O jogo

445 Words
Não sei aonde eu estava com a cabeça quando disse sim. O contrato foi assinado. E eu passei a noite nua em sua cama. Tirou o meu sutiã com cuidado, observou atentamente como os meus m*****s enrigeceram, se acostumando a libertade e a diferença de temperatura do novo ambiente. Passou a lateral do rosto em um e depois no outro, beijo o vale de vagar. Logo, lambeu, apertando a maciez do volume ao lado até alcançar o mamilo e abocanhar chupando. O bico ficou rígido dentro a sua boca e a sua língua insistia tanto nele, que eu eu gemia me contorcendo em seus braços fortes, que me seguravam firme, ele nem se abalava. Eu gostava, mas tentava fugir, só que não. Apenas gemia de desejo, com a minha v****a molhada, cada vez mais quente, cada vez mais carente. Secou a saliva sobre o meu mamilo, chupando com um beijou. Olhando atento em despedida e lambeu o meu outro seio. Abocanhou um pouco do volume e o chupou me deixando um pequeno roxo. Observou as cores naquela mancha e beijou brevemente o mamilo que se endureceu diante do seu olhar. Abocanhou o meu outro mamilo, e novamente eu me via entre gemidos de t***o. Enlacei o seu corpo com as minhas pernas e esfreguei o meu sexo a sua barriga durinha. Não me importava aonde eu tocava, necessitava de um toque ali. Thomas me deu a sua ereção sua mão me conduziu enquanto o seu corpo se inclinou juntando nossas pélvis. Ele não parava de chupar o meu mamilo como se tentasse tirar mais do que meus gemidos. Eu gozei contra a sua ereção, sob o tecido da calça, e acho que ele também gozou. O seu corpo estremeceu junto com o meu. Os seus lábios vieram para os meus, assim que saíram dos meus s***s. Ele me beijou com paixão que virou suavidade no fim. Depois bebeu champanhe no meu umbigo. Deslizou pedrinha de gelo no meu mamilo, secando com a língua. A lembrança da sua língua, ainda a pouco me fazia ofegar com apenas o leve toque da sua língua em meus m*****s. Fez o mesmo na minha barriga. A antecipação da sua boca pelo meu ventre, me deixava em chamas. Brincou com os dedos no meu sexo, me provocando com o seu olhar verde malicioso, hora em meu sexo, hora em meu rosto, e seu sorriso lindo. Só me chupou quando eu quase gozava sobre os carinhos dos seus dedos. Gozei enchendo o ambiente com meus gemidos. _ Como você se sente? Quis saber em uma pausa. _ Quente _ pensei passando o olhar pelo sua linda nudez sem camisa _ Safada. Sorriu, depois gargalhou e olhou o visor do celular. _ O que houve com a outra virgem? _ Deixou de ser virgem. Se isso acontecer dentro de um ano, é quebra de contrato. _ O que houve com ela? Suspirou, sem querer falar nisso e espremeu os lábios. Devolveu o celular sobre o criado-mudo. _ Cumpra o contrato de um ano, não se apaixone por mim e seja discreta que dará tudo certo _ me assegurou. Afirmei, mordendo o lábio inferior, insegura. _ Agora eu vou beijar cada pedacinho do seu lindo corpo. Ele cumpriu com a sua palavra. Desceu beijos demorados pelo meu corpo, deixando um caminho de marquinhas. Fiquei coberta de marcas que me remetiam a lembrança da sensação de cada beijo seu. Depois fez um delicioso sexo oral em mim. Sua língua contornou o meu c******s até ele inchar, passou a língua várias vezes assim. Logo, beijou, tomando o meu c******s dentro da sua boca e deslizava a língua sobre ele, suavemente. Relaxei, deixando minhas pernas caírem largadas na cama. Ofegante eu eu gemia deliciada com aquela sensação maravilhosa. Não queria que acabasse nunca mais. Gozei tanto que estava mole, entregue em nirvana... Foi quando ele começou a me chupar devagar, colocando a pressão certa dos lábios que ao redor e da língua que me sugava. Meus gemidos aumentaram junto com o prazer. Sentia tantos prazer que senti que explodiria. Não conseguia ficar quieta as minhas pernas se abriam o meu ventre o buscava. Ofegante e louca, imaginei que expressão eu tinha quando ele sorriu como se uma visão deliciosa, depois de muitos orgasmos. Ele deitou ao meu lado e me fez um carinho no rosto e beijou a minha boca, compartilhando o gosto do meu orgasmo, levemente ácido e o cheiro característico do meu sexo, estava em seus lábios. Aprofundei o beijo, tentando capturar um pouco do seu prazer em sentir o meu gosto. Como ele sentia? Ele me fez fechar as pernas, ainda entregues a cama, e me olhou até eu adormecer. Acordei nua entre os seus lençóis diante do seu sorriso e olhar brilhante. _ Bom dia _ me espreguicei. _ Como dormiu? _ Muito bem, e você? _ Isso não importa. Temos uma reunião em duas horas, eu preciso da minha secretária de volta. _ Sim, Sr Dream _ sorri e levantei da cama indo para o meu quarto, tomar banho. O dia foi repleto de formalidade e diplomacia. A noite, jantamos todos juntos. Eu, o Thomas e a sua equipe de segurança pessoal. Algumas mesas foram juntas para que isso fosse possível. Foi