— Tia Lúcia? O que...— Lúcia entrou na casa sorrindo de orelha a orelha. — O que você está fazendo aqui? Júlia olhava para a tia, desconfiada, enquanto fechava a porta, quando a porta foi empurrada de volta. — Vai mesmo fechar a porta na minha cara, boneca? Júlia sentiu um arrepio na espinha ao ouvir aquela voz, o estômago embrulhou ao ver o sorriso cínico nos lábios dele. — Reinaldo, desculpa, não tinha te visto. É... entre, por favor! Reinaldo olhou-a de cima a baixo antes de sentar no sofá indicado por ela. Júlia vestia uma camisola simples e discreta de algodão, branca com pequenas flores cor de rosa e o cabelo preso num r**o de cavalo. Ele maneou a cabeça, satisfeito. Ela era o retrato da pureza, da ingenuidade que tanto o atraía. Era incrível como as rendas, decotes e transparê

