Renata acordou antes do despertador tocar. O quarto ainda estava mergulhado na penumbra, cortada apenas pela luz fraca que entrava pela fresta da janela. Por alguns segundos, ela ficou parada, tentando lembrar onde estava. O teto diferente, o silêncio pesado, o cheiro de café antigo misturado com madeira… então a realidade veio inteira: não era mais o barraco dela. Era a casa de Caíque. Levantou devagar, com cuidado para não fazer barulho. A sensação era estranha — não r**m, apenas nova demais. Pegou a toalha que tinha deixado encostada na parede e foi até o banheiro dentro do quarto. O chão frio sob os pés descalços a despertou de vez. Tomou um banho rápido, prendeu o cabelo num r**o baixo, passou um pouco de creme no rosto. Vestiu a calça jeans mais simples, uma blusa clara e o tênis j

