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1823 Words
Capítulo 11 Ester narrando Eu sempre gostei de novos desafios e Sampaio para mim, era um. Até porque ele era o dono do morro, o que mandava nesse lugar e pelo jeito não ia nem um pouco com a cara do meu irmão, confesso que até agora estar aqui não estava me assustando tanto, mas daqui a pouco me ver presa em um lugar sem minha liberdade, seria assustador. — Está encarando de mais ele – Celia fala — Estou de boa – eu falo sorrindo – não tem só ele lá naquele lugar. — Esquece, Sampaio odeia seu irmão – ela leva o copo de bebida na boca — O que o meu irmão fez tanto nesse lugar? – eu pergunto para ela. — Ele vacilou de mais. De mais mesmo. Tem sorte que Sampaio não pode m***r ele porque Joca tem cabeça, pelo Sampaio já tinha rodado vocês dois. Eu sei que meu irmão não era flor que se cheira, aquele filho da mãe aprontava de mais e o tempo todo, gastou todo o dinheiro da nossa família e colocou minha herança em jogo, me deixando sem nada. Eu levo o copo na mão e vejo que Sampaio se levanta, mas dar uma volta para ver o baile e depois volta. Celia arruma um boy, assim como Sabrina tinha arrumado e as duas vazam do baile, me deixando ali sozinha, Sampaio vai em direção ao banheiro e eu vou atrás pelo outro lado, já que os dois corredores se encontravam. — Ei – eu chamo ele e ele me encara — O que foi garota? – ele pergunta me encarando – está me olhando a noite toda , o que você quer? — Conversar. — Conversar? – ele pergunta me encarando – você realmente acha que eu não sei o que você quer? – eu estreito os olhos para ele. – você é que nem seu irmão. — Não me compare a ele – eu falo colocando as minhas mãos sobre o seu peito e ele encara minhas mãos – você sabe que eu não sou igual a ele, até porque você jamais transaria com o meu irmão. — Você está aqui contra a minha vontade garota e tenha certeza que você é a ultima mulher que eu vou colocar na minha cama – ele tira as minhas mãos sobre o seu peito – se manca e acha outro i****a , porque por mim você e o seu irmão já tinha ido para o inferno. — Você está me dando um fora? — Não, porque eu nem te procurei – ele abre um sorriso – agora vaza da minha frente, antes que eu mande alguém te tirar de dentro do baile. Ele entra dentro do banheiro e eu encaro a porta. Filho da p**a!!! Isso não ficaria dessa forma, ele iria rastejar nos meus pés, para aprender que ninguém me dar uma fora dessa forma. Capítulo 12 Sampaio narrando Eu estou o tempo todo vendo que aquela garota está me encarando, eu acendo um baseado e vejo que ela fica sozinha, eu não era burro e muito menos o****o, ela era igual o irmão, calculista e perigosa, só no seu olhar eu já conseguia ver qual era o seu plano. Joca se levanta e vai dar um giro no baile, eu fico ali ao lado de Jeff, ele me encara. — A Garota não tira o olho daqui – Jeff fala. — Ester – eu respondo – é igual o irmão dela, mas eu já colei na dela e sei o que tá pegando. — O que? – ele pergunta — Ela está presa no morro, foi deixada aqui em troca da dívida do irmão dela, até pegar a herança ainda vai um tempo, é obvio que ela querer o caminho mais fácil. — Se envolver com o dono do morro – ele fala rindo – todas pensam que esse é o caminho mais fácil, mas será que ela seria tão burra assim? — Tenho certeza, é que nem o irmão dela – eu falo a encarando – vamos fazer o teste — Onde você vai? – ele pergunta — Dar um pequeno Role por ai. Eu me levanto e vou fumando meu baseado, tenho certeza do que essa garota quer e eu queria ver ela caindo do cavalo, até porque o meu morro não era brincadeira e nem eu me envolveria com qualquer uma. Quando estou chegando perto da porta do banheiro, escuto a sua voz. — Ei – Ela me chama. — O que foi garota?está me olhando a noite toda , o que você quer? — Conversar. — Conversar? – eu pergunto rindo. – você realmente acha que eu não sei o que você quer? – ela estreita os olhos – você é que nem seu irmão. — Não me compare a ele ,você sabe que eu não sou igual a ele, até porque você jamais transaria com o meu irmão. – ela coloca as mãos dela sobre o meu peito. — Você está aqui contra a minha vontade garota e tenha certeza que você é a ultima mulher que eu vou colocar na minha cama –eu tiro as mãos dela sobre o meu peito e ela me encara– se manca e acha outro i****a , porque por mim você e o seu irmão já tinha ido para o inferno. — Você está me dando um fora? – ela pergunta com uma cara de paisagem. — Não, porque eu nem te procurei – eu abro um sorriso – agora vaza da minha frente, antes que eu mande alguém te tirar de dentro do baile. Eu entro para dentro do banheiro deixando ela ali parada que nem uma estátua na frente do banheiro, eu mando mensagem para Alana, mas a mesma tinha bloqueado o meu número novo. Eu saio e não vejo mais Ester ali, eu sei que essa garota aqui só iria me estressar cada vez mais, eu tinha que arrumar uma forma de mandar ela vazar daqui. — Você viu a garota? — Desceu – ele fala – parecia bem braba – eu abro um sorriso — Preciso me livrar dela. — Só se você perdoar a dívida – ele fala – está disposto a isso? – eu o encaro. Capítulo 13 Ester narrando Eu saio do baile nervosa e querendo m***r aquele filho da p**a, ele acha que é quem a última bolacha do pacote??? Eu vejo Joca fumando conversando com um vapor que se eu não me engano chamam ele de Cerro, eu me aproximo dele e ele me encara. — Ester – ele fala — Eu acho que eu bebi de mais – eu falo para ele. – estou meio zonza. — Não largou o copo nem sequer um minuto. — Você me ajuda a chegar em casa? — Vamos lá garota – ele fala – fica de olho ai Cerro. — Pode deixar chef. — Você bebeu de mais Ester. — Eu sempre bebo, mas sempre passo m*l. E eu usei alguma coisa que deve ser diferente de tudo que eu já usei. — Você é maluquinha. – ele fala rindo — Tem um baseado ai? – eu pergunto para ele. — Tá passando m*l de tanto que bebeu e quer ainda fumar? — A noite fica melhor com um baseado, você não acha? – eu falo sorrindo e ele tira do bolso. Eu paro e coloco na boca e ele acende com o isqueiro e a gente continua andando, o morro estava lotado de gente até mesmo do asfalto, de morador e dos vapores, todos armados para todo o canto — Não tem ninguém ainda em casa? – eu pergunto — Dia de baile, só aparece amanhã – ele fala rindo — Nem a mãe do Sampaio? – eu pergunto — Que nada, aquela lá gosta de uma farra – ele fala rindo — E você? – eu pergunto para ele – n**a fogo? — Que pergunta é essa garota? – ele pergunta — A noite é uma criança Joca, não precisamos lembrar de nada amanhã – eu falo me aproximando dele. A gente estava na sala da casa, estava tudo escuro e apenas as luzes do poste iluminando através das cortinas finas que estão fechadas. Eu coloco minhas mãos sobre o seu pescoço e a gente se encara. — Você é perigosa garota – ele fala me encarando. — Que eu saiba você gosta de brincar com o perigo, não é mesmo? — Você não imagina como. Ele agarra a minha cintura e me puxa para perto do seu corpo e a gente começa a se beijar, Joca era alto, musculoso, olhos verdes e os cabelos claros, era bonito e tinha uma pegada gostosa e só nisso já tinha ganhado pontos comigo. Ele levanta a minha saia para cima apertando a minha b***a, eu tiro a sua camiseta e ele beija meu pescoço, eu arranho as suas costas e ele aperta a minha b***a pressionando meu corpo no dele e sinto o volume na sua calça, eu desço as minhas mãos abrindo o botão do seu calção, colocando a mão por dentro e alisando o seu p*u, enquanto ele beijava meu pescoço e passava as suas mãos enorme pelo meu corpo, ele passa a sua mão pela minha i********e enquanto eu alisava o seu p*u. — Deixa eu comer essa sua b.u.c.e.t.a vai – ele fala em meu ouvido em forma d eum sussurro me arrepiando por inteira. Eu gosto de homem vagabundo dessa forma, que me deixa molhada apenas com o beijo e a sua voz em meu ouvido. A gente vai em direção as escadas se beijando, subimos para o quarto dele e ele pega uma c*******a, e eu tiro a minha roupa e a minha calcinha e ele faz o mesmo e eu ajudo a colocar a c*******a em seu p*u, ele começa a beijar os meus s***s passando a sua mão pelo meu corpo, eu estava louca para rebolar em seu p*u, ele me joga na cama e vem por cima, eu puxo ele pelo pescoço e a gente começa a se beijar, o seu p*u pincelava em minha i********e, e ele começa a me penetrar lentamente, estocando em movimentos de vai e vem enquanto a gente se beijava, o ritimo ia aumentando conforme a intensidade dos nossos beijos e a intensidade que ele passava as mãos pelo meu corpo. Eu empurro ele e vou por cima dele, beijando sua boca e passando a língua pelo seu peitoral, eu volto a beijar a sua boca e mordo os seus lábios, eu começo a encostar a minha i********e em seu p*u e começo a brincar com ele, a instaliga-lo ainda mais e demorei para sentar, ele segurou forte em meus cabelos. — Senta gostosa – ele fala e depois morde os meus lábios. E eu começo a sentar gostoso em seu p*u, rebolando em movimentos rápidos.
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