Capítulo 1 – Imperador

1342 Words
Eu me sentia mesmo um Imperador quando estava diante da minha favela, depois de assumir o Comando ao lado do Terror e ter uma posição de poder. Isso era bom, pois quanto mais eu enfrentava as guerras e lutava, mas pessoas eu tinha perto de mim, mas mulheres me desejavam e eu conseguia me manter como o rei desse lugar. O Vidigal era minha casa e aqui o que eu faço é lei. Ao meu lado este meu braço direito. O Biruta, ele sempre foi 10 por 1 e nunca deixou a desejar, mas desde que começou a se envolver coma filha da Lívia está perdido. Deve ser essa p***a de amor que o Terror diz senti pela Liana e eu não conheço e nem faço questão, a Debora é minha p**a, mora comigo e me serve quando eu quero. Não cobra nada, tira onda de mulher, mas não chega nem perto da minha cama ou do meu quarto. Aquele lugar lá é sagrado. Estava distraído fumando um back, quando um dos vapores se aproximou, eu ordenei que ele ficasse de olho nas ações do Biruta. Pois se fosse algo demais, eu iria parar, antes que ele fizesse merda. — Solta a fita, Bola — ordenei. — Chegou uma mina na favela, pelo visto é prima da Milene. O Biruta deu maior tapão na cara e disse que vai manter refém até a outra lá voltar — falou firme. — Que c*****o, esse cuzão ficou maluco? O que ele ta querendo que o conselho caia matando em cima de mim? O fato de eu ser filho do Alemão não salva ele dessa p***a — falei frio. — Então corre na entrada do morro, a mina ta encurralada. Ele até ligou para a Milene e disse que se ela não voltar, vai matar e… — Não sou babá não, p***a! — grunhir bravo. — Sei disso chefe, se as coisas saírem do controle eu te informo, vou ficar atento aqui — ele declarou desligando o rádio. Eu não tenho como controlar o Danilo, mas ele ta fazendo merda para p***a e isso pode ser um grande problema para mim. Mesmo contrariado, eu desci o morro, seguir para a entrada e lá estava a cena, ele com o revolve apontado para a cabeça da mina, que estava acuada, sentada no chão, com o rosto vermelho, mas mesmo suja de terra e com o rosto molhado de lagrimas, eu conseguir observar sua beleza. Seus olhos eram verdes, seus lábios carnudos, a pele alva feito a neve, longo cabelão ondulado, a mina era a p***a de uma sereia de tão bonita, parecia do tipo que deixava um homem louco e tudo o que conseguir imaginar foi o meu p*u na boca dela. — Que p***a é essa, Danilo? — perguntei. — Qual é, Imperador? Essa mulher é parente da Milene, aquela v***a fugiu esperando meu filho, então eu vou matar essa p**a aqui! Puxou ela pelo braço. Colocando-a de pé, a mina tremia tanto que eu não conseguir fingir que não estava vendo aquilo. — Olha lá, a mina ta com medo — desdenhei e todos gargalharam. — Solta a fita, sereia. De onde veio e o que quer no meu morro — perguntei segurando seu rosto. Seus olhos em um momento cruzaram os meus e eu senti um arrepio percorre todo o meu corpo. — O gato comeu a sua língua por acaso? — gritei com fúria nos olhos. — Do que adianta eu falar? De qualquer forma, você e esses homens vão me manter presa ou matar, não quero resistir, me mata e pronto — falou me desafiando. — Pelo visto, você não tem noção de com quem está lhe dando — apertei o rosto dela com força. —Não seria pior do que ser vendida por 1 milhão de dólares pelos próprios irmãos. Eu não me importo se tiver que morrer aqui, pelo menos vou ver a minha mãe — a voz dela falhou. Pelo o pouco que vi, a mina era quebrada para c*****o e estava sofrendo por algum motivo que eu ainda não sabia e não era minha conta. — Não, você se enganou. Vou te mostrar que pode ser pior. A morte é algo que resolve qualquer problema, no seu caso, quero viva se rastejando — disse frio. — Danilo, eu to aqui, solta a minha prima — Milena chegou desesperada. — Filha da p**a, iria fugir grávida, nem fodendo — ele segurou o braço dela. — Desculpa, eu não fujo mais, eu prometo que não fujo — Milene chorou para ele. — Patrão, pode soltar essa dai, a Milene já voltou e vou levar ela comigo para minha casa — falou firme. — Não, eu não vou soltar ela. Tirou onda com minha cara e eu decidi que vou ensinar a ela o que acontece quando o patrão é desafiado — falei frio. — O que? Eu… eu… — Perdeu a língua? Pensei que iria responder com ousadia como fez antes — gargalhei. — Por favor, eu estava assustada e nervosa — tentei me explicar. — De qualquer forma garota, o que vai ser de você? Ou Biruta, você vai assumir as duas? — perguntei sorrindo. — Não! Uma já dar trabalho demais, por mim essa se ferra — ele disse com frieza. — Por favor, Danilo. O que vai ser da minha prima, deixa ela vir comigo, eu te imploro, nós duas só temos uma a outra agora — falou tremendo. — E a tia Lívia, minha prima? — questionou. — A mamãe, ela foi morta, eu tenho que te contar, mas… — Chega Milene, não me importo com essa sua prima, você vem comigo — grunhiu arrastando a mina pelos cabelos. A outra tremeu, ela pareceu entender o que estava acontecendo ali e eu… eu não queria saber de p***a nenhuma, iria fazer o certo, iria mostrar quem manda na favela. — Por favor, eu… eu vou embora e… — Quem disse que pode ir embora? Nem fodendo eu te deixo sair desse c*****o! Na verdade, pelo que falou, sua mãe morreu? A sua tia ta morta, a Milene é prisioneira do Biruta e você uma pobre desesperada por ajuda, implore a minha ajuda, sereia — apertei seu rosto. As lagrimas molharam seu rosto. — E como você pode me ajudar? Me deixa ir embora e… — Acha que vai sobreviver a essa cidade? Sozinha, sem a minha ajuda, você vai virar brinquedinho ou p**a. Não tem escolha — afirmei encostando meu rosto no dela. Seu olhar apavorado, o pânico nos olhos, aquela garota sabia o que estava acontecendo ali. — Por favor, me ajude — falou rendida. Era isso que eu queria, o domínio da situação, da garota. Queria f***r com ela com força, queria marca aquele corpo, não sou piedoso, mas vejo oportunidades, vou ajudar, mas ela precisa pagar e como não tem dinheiro, vai fazer isso com o corpo. — Ou você, quero que arranje um barraco arrumado, a mina vai morar na favela — declarei com ironia. Ela era tão ingênua que não percebeu. Abriu um sorriso para mim. — Obrigada, eu… eu nem sei como agradecer — sussurrou sorrindo. Na hora certa você vai saber como agradecer, Sereia, não se preocupe que vou cobrar com juros essa caridade. Soltei o rosto dela devagar, a mina estava apenas com a roupa do corpo. — Ou Bola, pede a Leninha para mandar as melhores roupas para ela, coloca comida na casa dela também — disse sorrindo. Ela paralisou, tirou um envelope do bolso. — Moço, eu tenho um dinheiro nesse envelope, ele pode pagar pelo aluguel da casa e as roupas e comida. Amanhã quando eu acorda vou procurar um emprego para me manter — falou inocente. — Guarde esse dinheiro para você — entreguei a ela de volta. Nunca aceitaria dinheiro, quando o que eu quero de verdade é a b****a dela, o corpo pelado na minha cama. E ela era tão inocente que não percebia isso, não percebia a minha verdadeira intenção.
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