Capitulo 2

2322 Words
       Meu sangue gelo, por um segundo senti o chão sumir de meus es, minhas pernas fraquejaram, Aaron pós a mão em meu ombro sorrindo para seu pai. O "Sr. Smith" como eu o chamava, me olhou por um tempo, sua boca naturalmente vermelha estava em uma linha reta e seus olhos azuis acinzentado, estavam frios e ausente de qualquer sentimento acolhedor. Mas eu devo dizer, apesar do ódio que fluía em meu corpo e o constrangimento de que ele estava muito sexy, seus cabelos negros meio bagunçado, sua barba por fazer lhe dando um ar sexy e desleixado. p**a que pariu aquele homem era perfeito. Ele não estava vestindo terno como sempre, ele vestia uma calça jeans e uma camiseta preta meia colada ao corpo. - Pai essa é Ohana, Nana para os íntimos, nana, esse e meu pai, Vincent  - Aaron me apresentou sorrindo como sempre, ele parecia não perceber meu estado catatônico. a culpa era dele, eu fui presa por causa dele, eu confiava nele e ainda assim ele me traiu, mandou me prender e agora preciso olhar na cara dele e não consigo sentir ódio. eu estou sendo obrigada a enganar seu filho. então algo surgiu em minha mente, será que ele sabia? será que ele havia feito essa armadilha? mas quem mandaria uma p********a enganar seu próprio filho? que tipo de homem ele era? - E um prazer senhorita Ohana - O senhor, satanás esta perturbando, pois ele estendeu a mão para mim e apertou minha mão, e isso quase tirou todas as minhas forças. Vincent sorrio para mim de forma leve e despreocupada, porem, sua mão soltou rapidamente a minha. - Quer beber algo nana? - Aaron me olhou ainda reluzente, parecia não perceber meu pânico - N.. Não quero.. Eu estou bem... eu..  - Tem certeza? Parece abatida, tomou seus remédios hoje? - Ele me olhou preocupada, me guiou contra minha vontade até o sofá e me sentou ao lado de seu pai, entrei em pânico e quis me levantar, mais Aaron não deixou - A um mês nana sofreu um acidente de carro, ainda se sente muito m*l - ele falou olhando seu pai. - Entendo, e como foi esse acidente senhorita Ohana? - Vincent me olhava de forma séria e eu sabia, estava completamente ferrada. Vincent poderia dizer a Aaron quem eu realmente era, uma p********a e então todo o plano ia por água a baixo e eu voltaria para a cadeia. meu estomago estava embrulhado, eu sentia que iria vomitar. - Estou bem Aaron.. E só uma tontura... Eu.. Eu Acho que tomei - Sorri fraco e olhei Vincent - Creio que algo tão trágico não deveria ser dito em um momento como este, pode causar uma má impressão ao senhor seu pai. - Compreendo Aaron, você poderia trazer os exames e os remédio dela aqui? Já que é sua amiga, quero ver se cuidaram bem dela, não é normal esse m*l estar. - Há posso sim - Aaron me olhou e pegou minha mão - Você pode esperar um pouco? Acho que estão em algum lugar dentro do carro. - Não precisa... Eu já estou bem - Quase Supliquei - me levantei rapidamente, porem Vincent me fez sentar. - Não se preocupa ruiva, papai tem essa cara de m*l mas não morde, ele ira te ajudar. e um ótimo medico. Mentira, ele morde sim é morde com força, não apenas morde, ele trai, engana e mente. - Pode ir filho, cuidarei bem dela - Vincent sorrio e eu gelei. Aaron bagunço meus cabelos sorrindo pra mim e saio, Vincent cruzou os braços me olhando de forma séria, eu me levantei e ergui as mãos me rendendo. - Perdão perdão, não sabia que era sua casa, juro que não irei contar que nos conhecemos, mas por favor não fale que.... Não consegui terminar de falar, Vincent me puxou de uma vez me fazendo cair em cima dele, me virou me fazendo deitar no sofá e me beijou de forma intensa alisando todo meu corpo meu sangue esquentou e retribui o beijo na mesma intensidade agarrando seus cabelos, estava quase perdendo o ar quando ele se afastou um pouco de mim sorrindo de forma sexy, ele era novamente o senhor Smith que eu conhecia - Você não apareceu no hotel por causa do acidente? - Ele passou a mão em meu rosto e só consegui concordar com a cabeça - Qual sua relação com meu filho? "Bom meu caro, estou sendo forçada por alguém a seduzir e t*****r com ele por não sei qual motivo, isso