LUNA Ele vinha atrás de mim tendo plena consciência do quanto me incomodava tê-lo por perto. E eu me arrependi de tê-lo convidado no segundo em que as palavras escaparam da minha boca. Maldito instinto. Maldita mania de me importar. Tudo o que eu precisava fazer era deixar ele sangrar até que desse seu próprio jeito. Mas não. Bastou ver o vermelho escorrendo pela pele dele para que minha cabeça esquecesse todos os motivos pelos quais eu estava furiosa. Tudo bem. Eu faria o curativo. Seria rápida. E ele iria embora. Nada de conversa, nada de olhares. Eu conseguiria Abri a porta do apartamento e entrei, sentindo o calor conhecido do meu lar se chocar com o frio que ele trazia junto de si. Ace passou por mim com naturalidade e eu quase travei. Ele foi direto até a cozinha sem pedir perm

