Capítulo 05 Miguel

1154 Words
Miguel Narrando Segurei a cintura dela com mais força, sentindo a respiração quente dela contra minha pele. Maíra estava, parada, olhando pra mim com aqueles olhos grandes, os lábios vermelhos, inchados do beijo que eu acabei de roubar. Ela ofegava, o peitö subindo e descendo rápido, e isso só me atiçava mais. Passei o polegar devagar pelos lábios dela, sentindo a textura macia. — Você não tem ideia do que faz comigo, né? — sussurrei, a voz rouca, carregada de desejo. Ela piscou algumas vezes, parecendo tentar organizar os pensamentos. Mas a verdade era que eu já tinha bagunçado tudo. — Miguel... a gente... isso não pode... — A voz dela saiu trêmula, e eu juro que tentei respeitar. Mas como respeitar algo que ela mesma não queria parar? Inclinei a cabeça e deixei um beijo leve no canto da boca dela. — Não pode ou não quer? — falei, deslizando a ponta do nariz na pele quente dela. — Não... não pode... — Ela repetiu, mas a forma como agarrou minha camisa denunciava que era mentira. Sorri contra a pele dela e desci os lábios para o pescoço. — Então por que você tá tremendo desse jeito? — provoquei, sentindo o cheiro doce que vinha do corpo dela. Ela prendeu a respiração e tentou se afastar, mas minhas mãos apertaram sua cintura, puxando ela de volta. — Porque você tá perto demais... — A voz dela saiu quase num sussurro, e eu senti o arrepio na pele dela. — Perto assim? — Deixei mais um beijo no queixo dela, subindo devagar até alcançar os lábios de novo. Ela fechou os olhos e eu aproveitei a oportunidade. Beijei de novo, dessa vez mais calmo, mais explorador. A boca dela era um vício. Ela gemeu baixinho contra meus lábios, e isso fez algo dentro de mim explodir. — Você é linda demais... — Falei contra a boca dela, a segurando com mais força. — Miguel... — Ela tentou falar, mas eu não deixei.....Outro beijo. Ela tentou de novo. — Isso... isso não pode... – E eu roubei mais um beijo, dessa vez mordendo de leve o lábio inferior dela. — Não pode ou não consegue parar? — perguntei, vendo os olhos dela brilharem de desejo e confusão ao mesmo tempo. — Eu... eu não sei... — Ela confessou, e meu ego cresceu ainda mais. Ela me queria tanto quanto eu queria ela. — Então deixa eu te mostrar. – Colei nossos corpos e a beijei de novo, mais intenso, mais quente. As mãos dela subiram pro meu peitö, apertando o tecido da regata. Ela era toda certinha, toda controlada, mas agora... agora estava derretendo nos meus braços. Quando me afastei um pouco, ela respirou fundo, tentando recuperar o ar. — Eu não devia estar fazendo isso... — falou, fechando os olhos por um segundo. — Mas tá. — Sorri de canto, levando a mão ao rosto dela. — Porque a gente quer isso há tempo demais. — Ela abriu os olhos e me encarou. — Você tem noção da merdä que isso pode dar? – Falou olhando dentro dos meus olhos. — Tenho. — Roubei mais um beijo rápido. — Mas também tenho noção da merdä que seria se a gente fingisse que não sente isso. – Ela mordeu o lábio, e aquilo me fez querer atacar de novo. — Miguel... eu... — Ela parecia tentar achar palavras, mas cada vez que tentava falar, eu roubava mais um beijo. Cada palavra dela vinha entre suspiros e gemidos baixos, me deixando ainda mais louco. — Você... você é impossível... — disse, sem fôlego, quando me afastei alguns centímetros. — E você é deliciosa... — sussurrei, mordendo de leve a curva do pescoço dela, sentindo seu corpo arrepiar de novo. Ela empurrou meu peito de leve, mas sem convicção nenhuma. — A gente... a gente tem que parar... Outro beijo. — Tem mesmo? — Passei a mão pelo quadril dela, sentindo a pele quente sob o tecido fino. — Tem... — Mas a palavra saiu sem firmeza, como se ela não acreditasse nela mesma. Agarrei a nuca dela e puxei seu rosto de volta pro meu. — Então diz olhando nos meus olhos. Diz que quer que eu pare. – Ela piscou, confusa. — O quê? – Aproximei nossos rostos até que nossos narizes se tocassem. — Diz que não quer isso. Que não quer minha boca na sua. Meu corpo colado no seu. Minha mão na sua pele. Diz e eu paro agora. – Ela ficou muda. O peito subia e descia rápido, os olhos presos nos meus.... O silêncio dela foi minha resposta. Sorri, vitorioso, e beijei novamente. Agora sem pressa, sem receio, sem desculpas. E ela correspondeu. Porque, no fundo, ela não queria que eu parasse. Com ela presa nos meus braços, a levei até a sala de jantar e deitei seu corpo sobre a mesa. Ela, toda linda, deitada sobre a mesa, me olhando com aqueles olhos carregados de desejo. Deslizei a mão por baixo do regatão e percebi que ela estava só de calcinha. Subi a mão devagar, explorando cada curva, sentindo a pele quente e macia. Quando minhas mãos grandes tocaram nos p****s redondos que eu sempre admirei, meu paü pulsou na hora. — Tu acha que eu vou fazer alguma coisa que você não queira, gostosa? — murmurei contra os lábios dela, mordendo de leve antes de descer pelo pescoço. — Miguel... — A voz dela saiu arrastada, pesada, carregada de desejo. Aquela porrä me deixou ainda mais duro. Com ela aqui, deitada sobre a mesa, entregue pra mim, e eu só conseguia pensar no quanto já esperei por isso. — Um tesãö do carälho te ver assim... — sussurrei contra a pele dela, descendo a boca até o colo. Ela arqueou as costas, empurrando o peito contra minhas mãos, pedindo mais sem precisar dizer nada. Apertei com força, arrancando um gemido baixo dela, e porrä... aquilo quase me fez perder o controle. — Para de me olhar assim... — ela sussurrou, mordendo o lábio. — Assim como, hein? — provoquei, descendo a boca devagar, distribuindo beijos pelo caminho. — Como se fosse me devorar... — Ela fechou os olhos e soltou um gemido arrastado quando mordi de leve o bico do seio dela, por cima do tecido fino. — Porque eu vou. – Puxei o reggaeton dela pra cima, e ela levantou os braços, deixando que eu tirasse. Agora, só de calcinha, o corpo perfeito dela tava todo exposto pra mim. Passei a língua devagar entre os s***s, ouvindo outro gemido dela, e continuei descendo, explorando cada pedaço daquela pele quente. Quando cheguei na barriga, desci a mão até a cintura dela e puxei a calcinha pra baixo, sem pressa, sem hesitação. — Agora não tem mais volta, princesa... — falei, olhando nos olhos dela.... Ela não disse nada. Só gemeu e abriu ainda mais as pernas pra mim.........
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