Era loucura? Pela primeira vez eu transei com uma virgem, pela primeira vez eu dei prazer a uma mulher e sair de dentro dela e ver o meu sêmen misturado com o sangue dela, me deixou maluco.
Maluco de um jeito diferente, eu não sou de dormir com mulheres, não sou de deixar elas chegarem pero, mas eu deixei quando transei com ela, quando grudei meu corpo no dela e quando vi o sangue escorrer pelos lenções, ali eu tive certeza que aquela mulher era só minha.
Depois de tirar sua virgindade e de ver o sangue no meu p*u, eu tive certeza que ela não seria divida na favela, eu nunca permitiria isso, ela era minha e eu… queria espiar o seu sono e foi o que fiz.
Vi ela deitar na cama, se cobrir com os lenções e fechar os olhos, isso me fez pensar o quanto ela era louca. Sabia que eu era o perigo e mesmo assim estava ali, deitada dormindo, tranquila, sem medo. Isso é algo que eu não posso nunca fazer, não confio na Debora, não confio em ninguém o suficiente para permiti que divida uma cama, que durma ao meu lado.
Mas gostei de espiar o sono dela, diferente de mim, ela aparenta não ter traumas e se desenvolver algum, eu serei o responsável por isso.
Seria uma bondade da minha parte deixa-la ir, mas é b***a demais, do mesmo jeito que se entregou fácil a mim, ela poderia se entregar fácil a qualquer homem, ser marionete na m*l de qualquer pessoa e do jeito que é bonita, todos vão ficar louco para ter esse troféu, para passear de mãos dadas, mas ela é minha e eu não vou mudar.
[…]
Quando amanheceu, eu despertei assustado, passei tanto tempo observando ela que acabei adormecendo no sofá. Me levantei sentindo seu cheiro impregnado no meu corpo.
Rápido peguei minhas roupas e sair daquele lugar, iria tomar banho em casa e depois partir para boca, pelo menos esse foi meu objetivo, mas quando cheguei em casa, Debora já estava acordada.
— Onde você dormiu? — ela se aproximou. — Que cheiro é esse? Perfume de mulher, aliais, de p**a — grunhiu.
— Vai se f***r, me deixa em paz — rosnei.
— Te deixar em paz? Passou a noite no puteiro? — perguntou nervosa.
— E se eu tiver passado a noite no puteiro? Isso é da sua conta? Você tem direito de me questionar? Quando eu te assumir, c*****o? Você é só mais um p**a que se acha a patroa, mas eu nunca te tratei como uma. Não troque as bolas — rosnei bravo.
— Troca as bolas? A gente não dorme juntos, eu sei disso. É sexo no meu quarto, nunca no seu quarto. Sei que você fica também com outras mulheres, mas é golpe baixo o que você fez. Todas as noites você volta para casa, mesmo que seja na madrugada e hoje não voltou. Quem é a v***a? — gritou nervosa.
— Não lhe devo satisfação, se continuar acreditando que é a minha mulher, se continuar me cobrando, eu te coloco para fora dessa casa. A escolha é sua, Debora — grunhir bravo.
— Eu…
— Você o que? Saia da p***a da frente que você me estressou, vou tomar um banho e ir para a boca — vociferei subindo as escadas.
O cheiro da Sereia estava mesmo em mim, e o pior era que eu sabia que ela precisava de tempo para se recuperar, mas eu queria mais, queria ela hoje novamente, nem que fosse apenas para senti a mãozinha dela tocando meu p*u, a boca dela me chupando. Eu tinha muitos planos, mas sabia que ela era nova nisso e que eu tinha que ter paciência para dar certo.
Com esse pensamento, eu segui para o banheiro, tomei um banho gelado e em seguida sair daquele lugar direto para o closet, vesti uma bermuda e uma camiseta, pois tava fazendo muito calor.
Desci as escadas passando por Debora e fingindo que ela não existe. Sair de casa e fui até a lanchonete da dona Marcela, o Biruta estava lá com a Milene no lado, a mina toda cabisbaixa, um calor e ela usando cassaco, isso era estranho, na verdade, não era, pois ele batia nela, eu sabia, mas não me envolvia nessa p***a.
