pedido de namoro e a primeira noite

1532 Words
Três dias depois, uma amiga me chamou para almoçar. Conversamos a tarde toda, foi um dia leve e agradável. Contei que estava conhecendo alguém especial, e ela ficou superfeliz. Passamos no shopping, e eu sorri lembrando do dia em que conheci o Robert ali. Ao chegar em casa, tomei um banho e voltei para o vestido que estava confeccionando, mas meu pensamento estava longe, nele. Como se sentisse minha saudade, ele me ligou. — Acabei de voltar de viagem e não paro de pensar em você. Sorri. — Também pensei em você o dia inteiro... Passei no shopping onde nos conhecemos e não consegui parar de sorrir. — Posso te ver hoje? — ele perguntou. — Vem pra cá, estou sozinha — respondi. — Vou levar uma pizza. Gosta? — Adoro! Desliguei e corri pra me arrumar. Coloquei um vestidinho leve, soltei o cabelo, passei lápis nos olhos e brilho labial. Dei uma ajeitada rápida na sala, deixando apenas o vestido à mostra como parte do meu trabalho. Uma hora depois, ele chegou. A Luíza, minha funcionária, abriu o portão e logo foi embora. Ele estava lindo, com um short jeans, camiseta branca e chinelos. Me olhou com desejo e carinho ao mesmo tempo. — Você é maravilhosa... — disse ele, me abraçando forte e me beijando com saudade. Nos sentamos à mesa. A pizza estava deliciosa — frango com catupiry, portuguesa e cinco queijos. Conversamos, rimos, brindamos com Coca-Cola. Ele me olhava com ternura. — Estou gostando muito de você, Davina. Você é uma mulher incrível. — Eu também estou gostando de você, Robert — confessei, com sinceridade. Nos beijamos. Um beijo intenso, profundo, que parecia parar o tempo. Os toques foram se tornando mais ousados, os olhares mais carregados de desejo... Até que ele parou e disse, respirando fundo: — É difícil me controlar com você... Peguei em suas mãos e o conduzi até meu quarto. Perguntei baixinho: — Posso? Ele assentiu com um sorriso encantador. Começamos a nos despir devagar, explorando cada detalhe com carinho e respeito. Eu me sentia segura com ele, e ele me fazia sentir desejada, admirada. A noite foi mágica, cheia de sensações intensas e cumplicidade. Quando tudo terminou, ficamos deitados, sorrindo, com os corações acelerados e as almas leves. — Vamos pra banheira? — perguntei, brincando. — Claro — respondeu ele, com um beijo doce. Depois de uma ducha rápida, liguei os LEDs da banheira, enchendo o espaço de uma luz suave. Entramos juntos, rimos, trocamos carinhos, e ele me olhou nos olhos, com aquele jeito único. — Você quer namorar comigo? Sorri, emocionada. — Claro que sim. Nos beijamos, nos envolvemos de novo, ali mesmo, na banheira. A sensação era de sonho. Mais tarde, deitados, ele perguntou se eu gostava de filmes de terror. Respondi rindo: — Respondi sorrindo,me deixam excitada! — Então ele disse com olhar de desejo vamos ver um! Durante o filme, os toques voltaram. Nossos corpos se entenderam mais uma vez, entre carícias e beijos, numa sintonia perfeita. Dormimos abraçados. Pela manhã, ele não estava na cama. Fui até a cozinha e me surpreendi: ele havia preparado um café da manhã lindo. Pão, frutas, geleias, suco... e um buquê de flores. — Bom dia, minha princesa — disse ele, me entregando as flores. — Que lindas, amor... obrigada! Nos sentamos. Ele me serviu com todo carinho. — O que você acha de irmos à praia hoje? — Adorei a ideia! Me vesti com um biquíni verde e short preto, por cima uma saída da minha nova coleção. Ele me olhou com admiração. — Como minha namorada é linda... Nos beijamos e saímos. Depois de um tempo na estrada, perguntei: — Onde estamos indo? — Fernando de Noronha. — Sério? Sempre sonhei em conhecer! Ao chegarmos, um amigo dele nos recebeu com brincadeiras e sorrisos. - Ah não acredito que robert desencalhou ? - Robert responder sorrindo ,ja estava na hora né mano e os se abraçaram! em seguida, minha amiga Fernanda apareceu,de surpresa e empolgada. — Amiga! Você aqui? Com o Robert? Nos abraçamos rindo, e então tudo se conectou. Ela explicou a ele que eu era a criadora dos looks dela. então marcos o marido dela sorrir dizendo, _ah é com voce que ela estoura meus cartões? — e eu sorrir respondendo e isso ai , e eles ficaram impressionado, com a consciência. Aquele dia foi um sonho realizado. Estar com ele, vivendo momentos tão intensos e ao mesmo tempo tão leves, era como estar dentro de um filme romântico, só que melhor... era real. Após uma noite de paixão ardente, acordei