A chuva lá fora finalmente dera trégua, deixando para trás apenas o som rítmico das gotas batendo nas calhas de zinco. Dentro da oficina, o silêncio era preenchido pelo estalar do metal que esfriava e pelo som suave da lixa de Seth em algum detalhe de acabamento.
Yona estava sentada no mezanino, observando-os. O peso do passado, que antes parecia uma armadura de chumbo, estava começando a se transformar em cinzas. Pela primeira vez, o medo de ser "descoberta" fora substituído pelo alívio de ser verdadeiramente vista.
O Gesto de Caleb: A Segurança no Toque
Caleb subiu as escadas de ferro com dois copos de chá. Ele não tinha a pressa habitual ou o olhar de comando. Sentou-se no chão, ao lado da poltrona de couro onde ela estava encolhida, e apenas ofereceu o copo.
— Meus pensamentos não param, Caleb — ela admitiu, a voz ainda um pouco trêmula, enquanto aceitava o calor da bebida. — Eu olho para vocês e me pergunto como podem ser tão gentis depois de saberem que eu era... uma dívida.
Caleb pousou a mão grande sobre o joelho dela. Não era um toque de posse, mas de ancoragem.
— Yona, olhe para as máquinas lá embaixo — ele começou, a voz morena e calma. — Algumas chegam aqui destruídas, vendidas por quem não sabia o valor delas. Mas quando nós as limpamos e acertamos o ponto do motor, elas não pertencem ao dono antigo. Elas pertencem à estrada. Você é a sua própria estrada agora. Nós somos apenas os caras que têm a honra de caminhar nela com você.
Yona sentiu o peito arder, não de dor, mas de uma gratidão que transbordava. Ela se inclinou e beijou a testa de Caleb, um gesto de respeito e amor que selava a nova confiança entre eles.
Seth subiu logo depois, jogando um pano sujo de graxa no ombro. Ele viu a cena e sorriu, aquele sorriso que sempre fazia Yona sentir que havia um segredo compartilhado entre eles.
— Chega de conversa séria por hoje — ele disse, estendendo a mão para ela. — Você passou a vida sendo tratada como um contrato, boneca. Que tal se a gente reescrever as regras? Sem prazos, sem assinaturas. Só o que você quiser sentir.
Ele a conduziu para a grande mesa de madeira no centro do mezanino, iluminada apenas por uma lâmpada pendente que criava uma penumbra acolhedora.
— Eu quero... — Yona começou, olhando de Seth para Caleb, que agora se aproximava por trás dela. — Eu quero experimentar tudo. Mas não porque eu "devo" ou porque alguém me vendeu. Eu quero porque eu amo o jeito que vocês me fazem querer viver.
Desta vez, a atmosfera não era de dominação, mas de uma exploração mútua. Yona sentou-se na mesa, sentindo o frio da madeira contra suas coxas, contrastando com o calor das mãos de Seth que agora desabotoavam seu moletom.
— Use a sua voz, Yona — Seth provocou suavemente, beijando a linha do seu maxilar. — Diga o que você quer que eu faça. Diga o que quer que o Caleb faça.
Yona sentiu um arrepio de poder. Pela primeira vez, ela era a maestrina.
— Caleb... — ela chamou, a voz ganhando uma firmeza nova. — Segure minhas mãos no seu p*u. Eu quero sentir a sua força, mas quero que você sinta a minha também.
Caleb obedeceu, entrelaçando sua mão na dela e levando até seu m****o, que já estava pulsando de t***o, com os braços morenos e musculosos, moldando o espaço ao redor dela como um escudo. Seth, por sua vez, ajoelhou-se entre as pernas dela, seus olhos castanhos brilhando com uma adoração que nada tinha a ver com contratos.
— Eu quero experimentar o que você disse antes — Yona sussurrou para Seth, as bochechas coradas, mas o olhar fixo. — O que acontece quando o ímã para de lutar. Eu quero gozar em sua boca, sentir você chupando minha b****a. Eu quero os dois. Ao mesmo tempo. Quero sentir o êxtase do prazer dos homens que me protegem, eu necessito ser preenchida por vocês dois.
