PUTEIRO PARTICULAR

1809 Words
FLÁVIA Chegamos no aeroporto e aguardamos na área vip, pouco tempo depois, entramos na primeira classe. O voo leva poucas horas, mas isso não significa que aceito viajar em outra classe. Faz tempo que não saio. Quero tudo do bom e do melhor e Dimitri sabe bem disso. os nossos assentos são espaçosos e podem se transformar numa cama caso desejemos. São brancos, atrás de em uma TV e atendimento especial. Sentei no assento perto da janela e Dimitri ficou ao meu lado. Ele parou uma aeromoça. — Qual champagne vocês tem por aqui? — Temos o cristal Louis Roederer. — Traga uma garrafa, por favor. — ele segurou a minha mão e olhou para mim. — Quer mais alguma coisa? — Trufas. — Trufas para minha mulher. Segurei o riso e assim que ela saiu, Dimitri fechou a cabine. — Sua mulher? — Mas é claro. — ele se debruçou para cima de mim, segurou meu rosto e me deu um beijo. — Minha mulher. Flávia Lucchesi. — E Callalto. — completei. — Acho que o seu pai vai se envergonhar de emprestar o sobrenome a você depois desta viagem. — ele coloca a mão no meu decote e puxa a blusa para um lado, depois abocanha o meu mamilo. — Ah! — o gemido escapole. — Dimitri! — falo baixinho. — Daqui a pouco a aeromoça vai aparecer! — Ela pode esperar. — ele coloca meu outro peito para fora e chupa também. Acabo desistindo de resistir a isso. É bom demais e faz tempo que estou querendo um serviço completo. — Se começar, não pode parar. — deixei claro e ele parou e até levantou as mãos. — Eu vou atrás da p***a da bebida, então. — Levanta e o seu p*u está completamente marcado na calça. — Não vai sair assim. — seguro o seu braço rindo. — Só eu posso admirar esse você, entendeu? — Tá bom. — sentou sem pestanejar. Liguei a TV e procurei músicas legais. Dimitri ficou o tempo inteiro acariciando a minha mão. A palma da minha mão, para piorar. Até que a aeromoça voltou com nosso champagne. Uma garrafa de três litros que vai dar trabalho de beber, mas só temos isso e sexo e depois que sair daqui, vamos levá-la junto. Seguro as taças e a garrafa e Dimitri fecha a cabide. Desta vez ele passa até a trava que tem nela. Entrego a garrafa e ele a abre, depois enche nossas taças e deixa o garrafão no suporte de bebidas. [Atenção passageiros. Em instantes iremos decolar. Mantenham-se em seus assentos, com o cinto e os bancos em posição neutra]. Olho para Dimitri e rimos. Ele segura a minha taça e coloco o cinto, depois trocamos de função e então viramos toda a bebida goela abaixo antes de o avião decolar. Foi horrível. Enganchou na minha garganta e quase não desceu. Dimitri estava na mesma e o avião começou a subir. Eu não sei se a inclinação, a pressão ajudaram, mas passou. E só depois, quando chegamos no alto, depois que o avião se estabilizou, ficamos bem. Liberaram para tirar os cintos e a primeira coisa que Dimitri fez foi pegar a garrafa e colocar mais bebida para a gente. — Cadê as minhas trufas? — Aqui. — ele tira do seu lado e me entrega. São quatro e eu abro logo para comer uma. — Adoro esse champagne. Lambo meus dedos e levanto a perna, para passar por cima dele, me apoio no joelho esquerdo e sento em seu colo, de frente para ele. — Agora eu gostei. — É? — deixo a minha taça num outro suporte. — Onde foi que paramos? — beijo o seu rosto. — Nos seus p****s deliciosos. — Ah, foi. — desço a minha boca para o seu pescoço e o chupo. — Saudades das suas cavalgadas malditas. — ele passa a mão direita pelo meu rosto e me puxa para um beijo. Um beijo agridoce com sua língua longa e quente que passeia pela minha boca e puxa a minha língua. Uma boa chupada que resultou num tremendo calor entre as minhas pernas. — tira essa roupa, meu amor. Quero ver essa sua b*******a molhada. — E tá bem molhada mesmo. Só esperando o seu p*u. — falo baixinho e levanto para tirar a peça de baixo. Me certifico de que a cabine está mesmo fechada, aumento a música e puxo uma manta que deixaram no banco. Quando fico com o quadril despido, Dimitri me admira, deslumbrado. Vira toda a bebida goela a baixo e deixa a taça no meu lado do assento. — É o amor da minha vida mesmo. — agarra a minha coxa direita e me puxa para cima dele. Coloco os joelhos nas laterais de seu corpo e já abro a braguilha da sua roupa. Ele segura o meu rosto e me beija, dando mordidas em meus lábios. Puxo seu p*u cheio de veias para fora e ergo a minha b***a. Estou com a b****a piscando para sentir esse p*u cabeçudo dentro de mim de novo. Só em três quicadas, ele desliza e antes mesmo de entrar todo, já sinto o baque no colo do meu útero. — Ui! — Dou um pulinho e ele ri, com a cara enfiada em meu decote. Não demora para ele arrasta minha blusa de novo e voltar a chupar os meus p****s. Cavalgo do jeito que ele gosta. Massacrando seu p*u até Dimitri não conseguir fazer mais nada além de parar e sentir o prazer. Entre sentadas e quicadas, uma boa enforcada em seu pescoço, ele solta um afago rouco e abre os olhos para mim. Seu leite se espalha dentro de mim e depois de leves sentadas, ele escorre para fora. — E agora? Vai me deixar assim? — ele aperta os meus lábios. Saio de cima dele e lambo tudo até a base do seu p*u ficar limpinho. Ele fica se mordendo enquanto faço isso. — Agora res… — antes mesmo que eu reclame, ele me joga no assento, me fazendo deitar entre os dois e me chupa. — O que você ia dizer mesmo? — ele massageia o meu c******s com o polegar e me arrepio e me reviro nos assentos. — Problema resolvido. — Esse foi só um. — ele se debruça para cima de mim, com seu p*u ainda levantado e me fode no bom e velho papai e mamãe. — Você é um filho da p**a mesmo, né! — puxo seus cabelos e capturo o seu lábio inferior. Dou uma chupada e até faz barulho. Com Dimitri entre minhas pernas, me fodendo de um jeito rude e desesperado, sinto a excitação se espalhando dolorosamente da minha i********e para todo o corpo. Principalmente quando ele enterra todo o seu p*u dentro de mim e a sua pele roça em minha f***a e meu c******s. É de lascar. Em pouco tempo perco o controle e a minha b****a se contrai mais forte do que nunca. Me estico nos assentos e sibilo chamando seu nome. Assim que a onda passa, ele dá golpes mais lentos e deita em cima de mim. — Essa viagem me parece que será ótima. — Aham. Eu também acho. — concordo ofegante. Assim que a viagem termina, saímos da cabine como se nada tivesse acontecido, então damos de cara com um casal de velhinhos que, pelos olhares, estão nos crucificando. — Quanta imoralidade hoje em dia. Até num avião. — o velho rabugento comentou, saindo da cabine. — Essa juventude está perdida. — a senhora sua esposa foi atrás. Olho para Dimitri e ele balança a cabeça em negação, para eu não falar nada, pois as palavras estavam na ponta da minha língua. Quando a tia Stefânia não vem, manda seus secretários. Saímos do aeroporto de táxi e fomos para o hotel cinco estrelas que Dimitri reservou para a gente. Lá tem de tudo, mas vamos mesmo pelas experiências sexuais. Assim que fazemos o check-in e vamos para a nossa suíte, já saio procurando a tal sala do sexo. — Calma, Flávia. Temos quinze dias para destruir esse quarto. — ouço o barulho da mala no chão. Tão desorganizado este rapaz se tornou! Abro uma porta depois do banheiro e ligo a luz. O lugar é um forno e sim, é o puteiro particular. — Dimi! Encontrei! — aviso rindo e pego um chicote. — Será que limparam tudo certinho? Tipo, com álcool 70, câmara de higienização? Vou mandar fotos para a Olívia. Ela vai morrer de rir. — pego o celular animada e fotografo tudo. Tem algemas, separadores, grampos, chicotes… até fantasias. Vou me esbaldar nisso aqui. Depois de explorar, saio do quarto e encontro o Dimitri dormindo. É o c*****o mesmo. Eu trago o homem para f***r e ele dorme! [...] Olívia Adorei! Vou chamar o Damon para passar uns dias nesse hotel aí. Flávia E vai deixar os fedelhos com quem? Olívia A mulher do Thomas sabe cuidar de criança. Se ela deu um jeito na agente do caos, imagina nos meus “anjinhos”? Flávia Diga assim: Se atura o Thomas, atura tudo. Ela manda emojis rindo. Olívia Cadê o Dimi? Flávia Saiu. Foi pegar gelo. Olívia Para colocar no p*u? Flávia Acho que sim, viu. Ele perguntou onde foi que comprei esse afrodisíaco, pois ele vai mandar tocar fogo. Que seu p*u já está cheio de calos. Olívia manda emojis chorando de rir. Olívia E não tem nem uma semana. Vocês estão aproveitando mesmo, hein! Flávia Sim, Liv. Todos esses anos fugindo dos Petrov, presa dentro de casa e pela muralha invisível da cidade, me deixou aflita para poder aprontar um pouco. Estou tirando o atraso. O meu pai é superprotetor. Acho que depois disso aqui, o Dimitri vai me pedir em casamento, pois não vai conseguir ficar sem. Olívia Também suspeito. Do jeito que ele é apaixonado por você! Mas você tem toda razão. Depois que os malditos Petrov foram dizimados, nossos dias de paz finalmente chegaram. Agora podemos dizer que é um final feliz. Flávia E que dure muito. — Flávia. — Dimitri entra no quarto todo assustado. Ele coloca o celular no ouvido e olha para um ponto fixo. — Thomas, o que aconteceu? — pergunta todo nervoso, preocupado. — Uma explosão na minha boate? A boate dele explodiu? Puta merda! — Cadê o nosso pai? Meu coração dispara de preocupação. — Cadê o nosso pai, Thomas? Onde ele estava na hora da explosão? O que? — ele larga a jarra d'água e esta se despedaça no chão. — Ele estava lá dentro? Não. Não. O tio Giuseppe estava dentro da boate na hora da explosão? — Flávia. — Dimitri olha para mim sem piscar. — O meu pai está morto. Na cama estou e na cama fico, sem forças para levantar.
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