Capítulo 26 [PT 1]

469 Words

Gustavo A noite na base deveria ser silenciosa. Depois do interrogatório, tudo indicava uma pausa. Viktor havia reforçado as câmeras, os sensores térmicos e as entradas secundárias. Ninguém entrava ali sem que metade do prédio soubesse antes. Era o que eu sempre garanti. Era o que eu sempre controlei. Mas havia algo errado. Não era um som. Não era um movimento. Era sensação. Eu estava sentado na sala de comando revisando mapas do porto de Mykonos quando senti — aquela pressão antiga no peito, o mesmo instinto que me manteve vivo durante anos. O tipo de alerta que não nasce da lógica. Nasce da sobrevivência. — Viktor — chamei sem tirar os olhos da tela — quantas câmeras externas temos ativas? Ele respondeu do outro lado do monitor: — Todas. Quarenta e duas. Nenhuma atividade

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