Ela fugiu dele e as coisas estavam pior, aliais, ela não conseguia nem olhar nos olhos de ninguém e eu sabia que ela desafiou ele e olhou para mim com um proposito, ela queria saber da prima e eu informaria, não que seja minha obrigação, mas a mina perdeu a mãe a pouco tempo e pelo que entendi, a Sereia é a sua única familia.
— Ou Milene, a sereia ta bem, se é isso que quer saber — falei e ela não respondeu.
— Ou Imperador, a Milene não quer saber da v***a da prima, não…
Não deixei que ele terminasse a fala, peguei-o pela camisa com força.
— Lave sua boca para falar do que é meu, se insultar, eu esqueço a p***a da parceria e te ensino a ser homem — grunhir e ele se surpreendeu.
— Seu? Qual é? Nem quando eu ofendo a Debora, você reage dessa forma — ele ironizou.
— A Debora não é minha, ela é da p***a do morro todo e o assunto prima da Milene, não é da sua conta, entendeu? Lave a sua boca para falar dela — disse bravo.
Ele poderia ser o fodão, mas sabia dos limites, ele era meu sub, ele era apenas um bandido comum. Eu era o chefe da p***a do morro e do CV ao lado do Terror e com uma ordem minha ele estaria morto.
Sair daquele lugar com raiva, sem vontade de comer. Biruta desde que ficou maluco pela Milene tem sido um filho da p**a, diz que ama a mina, mas sufoca ela para c*****o. O Terror tem ciúmes da Liana, mas ele não faz nada disso com ela. Beleza que no inicio ele surtou, mas eu não acredito que ele tenha batido nela.
Mas eu não tenho nada haver com essa p***a, não tenho nada haver com essa relação dos dois e nem pretendo me envolver, apenas não aceito que ele ofenda a Sereia, pois ela não é nada disso que ele fala. Alias, eu não deveria ta me importando com essa p***a, aquela mina não significa nada para mim.
É só sexo, tudo o que quero com ela é isso e mais nada. E desejo que ela se recupere rápido, que consiga aguentar o meu ritmo de sexo e para isso, eu fui a farmácia e comprei analgésicos e pomada para ajudar na recuperação.
Seguir em seguida para casa dela e quando entrei, ela estava sentada na mesa comendo, quando me viu se levantou.
— Você…
— Faz um desses para mim, to varado de fome — ordenei e sem questionar ela foi até a geladeira e pegou os ovos.
Sentei-me na cadeira observando-a, enquanto preparava o sanduiche para mim, ciente de que ela faria qualquer coisa por mim, pois eu estava pagando e se eu parasse de pagar era obvio que ela iria embora, pois um anjo como ela, nunca ficaria com um demônio como eu.
— Você está bem? — perguntei e ela me olhou surpresa.
— Eu… eu estou dolorida — sussurrou sem graça.
— Trouxe analgésicos, quero que se recupere rápido, pois todos os dias eu vou te visitar — afirmei e ela ficou sem graça.
— Todos os dias? E as suas outras mulheres? — alfinetou.
— Sou homem o suficiente para dar 1, 2, 3 ou mais. Isso não é problema para mim, Alice — sussurrei deixando-a sem jeito.
Ela me entregou o p*u pronto, em seguida encheu meu copo com suco de laranja. Eu fiquei parado observando aquela situação.
— Imperador, eu queria te pergunta pela Milene, sei que estou aqui para fazer sua vontade e queria saber…
— Não posso fazer nada pela sua prima, fique longe dela para evitar problema, fique longe do Biruta, entendeu? — perguntei.
— Mas…
— Isso é uma ordem, Alice. Fique longe da Milene e do Biruta, entendeu? Não se aproxime deles dois para o seu bem. Isso não é um pedido é uma ordem — rosnei.
Ela não questionou, agradeci por isso, não tinha nada haver com o b.o da Milene e sabia que se continuasse desse jeito, a mina iria acabar morrendo, mas isso não era da minha conta, eu não tinha nada haver com isso.