Capítulo 17

1228 Words
— sem parceria para um filme novo de terror que tal ver um filme de ação não tem mortes e um final feliz pelo menos quase que tal. — Maju parecia ter adquirido um brilho especial no rosto e Teresa o acompanhou. — não inventa Maju, eu não vou assistir isso não. — reclamou Teresa e logo as duas começam a rir. No final das contas tanto Maju como Teresa assistiram ao filme de ação e Teresa acabou gostando em meio a pipocas, refrigerante e até risadas por um momento as duas acabaram esquecendo tudo. — Teresa se um dia eu me apaixonasse por alguém você me apoiaria? — Sim Maju eu super apoiaria e até te ajudaria sem pensar duas vezes. — Eu te agradeço imensamente amiga, você é maravilhosa. — você que não sabe como é difícil Maju. E eu amo muito sua companhia, minha melhor amiga. — Vamos comer um salgado, estou faminta. — sugeriu Maju e logo puxou Teresa que a acompanhou. Diferente de Teresa que não tinha muito dinheiro, Maju possui bastante. Sua mãe naquela época não era pobre e os negócios que tinha sempre davam lucros mais que satisfatórios. Então o cartão de Maju era praticamente ilimitado. E poderia gastar o quanto desejasse já que os pais dela preferem dar dinheiro a amor ela se acostumou a ter uma vida de luxo sem se preocupar muito com a felicidade de ter uma família. Em alguns momentos senti triste por não ter a companhia dos pais mas os trocava por trabalho. — aí Maju só você para fazer isso. Eu não tenho dinheiro, gastei meu último no cinema com a pipoca. — Teresa revelou a informação com medo de ser julgada como parasita. Maju revirou os olhos em negação e logo tratou de jogar a verdade na cara dela. — Você é minha amiga. Eu convidei eu pago e não aceito um não como resposta dona Teresa então vamos logo. — você que manda. Mas eu pago a próxima, eu prometo. — Teresa falou com convicção e Maju aceitou fazendo ela ficar feliz e assim as duas comem um lanche tranquilamente. — Você me acompanharia numa loja para comprar uns looks novos para a empresa. E aproveitamos deixando um currículo com um colega meu. — Maju não precisa. Eu agradeço a ajuda mas ... começou a se depreciar e se menosprezar Teresa deixando uma Maju completamente estressada. — chega Teresa. Você tem tudo que qualquer um deseja. — Maju incentivou abraçando Teresa e a fazendo sorrir. — agora vamos também quero te dar presentes. Caso seja contratada não pode parecer desleixada né? — ela faz uma pergunta que era mais afirmativa do que de fato estimulante. Não que Teresa tivesse um péssimo gosto para roupas, mas seu estilo era muito básico e pouco apresentado para um local onde as pessoas vinham todos os dias. Principalmente pessoas com muito dinheiro e donos de empresas na maioria das vezes que procuraram o escritório de Maju. Trabalho em escritório exige uma boa apresentação, não é necessário você parecer uma pessoa rica. porém trazer a atenção para si de modo elegante lhe garante um bom salário no final do mês. Entrando na primeira loja ela seguiu pelos cabides e prateleiras. A cada olhar ela via as pessoas a observar. Principalmente para Teresa que ela fazia questão de ter ao seu lado. — esse verde fica maravilhoso em você. — Maju aponta e logo retirou o cabide com a peça e entrega a Teresa. — esse também é ótimo um vermelho combina com você. — Maju coloca no colo de Teresa mais uma peça de roupa da parte superior. — Boa tarde, em que posso ajudar? — uma simpática loira veio ao encontro delas. — Olá querida. Estas duas peças quero no tamanho da minha amiga. Enquanto eu termino de olhar você pode passar o cartão para mim por gentileza. — Maju dizia com confiança e sua amiga ficava com certa vergonha por isso. Posteriormente veio uma segunda atendente que continuou o atendimento delas. — deste blazer azul marinho até aquele amarelo quero todos no tamanho p. — suas palavras faziam alguns dos vendedores indo pegar os pedidos. Maju andava com pressa e logo escolhe as calças nas mesmas tonalidades e tamanho. — Vamos provar que Teresa temos que comprar os sapatos ainda e você precisa ficar maravilhosa ou não me chamo Maju. — com as últimas palavras, Teresa foi para o provador e a vendedora deixou os modelos no banco do provador. Teresa colocou o primeiro look uma calça amarela e um blazer roxo. — definitivamente não. Próximo. — próximo…próximo…próximo. Assim seguiu até que Maju combinou cada cor devidamente e assim deu a Teresa um ar de seriedade e elegância. Depois ela escolheu os sapatos de várias cores e deu a Teresa cinco pares para cinco conjuntos de presente. Depois de ter escolhido Tereza foi a júri da moda para Maju. O primeiro era um vestido tubinho preto tomara que caia com um salto alto preto. — esse está um pouco legal mas essa cor roxa não gostei. — realmente não combinou muito também. — Maju colocou a segunda opção um vestido de festa vermelho com um decote em v que deixava Maju um pouco mais atraente. — Sim ficou muito bom em você, vai partir muitos corações amiga. As duas riram bastante da situação. — que tal esse aqui um vestido tubinho preto com flores e um salto dourado? — Maju perguntou a sua amiga assim que saí do provador novamente. — Muito bom Maju. Está ficando muito melhor. — confidência Teresa e novamente as duas riram baixinho. — acho que agora chega. — Maju pontua e logo as peças aprovadas e sapatos foram sendo analisadas. E a simpática loira de antes pergunta. — débito ou crédito senhorita? — Maju sorria e logo responde educadamente. — crédito. Pode embrulhar por gentileza para mim e o restante pode mandar para minha casa por gentileza. O endereço está registrado no sistema. — Maju explicou e logo digitou a senha. Assim, uma nota foi gerada e logo Teresa se assustou com o valor das roupas. — está muito caro Maju, isso é quase impossível de pagar. — Teresa estava aflita. — meus pais não ligam muito pois tem bastante dinheiro. Mas não deixa isso te afetar aceita meus presentes sua amizade para mim vale mais que ouro Teresa. — Maju conforta Teresa que ainda a contra gosto aceitou o presente dela e as duas partiram para a casa de Tereza. (...) Do outro lado Teresa recordava do seu primeiro dia no trabalho como advogada substituta. Com a demissão de um senhor chamado Anderson. Ele era velho na empresa Ao acordar Teresa se prepara para mais um dia de trabalho. O dia anterior a deixou completamente exausta um caso que tinha para resolver estava a deixando cheia de stress. Depois de arrumar a cama ela seguiu para o banheiro tomando um banho longo. Retornando para seu quarto colocou uma saia preta na altura do joelho, uma camiseta social cor de rosa e um par de sapato preto. Descendo as escadas apoiada no corrimão dela Teresa seguia com sua bolsa marrom em mãos. Depois de chegar pronunciou um bom dia. — bom dia filha como foi seu sono ? — sua mãe demonstrava sua preocupação em saber como sua filha ia.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD