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BIANCA NARRANDO Eu entrei pela porta da mansão com tanta raiva acumulada que, se alguém respirasse torto perto de mim, eu juro por Deus que eu arremessava um vaso de porcelana na cara. A porta ainda nem tinha fechado completamente e eu já tava tirando o sapato, jogando a bolsa no sofá e soltando o cabelo com força, como se aquilo fosse diminuir o ódio que tava fervendo no meu sangue. Um dos funcionários apareceu no corredor — a Juliette, aquela que sempre anda em câmera lenta, com aquela cara de sonsa — e antes mesmo dela abrir a boca pra dizer “boa tarde”, eu explodi. — VOCÊS tão tudo proibido de entrar no MEU quarto! — gritei, apontando o dedo na cara dela como se ela fosse a culpada do apocalipse. — ENTENDERAM? Eu quero todo mundo longe das minhas coisas! Longe das MINHAS roupas! A

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