O ato que se seguiu foi uma coreografia de respeito e paixão absoluta. Não havia mais a sombra de Alfredo ou da traição de sua mãe. Havia apenas o peso reconfortante de Caleb e a agilidade elétrica de Seth. Yona descobriu que podia amar os dois com a mesma intensidade porque eles preenchiam partes diferentes de sua alma.
A luz da lâmpada pendente balançava suavemente, criando sombras que dançavam sobre as paredes de metal da oficina. Ali, sobre a mesa de madeira maciça que já sustentara tantos projetos de engenharia, Yona estava prestes a concluir sua própria reconstrução. Não havia mais a timidez da menina que fugia; havia a entrega da mulher que escolhera seus próprios guardiões.
Ela se entregou a atos que antes a assustariam, descobrindo prazer em posições que exigiam uma confiança cega nos irmãos Guedes. Cada gemido dela era uma declaração de independência. Cada toque deles era um lembrete de que ela era inestimável.
Caleb estava atrás dela, uma presença maciça e constante. Ele a fez ficar de joelhos sobre a mesa, os braços estendidos para a frente. Yona sentiu o toque das mãos grandes e calejadas de Caleb sobre as suas, guiando-as até que ela segurasse a borda da madeira.
Seth, posicionado à frente dela, a observava com um brilho de adoração nos olhos castanhos. Ele deslizou as mãos pelas coxas de Yona, subindo com uma lentidão que a fazia perder o fôlego, até encontrar o centro de seu c******s.
— Você disse que queria sentir tudo — Seth lembrou-a, a voz carregada de uma promessa elétrica.
Yona soltou um gemido alto quando sentiu a entrada simultânea de sensações. Caleb, firme e profundo, preenchia o espaço do seu ânus com uma cadência poderosa, enquanto Seth, com a agilidade que lhe era própria, ocupava sua atenção pelos seus c******s, oferecendo seus lábios e enfiando seus dedos para mantê-la em um estado de êxtase constante. A posição exigia dela uma confiança absoluta. Ela estava entregue, com os sentidos divididos entre a força bruta de Caleb e a malícia envolvente de Seth. Cada estocada de Caleb a empurrava para os lábios de Seth, e cada carícia de Seth a devolvia ao pênis de Caleb.
— Eu sou... livre — ela gemeu, a palavra saindo entrecortada pelo prazer que a inundava.
— Você sempre foi — Caleb respondeu, apertando o aperto em suas mãos, fundindo o corpo dele ao dela. — Nós só estamos ajudando você a se libertar definitivamente.
— Eu quero o p*u dos dois ao mesmo tempo — ela sussurrou, com um sorriso de paz que nunca habitara seu rosto antes.
— Vamos realizar seu desejo bonequinha — Seth respondeu, aninhando-se nela. — Só que desta vez, com as peças no lugar certo.
mesmo sendo a segunda vez de Yona, ela pode sentir a diferença nas estocadas fortes dos irmãos, fazendo ela gemer em seus pênis de uma forma que ela pedia por mais, ela já não se sentia com medo, mas se sentia atraída em ser possuída por dois homens, que a tratavam como princesa e como uma fera indomável na cama. Mas Yona não sabia que iria se tornar uma viciada em sexo, sua primeira e segunda vez foi apenas uma amostra dos prazeres que ela tinha escondido por muito tempo, atrás de sua vingirdade. Quando o clímax a atingiu, foi como se toda a sujeira do passado fosse lavada. O suor de seus corpos se misturava ao cheiro de óleo e madeira, selando um pacto que nenhum contrato de Alfredo ou traição de Helena poderia quebrar.
Ao final, exaustos e Yona fudida por inteira, Yona estava deitada entre os dois. Caleb limpava com ternura o suor de sua testa, enquanto Seth acariciava seus c******s sentindo seu g**o quente entre seus dedos.