Contrato

1141 Words
Cinco minutos depois, um dos seguranças que também foi rendido no ataque, entrou na caverna. _ A Rapunzel foi vista na torre _ o moreno grandalhão, informou no rádio. _ Por que demorou? _ o ruivo se queixou, saindo do buraco onde estávamos e me ajudou a segui-lo. Não ficamos nem meia hora alí. _ O sinal do chip tá r**m. Vai ter que trocar, chefe. Havia i********e nesta conversa, era como se eles fossem amigos. O Thomas Dream era tão humano com esses caras quanto era comigo. Havia uma cumplicidade entres eles, e agora percebo, entre nós também. _ Vocês gostam me torturar, não é? _ protestou. _ Ninguém faria isso de propósito. _ o segurança, Júlio, soou divertido. _ Desculpa se não acredito _ soou a brincadeira. Mais três caras nos abordaram fora da caverna. Nos vestiram coletes e uma blusa da farda do exército. Estavam nos camuflando. Olhando ao redor, avistei mais de militares do que Imaginei que existissem no mundo. Renderam o grupo de sequestradores e quebraram o esconderijo deles. _ Foi tudo planejado! _ bradei a minha descoberta. _ Garota esperta, Alana. Adoro uma garota esperta! Você é o meu fraco, sabia? Suas palavras me surpreenderam. Eu era o seu fraco? Encarei o ruivo que tinha aquele brilho malicioso no olhar verde intenso. Corei ao compreender que ele esteve flertando comigo o tempo todo. Estou perdida! Nos acomodaram em um carro igual aos outros, e seguimos em uma fila de carros discretos. O Thomas me olhava o tempo todo, e eu corava feito um tomate diante do seu olhar. Chegamos ao hotel e a suíte presidencial dupla. Estávamos no mesmo quarto, praticamente. Nossa bagagem já nos aguardavam. Tomei um longo banho e quando saí, ele estava usando uma calça de malha preta me esperando. _ Você quer conversar sobre o que aconteceu? _ ofereceu. _ Acho que sei. Suponho que o cara no seu escritório na semana passada é o líder do grupo rebelde que nos atacou. Nós nos vestimos diferente dos outros soldados para facilitar a nossa captura. Você sinalizou o esconderijo deles. Nós fomos iscas. _ E você está bem com isso? _ Levando em conta que eu poderia ter sido torturada até a morte, e assistir o mesmo acontecer com você, acho que estou muito bem com isso. Mas estou p**a com você. _ Desculpa, Alana. Foi para a nossa segurança. Seria pior se eles não fossem capturados. _ Mas você poderia ter me dito. _ Não, isso te colocaria em perigo. Não posso partilhar informações sigilosas. _ Eu quero aumento. Estava brava, queria saber das coisas. Não queria um aumento, mas queria que ele compreendesse a gravidade da situação. _ Feito _ falou como se isso não fosse nada. _ O que? Tão fácil! _ Você quer a minha negativa!? _ Quero que você compreenda que estou zangada com você. Olhou em meus olhos _ Eu compreendo, Alana. _ Ótimo _ fiz minha melhor cara brava. Ele gargalhou e eu cruzei os braços. _ Você é muito fofa, sabia? Sei que você está brava, mas é... _ suspirou sorrindo, mudou de assunto _ Pedi serviço de quarto para nós dois. Imagino que você não queira ir para o restaurante. _ Bem imaginado. _ Vou te deixar se vestir _ saiu do meu quarto para a sala compartilhada. Quando o serviço de quarto chegou, eu já estava pronta e fui até a sala onde o jantar foi servido. Jantamos juntos. Imagino que as mulheres que saem com ele se sentem assim, como eu agora, um pouco. _ Scotich, por que aquele homem te chamou assim? _ Sou escocês. _ Não sei de nada da sua vida. _ E quer saber porque? Não conseguia formar uma resposta coerente. Sorri _ Não há um motivo lógico. _ Ainda não acredito que você é virgem, sabia? _ Isso parece perturbar você. _ Só provoca. _ bebeu da sua taça _ Tive uma virgem há uns anos. _ Não me interessa as suas relações _ tentei cortar. _ Não foi uma relação, foi um contrato. _ Um contrato? Você comprou a virgindade dela? Gargalhou _ Você acha mesmo que eu preciso pagar por sexo? _ Não _ soei como se aquilo fosse a maior mentira que eu poderia ter dito. Ele gargalhou baixando o olhar como se pensasse antes de dizer _ Era um contrato de permissão para toca-la de forma íntima, sem sexo. _ Sem sexo! Como? _ Como um namoro adolescente, mais ou menos. Você consegue imaginar? _ Já tive namorado. _ Ele não era bom o suficiente? _ Era um babaca. Seu olhar ficou sobre o meu rosto por uns segundos, pensando. _ Você toparia ser minha virgem? _ Hã! _ Eu pago o que você quiser. Hesitei sem entender e ele se afastou para o seu quarto. Voltou com o notebook e me mostrou um contrato. O contrato que fez com a outra virgem. O contrato dava ao Thomas a liberdade de tocar o corpo dela como quisesse com o intuito de provocar sensações de luxúria, nunca dor. Havia as condições de jamais haver penetração, além da oral, onde somente a sua língua e mordaças eram permitidas. A violação do contrato gerava uma multa de um milhão de dólares. _ Mordaças? _ Para conter gemidos muito altos. _ Gemidos sem penetração? _ É mais comum do que você Imagina. _ Você quer mesmo me tocar assim? _ Muito, mas se você não quiser, podemos esquecer e nunca mais tocar no assunto. Ser tocada por ele, era o que eu mais queria. _ Não, eu só queria saber como é antes de assinar. Ele fez aquela expressão tímida e sorriu. _ O que acha de agora? Havia acabado de comer e bebia vinho branco. _ Parece uma boa hora _ eu não estava segura disso, mas fingi bem. Ele me fez levantar e beijou os meus lábios que entreabri querendo mais, e sua língua entrou em minha boca explorando, e mordeu de leve no meu lábio superior. Olhando em meus olhos de perto. Começou a abrir a minha camisa nos botões, tirando em seguida. Me sentia envergonhada e tentei fechar os braços a frente do corpo. _ Não _ negou me repreendendo, parei. Depois tirou a minha calça, abaixou diante de mim, passando a calça por um pé após o outro. Suas mãos subiram, por trás, pelas minhas pernas, até as coxas. Seus lábios beijaram as minhas coxas demoradamente subindo beijos demorados. Era bom, fiquei ofegante, excitada. Beijou o meu sexo vestido, depois os contornos da calcinha, e de novo o meu sexo. Roçava os dentes e beijava, molhando o tecido com sua saliva quente. Tive um orgasmo assim. Tinha minhas mãos na sua cabeça quando acabou. Suas mãos estavam na minha b***a e ele me olhava, analisando. Sorriu de lado. _ Posso imprimir?
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD