Nadine tinha somente a mensalidade do próximo mês da faculdade. Tinha conseguido segurar o noivo por mais um ano. A convivência com o pai tinha lá seus altos e baixos. Elizeu já não falava muito, e acabou passando a direção da igreja para Rafael, que desempenhava o papel muito bem. Nadine andou a cidade toda em busca de algo, não tinha almoçado e já eram quase três horas da tarde. Sentou no ponto de ônibus, desanimada com tudo. "- Meu Deus, me ajuda. Não sei o que te fiz, pelo menos agora me ajude. - Pensou com amargura." Duas senhoras sentaram ao lado dela, usavam uniformes. - Ouvi dizer que o Diretor do hospital está de volta semana que vem. - Mas aquele andar estava vazio. - A outra respondeu. - Pois é, Berenice falou que amanhã vai abrir um processo seletivo. É um hospital gran