e o suficiente para você? " Foi o que pensei em falar, mas ai eu seria expulsa e isso eu não queria, tive que pensar rápido - Somo amigos, ele me atropelou e está cuidando de mim enquanto não estou 100% - entendi - Ele mordeu meu lábio inferior e o puxou, depois sorrio para mim quando me largou - Me de um bom motivo para não dizer para ele quem você é de verdade - Ele iria perguntar como você sabe e ai você ia acabar tendo que revelar seu casinho comigo - Sorri vitoriosa - Pai achei - Ouvimos a voz de Aaron se aproximando Olhei Vincent desesperada, ele apenas se levantou e pegou minhas pernas colocando no sofá com cuidado - O que ouve?. - Ela desmaiou filho, mas já está melhor. Aaron se ajoelhou ao lado do sofá e pegou minha mão, em seus olhos azuis como o do pai eu vi apenas preocupação. - Já estou bem, seu pai cuidou de mim - Sorri fraco apertando sua mão - Obrigada Sr, Vincent - Obrigada pai - Aaron acariciou minha cabeça, me fez sentar de leve e pós o comprimido na minha boca quase África já que eu odiava remédio, me deu um copo de água e me fez deitar de novo - Durma ruivinha, quando acordar vai esta melhor. Sorri pra ele, tentei evitar mas não consegui, o sono me dominava, vi Aaron se levantar e ir até seu pai lhe mostrando papéis, as vozes pareciam eco longe, os dois me olharam então tudo apagou Acordei horas depois, estava em uma cama grande com lençóis de seda, o quarto era enorme, o maior que já estive em toda a minha vida, era todo bege com móveis transitando entre branco e Preto, tinha uma grande janela ou era uma porta? Provavelmente uma porta, me levantei e sai do quarto, andei por um corredor e desci as escadas parando na sala Aaron e Vincent estavam sentados. Aaron era sexy sensível inteligente e o segundo homem mas lindo que já vi, ele emanava gentileza e segurança. Mas Vincent não, ele era sexy charmoso, emanava um ar viril e ate Mesmo perigoso, só seu olhar ja trazia a Promessa de uma noite inesquecível. - Você está melhor senhorita Ohana? - Vincent sorrio cordialmente para mim. - Sim senhor, só um pouco sonolenta por causa do remédio - Sorri com educação e fui para o lado de Aaron. - Que bom ruiva, estávamos esperando você pra almoçar. - Não precisa, não quero incomodar - tentei negar, queria sair dali, eu precisava sair daquela mansão, era estranho esta na casa do meu melhor cliente enganando ele e o filho. - Senhorita Ohana, aceite por favor, ficarei ofendido se a melhor amiga de meu filho fizer essa desfeita. - Olha que meu pai sabe como fazer alguém se sentir culpado - a eu sei sim. - Então esta, não quero ofender ninguém - Sorri meia sem jeito. Aaron me levou até o Jardim de trás onde havia uma pequena mesa Redonda para três pessoas com uma toalha branca que ia até o chão, ela ficava no Centro do Jardim rodeada de Rosas, o teto branco e as pilastras da mesma cor, precisei subir dois degraus com ajuda de Aaron pra chegar a mesa que ficava no Centro do local, Aaron gentil como sempre pegou uma Rosa da roseira que subia pela pilastra branca e pós em minha mão, era nessa a horas que meu coração se partia por esta enganando ele. Aaron não merecia isso, quem quer que seja a pessoa que está me forçando a fazer isso com ele não tem coração. - Sente aqui - Ele me pôs sentada com cuidado, e sentou a minha frente, Vincent sentou a minha esquerda e olhou de forma pensativa para a minha direita. - Há.... Eu... - Tentei me levantar mas Vincent segurou minha mão - nossa empregada vai nos servi. Fiquei sentada olhando a mesa quietinha até que senti uma mão em minha perna acariciando, nem precisei olhar pra saber a quem a mão pertencia. - Como você conheceu Aaron? Quero a história em detalhes - Vincent sorriu pra mim. - Essa ruivinha e doida, se jogou na frente de meu carro - Aaron rio, não havia dito de meu padrasto, o que eu agradeci - Dizendo ela que foi sem querer. - Foi sem querer eu te disse - Bufei e prendi a respiração sentindo a mão de Vincent apertar minha coxa. deuses eu odiava esse homem. - Entendo, parece que está pequena senhorita e uma encrenqueira - Vincent sorrio cordialmente - Eu diria desastrada - Aaron riu não percebendo minha tenção - acontece... acidentes.. essas coisas Tentei formular uma frase direito mas a mão de Vincent subiu mas um pouco - Então como foi eu que a atropelei e me senti culpado, resolvi cuidar dela enquanto ela estivesse ferida, só não sabia que ela era a minha nova vizinha o que facilitou ainda mas não é? - Sim é sim - Sorri, era uma p**a de uma mentira mas ia concordar com ele O almoço foi servido e conversamos em paz, Aaron falou que seu pai era médico cirurgião e seguiria a mesma carreira, quando perguntei sobre a mãe dele, Aaron falou que ela havia falecido quando o mesmo era bem pequeno e Vincent havia cuidado de Aaron dês dos 18 anos e construído fama de melhor cirurgião da cidade, ele havia batalha do para cuidar do próprio filho - Diga meu filho, vocês irão dormir aqui? - Nao precisa pai - Aaron me olhou e depois tentou sorri - A Senhorita Ohana precisa de descanso, vocês podem ir amanhã, por hoje e melhor descansar não acha senhorita? Vincent me olhou de forma intensa, olhei Aaron e ele me olhava de forma preocupada, Vincent podia ferrar minha vida se eu não fizesse o que ele mandasse, e agora, ele me pedia silenciosamente para seguir sua deixa.  - Eu... Eu realmente não estou bem, meu corpo volto a doer. - Tudo bem ruiva, vamos ficar aqui por hoje, vou no seu apartamento pegar um par de roupa. Peguei a chave e dei a Aaron, ele beijou minha testa e se levantou, olhou Vincent de forma séria. - Por favor, cuida dela ok? E so isso que lhe peço. - Como queira filho. Aaron saio me deixando sozinha com seu pai, Vincent me obrigou a terminar de comer junto a ele, ao terminar ele me olhou de forma séria e eu sabia que lá vinha bomba. - O que você quer com meu filho Love? - Nada, Ele e meu amigo senhor Vincent, apenas isso, nem sabia que ele era seu filho. e é Ohana, esse era meu nome verdadeiro. - Tudo bem, Ohana. Não posso mandar você se afastar dele, mas não tente ser espertinha, ele e meu único filho, não quero ele ferido ou magoado. - Fala isso por eu ser p********a, e pessoas como eu só querem saber de dinheiro - estava forçando minha voz a se manter calma e baixa - Não fale como se não me conhecesse, você não me conhece. - Claro que não conheço, você e apenas uma p********a de Quinta que eu pego as vezes para me aliviar, nada mais do que isso. Ai tudo se foi, uma raiva tomou conta de mim, me levantei pronta pra partir mas ele me segurou pela mão e me puxou me fazendo cair em seu colo, tentei me soltar mas não consegui, ele me mantinha bem presa ao seu corpo, lhe dei um t**a em seu rosto e Vincent me olhou de forma seria e furiosa, mas nada fez, apenas respirou fundo se acalmando. - Olha, hoje não sou a sua p********a de quinta categoria, então não pode me manter presa aqui - Quase gritei e tentei me soltar, sentia as lagrimas queimarem meus olhos -  quero ir embora, quero minha liberdade. me deixe ser livre por favor. - Olha Love, tenho uma proposta a fazer com você. Se você fizer tudo o que mando da forma que mando, sendo apenas eu o seu cliente por todo o tempo dessa sua amizade com meu filho, não conto pra ele quem você realmente é, até te ajudo no que precisar. você será minha garotinha particular. apenas minha. - me ajuda? - Sim, eu tenho que ser seu único cliente e compro tudo o que você precisar, a e pago seu apartamento, eu te bancaria com se você fosse uma sugar baby. - Eu seria sua amante? - resmunguei, pois sabia de sua noiva. - claro - Ele beijou meu pescoço e meu corpo se derreteu como sempre acontecia com cada toque e beijo seu. - Não, me n**o  a fazer isso -  tentei ser forte. - Então eu digo quem você realmente e o que realmente faz, e ele nunca mais vai querer ver você. As mãos de Vincent passearam por meu corpo e ele mordeu o nódulo de minha orelha me fazendo arfar e me arrepiar. - Eu te odeio - mordi o lábio fechando os olhos - Aceita ruivinha, você só tem a ganhar. - Eu... Eu aceito  Eu nunca havia entendido a expressão, pacto com um demônio, mas depois dessa conversa, tenho uma ligeira impressão de como seja. Na verdade, eu tinha dois.
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