mais uma noite em que eu tive aquele sonho me provocando suspiros e orgasmos. Mas na sexta ele me comprou um colar de brilhantes. Na parte interna tinha o seu nome gravado, com "Scottish" entre aspas no fim. A noite ele chamou o chefe da sua segurança no quarto. Eu estava pronta para sair, por que ele me disse que a balada em Marrocos era imperdível. _ Leve a Alana para dançar. Só confio em você para protegê-la. Ninguém toca nela. Da porta de onde ouvi toda a conversa vi uma troca de olhares entre os dois. _ Sim, chefe. Entendido. _ Pensei que você fosse comigo. _ cobrei. _ Tenho um compromisso, meu anjo. Mas sei que você vai se divertir por nós dois. Veio até mim e me beijou nos lábios. Durante o trajeto de carro, Sólon pareceu incomodado com algo. _ O que você tem? _ Já vi este colar antes. Não exatamente este, mas sei o que ele significa. _ O que ele significa? _ Que você tem dono. Mas você sabe disso, não é? _ E o que eu não sei? O que houve com a outra garota? _ Enlouqueceu. Mulheres não nasceram para certos jogos. Ela se apaixonou pelo Dream. Fazia muita loucura para chamar a atenção dele. Mas o que o fez desistir do contrato foi ela ter ficado com Marco, um dos seguranças. _ Ela transou com este Marco? _ Sim, mas processou o Dream. Alegou que foi ele quem quebrou o contrato. Disse que transou com ele. _ E aí? _ Ele fez um acordo com ela. Pagou um milhão de dólares com a condição de que ela nunca mais se aproximasse a mais de quinhentos metros dele. _ E ela cumpriu o acordo? _ Nós a forçamos por um tempo, depois ela sumiu. Não foi bonito ver o que o jogo do chefe fez com ela. Não queria ver isso acontecer com você. Nem imaginei o motivo que a levou a ficar assim. Não, até chegar da balada as três da madrugada e encontrar roupas femininas por toda a sala. O ruivo safado tinha um compromisso. O meu sangue fervia quando fui para o meu quarto tentando não pensar naquilo como pessoal. Acordei quase ao meio-dia. O Thomas não estava. Desci para almoçar com os seguranças que não estavam com o Thomas. Ele levou um e ficaram quatro. Decidimos fazer turismo, saímos os cinco, sem a coleira que o Thomas me pôs, foi divertido. A melhor viagem que já fiz na vida. Cheguei no quarto de madrugada de novo. Nem sinal do Thomas. Fui para o banho e para a cama. Acordei mais cedo e tomei café com o pessoal de novo. O Thomas estava em outra mesa com uma loira. Acompanhou o meu passar com o olhar. O pessoal queria ir a feira para as compras e novamente, pensei em ir com eles. Mas o Thomas me abordou. _ Gostaria de ficar com você hoje. _ Quem gostaria? O meu chefe, ou o meu dono honorário? Gargalhou _ Dono honorário! Que divertida, Alana. Somente eu, Thomas. _ Isso tá começando a ficar confuso. Vou ter que te pedir que use crachá. Gargalhou de novo _ Mas o que? Acenei para os caras que ainda me esperavam, um tchau, e fui saindo do restaurante do hotel com o ruivo enquanto ainda falava. _ Tenta compreender o meu lado. Sou apenas uma pobre virgem de vinte e dois anos que não pode se envolver com a sua face errada, Thomas. Pensa na catástrofe que seria se eu fizesse jogos íntimos com o meu chefe, pensando que ele é o meu contratante? E se eu me insinuasse para você, Thomas, pensando o mesmo? _ Isso seria realmente terrível_ entrou na minha brincadeira _ Que bom que você não confunde as coisas. _ Que coisas? _ Minha vida s****l e os nossos jogos. _ Ah, eu não poderia fazer isso. A sua vida já é tão complicada, não é? Tem essas regras, essas separações, e o lance de não mostrar as fraquezas. Eu entendo o seu lado. Mas você consegue entender o meu? _ Não sei. Acho que estou meio perdido no seu raciocínio. Estávamos caminhando por Marrocos enquanto o nosso carro nos seguia, esperando decidirmos entrar. Sorri _ É bem simples. Sou simples. Aí chega você com tudo isso que você é. E você sabe que você é uma bagunça, não sabe, Thomas? _ Sei. _ Então sabe que eu estou me segurando, como se estivesse dentro de uma montanha russa desde que te conheci? Afirmou com a cabeça _ Mas ainda está aqui _ seu olhar verde me encarou com profunda seriedade e ele sorriu. _ Você está aqui, Alana _ sussurrou como se isso fosse um segredo importante. _ Eu não sei até quando _ tentei furar aquela segurança que ele demonstrava. _ Um ano. Você não é do tipo quebra sua palavra. _ Como pode ter tanta certeza? Sorriu _ Só sei. _ A noite foi boa? Me referi a mulher com ele. _ Eu dormi. Se tivesse sido boa, eu não dormiria. _ Então porque ficou com ela? _ Fiz com ela, o que não podia fazer com você. _ Isso parece r**m. _ Não tente entender o que não consegue ver. _ Mas eu vejo você. _ Shiii. Quando falamos do que não sabemos, mentimos para nós mesmos. Passei um zíper imaginário na boca e ele abriu a porta do carro para eu entrar.
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