com o calor do sol atravessando as cortinas do quarto. Abri os olhos lentamente e sorri ao sentir o toque firme do braço de Robert envolvendo minha cintura. Seu corpo colado ao meu, ainda nu, exalava calor e desejo, mesmo em repouso. Virei-me com cuidado, encontrando seu rosto tranquilo, seus lábios entreabertos e o cabelo bagunçado em um charme natural que me fez suspirar. Beijei suavemente seu ombro, e ele abriu os olhos devagar, me fitando com aquele olhar intenso que sempre fazia meu coração acelerar. — Bom dia, minha linda — murmurou com a voz rouca, ainda carregada do sono e do desejo da noite passada. — Bom dia... — respondi, acariciando seu peito com a ponta dos dedos. — Eu ainda estou tentando acreditar que tudo isso é real. — É real, Davina. E eu estou completamente entregue a você — respondeu ele, puxando-me para mais perto, seus lábios encontrando os meus em um beijo lento e profundo. Ficamos ali, entrelaçados, curtindo o silêncio confortável da manhã e o calor de nossos corpos. Quando finalmente nos levantamos, tomei um banho rápido e desci para preparar o café. Robert logo se juntou a mim, vestindo apenas uma calça de moletom, os cabelos ainda úmidos e um sorriso que me fez corar. — Você fica ainda mais linda depois do amor — disse ele, abraçando-me por trás enquanto eu colocava os pães na mesa. O café da manhã foi recheado de olhares cúmplices, risadas e carinhos. A sensação de paz e conexão entre nós era indescritível. Quando terminamos, Robert segurou minha mão e disse: — Quero passar o dia com você, sem pressa, sem compromissos. Só nós dois. E foi exatamente isso que fizemos. Caminhamos pela fazenda de mãos dadas, tomamos vinho sob o sol da tarde, e nos entregamos mais uma vez, como se o tempo tivesse parado só para nós. no dia seguinte ele me surpreendeu com um gesto ainda mais carinhoso. Encostado no batente da porta do quarto, com aquele sorriso de canto que sempre derrete minhas defesas, ele disse: — Pedi para o Osvaldo buscar sua mãe e a Alice. Quero que elas passem o dia com a gente aqui. Quero conhecer mais do seu mundo... e quero que elas conheçam o meu. Meu coração se aqueceu com aquela atitude. Ele não queria só a mim, queria fazer parte de tudo que me fazia ser quem eu sou. E isso incluía as duas mulheres mais importantes da minha vida. Algumas horas depois, escutamos o som do carro chegando na entrada da mansão. Fui até a varanda com Robert e, de lá, vimos Osvaldo ajudando minha mãe a descer do carro com cuidado, enquanto Alice já saltava animada, com seus cachos saltitando ao vento e o sorriso iluminando seu rostinho. Ela correu em minha direção, os braços abertos, e eu me abaixei para recebê-la com um abraço apertado. Robert se aproximou, e ela o envolveu logo em seguida, sem cerimônia, com a espontaneidade que era só dela. Depois se afastou um pouco, olhou para ele com aquela carinha sapeca e disse: — Viu, mamãe? Eu sabia que meu interrogatório no shopping ia ser bom! Todos rimos com o jeitinho engraçado e fofo dela falar, e Robert se curvou, como se estivesse sendo vencido por uma mini investigadora profissional. Minha mãe se aproximou com passos lentos, o olhar varrendo discretamente cada detalhe da mansão. Ela estava visivelmente impressionada — a fachada imponente, o jardim perfeitamente cuidado, os seguranças discretos, mas atentos... tudo fazia parte do universo luxuoso de Robert. — Eu... confesso que achei que vinha para um almoço simples — ela disse, um pouco envergonhada, ajeitando a alça da bolsa no ombro. — Não esperava algo assim... Robert a recebeu com um sorriso gentil, estendendo a mão com delicadeza. — Seja muito bem-vinda, dona Rosa. Aqui é a casa da Davina, da Alice... e agora, também é a sua. Sinta-se à vontade. Ela apertou sua mão com um sorriso tímido e, ao mesmo tempo, emocionado. — Obrigada, meu filho. Você tem sido um verdadeiro cavalheiro. Fomos todos para a área externa, onde a mesa já estava sendo preparada para um almoço no jardim. A conversa fluiu naturalmente, cheia de risos, histórias antigas e pequenas trocas de olhares cúmplices entre mim e Robert. Alice correu pelo gramado, colheu flores para decorar a mesa, e encantou ainda mais Robert com seu jeitinho doce e espontâneo. Ver minha mãe relaxando, sorrindo ao lado dele, e Alice tão à vontade, me fez perceber: eu estava exatamente onde deveria estar. Em paz. Em casa. E cercada de amor.
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