Aquela mulher não tinha para onde correr, ela estava ali cercada por um lobo, eu era um predador nato e ela uma menina inocente, mas que estava disposta a ficar comigo para sobreviver e isso era realmente o que importava para mim.
Eu não queria perder tempo, queria sentir a minha nova aquisição, mas antes disso, eu precisava resolver alguns b.os do comando com o Terror e por isso após deixar ela em casa, ordenei aos vapores para ficarem na atividade e me avisar tudo relacionado a sereia.
Subi na minha moto e em silêncio, eu seguir para o Alemão, assim que cheguei na casa do Terror fui atendido pela mini Liana. Graças a Deus, depois que tirei Debora do caminho dela, nós temos uma relação melhor.
— Tio Bruno! — ela me abraçou.
— Princesa do tio, cadê o seu pai? — perguntei me abaixando.
— Tio, o meu papa estava brigando com a minha mama, pois ela foi para a praia de biquíni e eu fui junto, mas não conseguimos ficar muito tempo, ele fica nervoso — disse gargalhando.
Na cabeça da pequena aquilo era uma brincadeira, mas eu não conseguia entender o ciúmes do Jeferson, eu não me via vivendo isso.
Pensei em responder, mas o meu amigo desceu as escadas apresado, eu me levantei esperando por ele que fez toque.
— Perdão! Eu estava resolvendo uma situação com a Liana e…
— A Amanda me falou! Eu não consigo entender essa sua surtada e o amor que sente, não me vejo sendo um homem apaixonado — disse sorrindo.
— Um dia, você vai conhecer uma mulher e ela vai te enlouquecer, só assim vai entender o que estou falando quando fico com a Liana e o poder que ela tem sobre mim, um poder do c*****o — disse firme.
Eu fiquei observando, aquela situação toda, era complicado para c*****o. Eu não tinha como perder tempo com isso, ficar maluco de ciúmes por uma mulher.
— Não vamos pensar nessa, merda! Vamos apenas organizar as pautas do comando, eu tenho uma carne nova me esperando e to doido para me enterrar nela, tem uma cara de sonsa, daquelas que parece virgem, mas não é, pois é impossível mulheres virgem atualmente — declarei sorrindo.
— Não fale isso, pois nada é impossível e você sabe muito bem disso — afirmou sorrindo.
Nós dois saímos da casa dele e seguimos para a Rocinha, iriamos acertar para fazer um churras e um campeonato de futebol lá. Aliais, acho que com a carne nova, a Liana se daria muito bem, pois ela nunca transou com o Terror, nem com ninguém no morro, a não ser que eu esteja completamente enganado.
[…]
Depois de um dia cansativo com Terror, eu decidi puxar meu carro, estava cansado demais e assim que cheguei na mansão, Debora me esperava com uma camisola minúscula e os braços cruzados.
— O que você pensa que ta fazendo? — perguntei bravo.
— O que eu penso? Isso é hora de voltar para casa? Quem pensa que é? Estava comendo que p**a dessa vez? Meu ódio é saber que você deixa a Liana me pisar, não me defende como sua mulher, mas eu sou a sua mulher — gritou nervosa.
— Não fode que eu não coloquei aliança na p***a do seu dedo. Vai se f***r para lá e me deixa em paz. Fica ai com sua guerra que eu vou viver a p***a da minha vida — rosnei me afastando dela.
Sair daquela casa furioso, meu desejo no primeiro momento era fumar um back, mas a imagem da sereia veio a minha memoria e eu decidi que iria aproveitar o momento.
Seguir no rastro da casa, ela já tinha confirmado que ficaria comigo, então não tinha como negar a b****a, não tinha como me deixar sem ter ela. Eu sair daquele lugar destinado.
Quando abrir a porta da casa, o silêncio era absoluto. Ela provavelmente, nem sabia que eu tinha a copia da chave, não sabia que eu tinha colocado meus vapores atrás dela para seguir e me contar tudo o que ela faz e provavelmente, já deve ter recebido as roupas que ordenei.
Subi as escadas devagar, assim que abrir a porta meu p*u pulsou na calça, ela usava uma calcinha fio dental e uma camiseta curta estilo croped preta de alças. Seus longos cabelos estavam bagunçado e a b***a empinada.
Sem pedir licença, eu a puxei pelas pernas acordando-a assustada. Ela tremeu, ainda de olhos fechados.
— Não, não encosta em mim — gritou.
Eu deitei roçando meu p*u na sua b***a, ela abriu os olhos.
— Vim cobrar por sua estadia aqui — sussurrei no seu ouvido e ela arrepiou.
— Desse jeito, espera…
— Não tem o que esperar. Você é gostosa para c*****o — dei uma tapa na b***a dela. — Sabe o que eu estou imaginando, sua boquinha engolindo o meu p*u — falei mordendo sua orelha.
— Por favor, espera — ela falou tentando sair dos meus braços e quando conseguiu respirou.
— Qual é, ta de cu dose para meu lado, a gente acertou sexo, esqueceu? — perguntei bravo.
— Não esqueci, mas eu pensei que você teria paciência, que me daria um tempo — tentou explicar.
Não resistir e gargalhei.
— Um tempo? Essa é nova — disse com ironia.
— Tem que ser agora e do seu jeito? Eu… eu… eu…
— Você o que p***a? Qual é a palhaçada da vez — perguntei nervoso.
— É que eu nunca fiz isso antes, eu nunca transei com ninguém, nunca tive um namorado antes — confessou.
Como era possível, ela não era uma menina jovem, aparentava ter seus 23 anos e estava afirmando que nunca transou? Como uma coisa dessa pode aparecer na mão de um predador? Isso não é possível, mas aconteceu e eu não vou recuar.
— Virgem? Isso é interessante. Mas nessa favela, não existe virgens? Você é menor de idade? — questionei.
— Não, eu sou maior, tenho 23 anos, porém, eu nunca tive tempo para namorar, tenho vergonha — afirmou abaixando a cabeça.
— Mulheres virgens se apaixonam fácil, mas eu sou o oposto de você. Transo com todas, adoro compartilhar mulheres com outros homens e não apego a ninguém, eu nunca vou dormir na sua cama, nunca vou ser fiel a você, nunca vou te amar. Então se apaixone por mim. Posso fazer amor essa noite, mas depois disso, eu vou t*****r com força com você, sem beijo, sem toque, sem sentimento, apenas sexo — grunhir.
— Eu sei disso, sei que não tem como você me assumir, pois tem uma mulher e se ela souber de mim, vai me bater. Nunca pensei em ser amante, ser proibida, mas aqui estou eu, indo de encontro a tudo que sei que é certo, por medo. Você disse que não me deixa ir e se eu sair daqui, não sei apenas o seu brinquedo, serei de todos, então, por favor, apenas respeite a minha primeira vez e não me faça se senti um lixo pior do que estou me sentindo agora — sussurrou se tremendo.
Eu nunca fui de piedade, mas se essa era a vontade dela, eu iria fazer uma merda, iria ser cuidadoso, iria fazer amor, sem beijo, mas tocando ela com carinho e respeito.