CAPÍTULO 8 — TUBARÃO NARRANDO
Eu ainda estava tentando entender o que aquela mulher tinha feito comigo quando abri a porta do carro e entrei. Juju veio logo atrás, e assim que fechou a porta, o silêncio dentro do veículo pareceu completamente diferente do barulho que deixamos do lado de fora. A música do pagode continuava distante, abafada pelos vidros, mas eu só conseguia prestar atenção nela. Naquela boca que tinha me beijado primeiro. Naquele olhar que agora parecia fugir do meu. Na maneira como ela respirava mais rápido, como se também não soubesse direito o que estava acontecendo.
— Você é sempre impulsiva assim? — perguntei.
Ela soltou uma risadinha nervosa.
— Não.
— Ainda bem.
— Por quê?
Me aproximei.
— Porque eu não sei se conseguiria acompanhar.
Ela me olhou por alguns segundos e, antes que pudesse responder, me beijou novamente.
Dessa vez, não havia desculpa.
Não havia bebida para colocar a culpa.
Ela simplesmente queria.
E aquilo mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.
Passei uma das mãos pela cintura dela e a puxei para mais perto. Juju se aproximou sem hesitar, e o beijo ficou mais intenso. Eu estava acostumado com mulheres que sabiam exatamente o que queriam de mim, mas havia alguma coisa diferente naquela garota. Ela parecia descobrir a própria coragem enquanto estava comigo.
Quando nos afastamos por um segundo, ela respirou fundo.
— Eu não faço isso.
— Já percebi.
— Então não fica me julgando.
— Não estou julgando, p***a nenhuma.
Ela sorriu.
— Você fala muito palavrão.
— E você gosta.
— Talvez.
— Então estamos entendidos.
Ela riu e voltou a me beijar.
Minha mão deslizou pela cintura dela até a b***a, sentindo a pele quente por baixo do tecido. O perfume dela tomou conta do carro, misturado ao cheiro da noite e ao resto da bebida que ainda carregávamos. Eu já tinha esquecido completamente que havia ido ao pagode encontrar Jorge. Esqueci Bruna. Esqueci a mensagem que tinha combinado. Esqueci tudo.
Só existia aquela mulher.
Até que Juju levou as mãos ao próprio vestido.
Ela hesitou por um instante.
Depois começou a tirá-lo.
Fiquei olhando, completamente parado.
— c*****o…
Ela ficou sem graça.
— O quê?
Passei a língua pelos lábios, tentando recuperar algum controle.
— Você está tentando acabar comigo?
Ela soltou uma risada tímida.
— Talvez.
O vestido deixou de esconder a beleza que eu tinha imaginado desde o momento em que a vi no bar. Juju era ainda mais bonita de perto. O corpo delicado e curvilíneo, a pele bronzeada, os cabelos compridos caindo pelos ombros. Ela parecia completamente diferente daquela mulher que tinha chegado ao pagode procurando as amigas.
E eu estava ficando louco.
Não apenas porque ela era linda.
Mas porque ela parecia querer aquilo tanto quanto eu.
Ela se aproximou novamente e me beijou.
Dessa vez fui eu quem perdi completamente a linha.
Segurei sua cintura e a puxei para cima de mim, sentindo o coração bater mais forte e meu p*u pulsar embaixo do short. O beijo ficou intenso, cheio daquela vontade acumulada desde o primeiro olhar. Juju segurou meu rosto e me beijou como se tivesse passado tempo demais esperando para fazer aquilo.
E foi aí que percebi uma coisa.
Ela não estava simplesmente tentando me agradar.
Ela queria viver aquilo.
Queria sentir.
Queria esquecer alguma coisa.
Talvez até esquecer a própria vida por algumas horas.
E aquilo me deixou ainda mais louco.
Porque eu conhecia mulheres que queriam minha atenção, meu dinheiro, meu nome, minha posição.
Juju não parecia querer nada disso.
Ela nem sabia quem eu era.
Para ela, eu era simplesmente um homem chamado Tubarão.
E, naquela noite, isso me atingiu de uma maneira que nenhuma mulher conseguia fazer.
— Você tem certeza? — perguntei baixo.
Ela abriu os olhos e me encarou.
— Tenho.
— Não quero que faça nada porque está bêbada.
— Eu sei o que estou fazendo.
— Juju…
Ela colocou um dedo sobre meus lábios.
— Eu só quero esquecer um pouco.
A frase me fez parar.
Não sabia o que ela queria esquecer.
Não sabia quem tinha machucado aquela mulher.
Não sabia absolutamente nada.
Mas naquele momento entendi que havia alguma coisa por trás daquele olhar.
E, por alguma razão que eu não conseguia explicar, não quis perguntar.
Apenas a puxei novamente para perto.
Ela se entregou ao beijo, e eu senti uma coisa que não sentia havia muito tempo.
Vontade.
Não apenas aquela vontade física que eu conhecia tão bem.
Era curiosidade.
Eu queria saber quem ela era.
Queria descobrir por que uma mulher como aquela estava sozinha num bar.
Queria entender por que ela parecia tão determinada a viver aquela noite como se o amanhã não existisse.
E isso era perigoso.
Muito perigoso.
Porque eu nunca tinha sido homem de fazer perguntas.
Eu pegava, aproveitava e ia embora.
Sempre foi assim.
Mas com Juju estava diferente.
Ela me beijava e parecia querer arrancar de mim tudo aquilo que eu tinha aprendido a esconder.
Passei a mão pelos cabelos dela e a encarei por alguns segundos.
— Você é uma tentação do c*****o. Gostosa.
E chupei os p****s dela que estavam na minha frente. Gata demais, deliciosa pelada.
Ela sorriu e sentindo prazer com meus toques.
— Você também não é exatamente fácil de ignorar.
— Ainda bem.
Ela riu.
E me beijou outra vez.
Naquele momento, eu não sabia onde aquela noite terminaria.
Não sabia o que aconteceria quando o sol nascesse.
Não sabia que aquela mulher tinha um passado que ainda doía.
E muito menos sabia que, quando descobrisse quem ela realmente era, minha vida ia virar uma p***a de cabeça para baixo.
Naquele instante, eu só sabia de uma coisa:
Eu queria comer aquela mulher.
E, pela primeira vez em muito tempo, não estava pensando em como aquela noite terminaria.
Só queria que ela continuasse.
Tirei meu p*u para fora, e ela começou a sentar, sentar cheia de tesao, gemendo gostoso.
A b*******a molhadinha apertadinha, parecia que estava a tempos sem t*****r. Até que ela me diz que quer me dar de quatro, e nós dentro de um carro… pulamos para o banco de trás e comecei a meter gostoso na safada de quatro, deliciosa com aquela b***a empinada. Senti ela gozar no meu p*u, e pedindo mais e continuava. Sentei no banco de trás bem no meio do carro e aí ela começou a sentar de costas para mim, p**a merda irmão. De onde essa menina veio, quem é ela?
Senti ela gozar novamente no meu p*u. Meu p*u duro, latejava dentro dela, a b*******a cada vez mais molhadinha.
Que mulher maravilhosa. Até que gozei grande na b****a dela, a b***a toda vermelha de tanto tapa que recebeu.
Cara de safada do c*****o.
Terminamos e aí sentamos um do lado do outro no banco de trás mesmo.
Pegamos no sono.