Quando a Leninha veio me entregar as roupas, eu não tive como escolher, já estava tudo pronto e mesmo sendo coisas sensuais e vulgar, eu não tinha o que fazer, apenas aceitar aquela situação.
Ela falou Debora, a mulher do Imperador, a patroa desse lugar, a que dorme na cama dele e eu mesmo sem sentimento me senti m*l, pois eu estava ali e sabia qual seria a minha relação com aquele homem e mesmo assim, não tinha muito o que fazer. Sem jeito apenas me senti a pior pessoa do mundo e implorei a Deus para que ele me esquecesse, que dissesse que vai aceitar meu dinheiro, me desse a oportunidade de trabalha, mas eu me enganei quando ele apareceu na madrugada e me agarrou, deixando claro que faríamos sexo.
Mesmo sendo intimo, eu deixei claro para ele que eu era virgem, que nunca havia feito sexo antes e que precisava que fosse com calma, mas ele deixou claro que não tinha amor e eu não esperava isso dele.
Mesmo que confuso, não resistir, vir seus olhos pegando fogo, estava em chamas por mim e isso ficou nítido. Sem pudor, ele tirou a camisa me dando a visão do seu abdômen trincado, o braço coberto de tatuagem, o cabelo bagunçado, o olhar feroz.
Ele se sentou na poltrona, ficou me admirando, meu corpo vermelho, pegando fogo de vergonha.
— Tira a camisa, deixa eu ver seu corpo pelado — pediu como um predador.
Não resistir, era como se o meu corpo estivesse no automático. Tirei a camisa de forma delicada e em seguida joguei sobre ele que cheiro e sorriu para mim.
Ele se levantou apresado, segurou minha cintura, me mantendo presa a ele, seus olhos em contato com o meu colocou meu corpo todo em choque.
Ele segurou meu cabelo com força, beijou meu pescoço, seus lábios estavam quente, arrepiaram a minha pele, tentei controlar, mas o gemido saiu involuntário.
— Ah… — mordi os lábios com força.
— p***a! Eu devo ser muito filho da p**a, vou tirar o anjo do caminho — sussurrou no meu ouvido.
Ele me jogou no meio da cama, veio por cima, não beijou a minha boca, mas passou sua língua no meu pescoço, no meu rosto, desceu até meus s***s, lambeu, mordiscou com intensidade.
Não era possível que eu estava gostando de ser tocada daquele jeito, por um homem que deixou claro que a nossa relação seria apenas sexo.
— Eu tenho regras, as mulheres para mim são objeto de sexo, eu uso apenas para isso. Não gosto que me toquem, não gosto de beijos na boca, não dou prazer a elas, mas… eu estou ficando louco, eu quero te chupar toda, quero ver seu rosto vermelho de vergonha, enquanto descobre o prazer, enquanto me ver te querendo, te sugando — falou fazendo meu coração disparar.
Ele arrancou minha calcinha com brutalidade, passou a língua na minha b****a com intensidade, sugando meu clítoris me fazendo se contorcer de prazer, aquele homem estava mesmo me enlouquecendo, querendo me deixar maluca de tanto desejo.
Segurei os lenções me derramando em sua boca, ele sugou todo meu liquido e se afastou sorrindo, ele olhou para mim em seguida tirou a bermuda e a cueca, eu babei no seu corpo, mas quando meus olhos foram na direção do seu p*u, eu me encolhi fechando as pernas.
— Não! Eu não…
— Você o que? Não aguenta? Eu te deixei lubrificada — falou passando a mão na minha b****a.
Ele estava sendo calmo e eu sabia que era porque queria me comer, que depois que eu abrisse as pernas e me entregasse, ele mudaria completamente, mas mesmo assim, eu cedi.
Deixei ele deitar em cima de mim. O safado colocou o p*u na minha entrada e devagar foi entrando, sentir as minhas paredes apertando, a dor era insuportável.
— Ai! — grunhir arranhando suas costas.
— p**a que pariu, você é virgem mesmo — vociferou. — Confie em mim, eu quero você agora, relaxa, eu vou entrar de vez, mas depois vai ficar gostoso — sussurrou me deixando maluca.
Ele entrou com força na minha b****a, eu senti a barreira rompendo. Ele tentou se controlar, mas não conseguiu.
— Diz que eu posso me mover, p***a! Diz que eu…
— Ah! Se mova por favor — implorei e feito um animal ele se moveu.
O Imperador olhou para mim, naquele momento eu senti vontade de beijar, mas não tive coragem, eu fechei meus olhos, deixei ele conduzir.
Imperador sugou meus s***s se moveu sem parar nem por um segundo, duro, forte.
Ele grudou o rosto no meu, tocou meus lábios.
— Sereia mesmo, c*****o! Você é quente e apertada demais. Eu vou te moldar ao meu jeito — falou firme.
Ele foi mais fundo, eu senti minhas paredes tremendo, doendo, o p*u dele pulsando e juntos chegamos ao limite, ele se derramou dentro de mim.
O Imperador saiu de dentro de mim, seu p*u estava sujo de sangue, o sangue da minha inocência, o sangue da minha virgindade, a prova de que eu era dele.
Aquilo me fez pensar na merda que eu tinha feito, em como fui louca de me entregar para um homem casado que nunca vai me assumir e sim me tratar como uma p**a, quando eu entreguei para ele a minha pureza.
No momento de desespero me levantei apresada, queria correr, fugir dele, mas ele foi mais rápido e me alcançou, segurando meu pescoço com força.
— Que p***a pensa que ta fazendo, c*****o? — grunhiu.
— Eu… eu quero ir ao banheiro, a gente já fez o que você queria — falei nervosa.
— Então você não mentiu, era mesmo virgem. Cachorra do c*****o, você se fodeu, eu te prendi e enquanto estiver vivo, você não tem direito de sair dessa p***a de favela. Você é minha, entendeu? — perguntou. — Responde, p***a — grunhiu.
— Entendido, não precisa gritar comigo — pedi me tremendo.
Ele me soltou na hora, eu corri para o banheiro e implorei para que ele fosse embora, para que me deixasse sozinha naquela casa, para que eu pudesse chorar e me arrepender da merda que eu fiz.
Porém, as coisas não seriam como eu queria, sentir o cheiro forte de maconha invadir o quarto, senti-me asfixiada pelo cheiro, abrir a porta após tomar banho, enrolada em um lençol e ele ainda estava ali, pelado, com o p*u sujo do meu sangue, com o lençol sujo. Parecia querer ver o que fez apenas para alimentar seu ego.
— Pensei que tivesse ido…
— Vou dormir aqui — falou firme.
— O que? Você disse que não dorme com…
— Eu falei que vou dormir contigo? Eu não quero ir para casa, pois a Debora esta apertando a minha mente, vou passar a noite aqui e você pode dormir entendeu? Eu vou dormir nesse sofá — falou firme.
Eu não disse nada, meu coração acelerou, pois eu iria me senti muito triste se ele me abandonasse como se eu fosse um lixo, mas vai ficar, não por me amar, mas para fugir da mulher que aperta a mente dele.