas pernas nuas saltando a minha frente, merda, eu sabia que ela era bonita demais. — Essa é a casa, vamos entrar pela parte de funcionários, aí você já conhece — vou pela lateral e mostro a lavanderia, máquina de lavar, entramos pela cozinha e ela olha tudo curiosa. — Fique a vontade para fazer o que quiser, eu como de tudo, a cozinha é sua, esse espaço é todo seu, Angelina? Ela finalmente me olha no rosto e sorri, sou baqueado rapidamente pela beleza disso, algo tão puro, ela é a droga de um anjo mesmo, não apenas pelo nome. — Pode perguntar o que quiser, não fique com vergonha — digo mais grosseiro do que eu deveria. — Qual seu nome? — sua voz é mais angelical ainda e eu me sinto a droga de um pedófilo por estar e******o com isso. — Lorenzo. — ela repete ele baixo e evito olhar pela forma que isso sai em seus lábios. — Certo, como prefere que eu limpe tudo? — Faça como quiser, só não limpo o cômodo comigo estando nele, os produtos que a Neide usavam ficam ali na lavanderia, se quiser mais coisas você compra no mercado, vão te levar. — Mercado? — A loja, um dos peões te leva depois quando forem comprar mantimentos, assim você também compra a comida para semana. — ela não parece entender mas concorda com a cabeça. — Você vai conhecendo a casa com o tempo Angelina. — assim que termino de falar ela abaixa a cabeça e me irrito com isso. — Olhe para mim, não gosto que fique olhando o chão enquanto eu falo com você. — Desculpe, mas pode me chamar de Angel? Me chamavam assim, Angelina só quando eu errava, assim eu sei como devo me comportar, se posso olhar para o senhor ou não. — Certo, Angel. — ela olha para mim e não entendo, é um costume? — Pode começar a limpar aqui a cozinha, conhecer as coisas que têm aqui e faça o almoço, eu vou trabalhar. — Eu posso sair da casa? — questiona antes que eu me vire e penso que não dará certo, alguém como ela perto dos homens que trabalham aqui. — Depois eu te apresento o lado de fora, enquanto isso a casa é sua, deixe tudo pronto na sala de jantar. — Obrigada, Lorenzo. — ela diz meu nome e não gosto de como eu me sinto quando isso acontece.

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