Capítulo 28
Ester narrando
A gente se beijava na mesma intensidade que eu rebolava em seu p*u, sua mão passando pelo meu corpo, pela minha b***a apertando , enquanto eu segurava em seus ombros e descia e subia com a minha b***a em seu p*u.
— Não estamos usando c*******a – eu falo para ele.
— Vamos subir – ele fala me beijando.
Eu saio de cima dele e abaixo o meu vestido, ele pega o fuzil de cima do armário e subimos para o quarto, ele pega a c*******a e eu sento na cama já nua, eu abro a c*******a com a mão e vou colocando em seu p*u lentamente, deslizando minhas mãos sobre ele.
Porém seu rádio começa a tocar sem parar e ele se afasta pegando ele.
— To na escuta – ele fala
— Preciso de você aqui embaixo agora, a policia tá rondando e estão ameaçando subir.
— To indo – ele fala vestindo a cueca e a roupa rápido. – depois nos falamos.
— Vai ter invasão?• - eu pergunto assustada
— Fica dentro de casa, de preferencia trancada no quarto – ele fala – não abre a porta para ninguém que não seja a gente.
— Ok.
Ele sai correndo a mil pelas escadas com a arma atravessada nas costas, eu fico no seu quarto olhando para todos os cantos.
Por mais que eu estivesse super nervosa com uma invasão que poderia acontecer por policia , eu também estava tranquila, até porque o que mais eu fui, foi parada pela policia na minha vida, mas pelo meu sobrenome eu era liberada logo logo.
Só que eu também estava pensando em tudo que a minha cabeça estava pensando o tempo todo sobre o meu irmão.
Sampaio odiava ele de uma forma inexplicável o que me levou acreditar que tinha algo ou alguém que impedia Sampaio de m***r ele, porque Sampaio com seu jeito de ser tão carinhoso e delicado jamais deixaria meu irmão vivo com uma divida tão grnade ou me aceitaria aqui.
Ai tem coisa e eu precisava descobrir, mas já entendi que Joca também não iria abrir a boca, até porque ele era o sub do morro e por mais que tivesse curtindo ficar comigo, ele sabe do meu jogo e ele também não era burro e já deve ter sido orientado pelo i****a do Sampaio.
Capítulo 29
Sampaio narrando
Eu estava em cima da laje, com o binóculos olhando os filhos da p**a subindo, Joca chega e pega o outro binóculos para olhar.
— O que eles querem? – Joca pergunta
— Vamos ter que esperar eles entrarem para descobrir, mas sinto cheiro de Ester no meio disso.
— Porque?
— Nada não – eu falo e Joca me encara
— O que você está sabendo que eu não sei?
— Ainda nada, mas eu vou ficar sabendo – eu falo olhando e começa OS FOGOS. – cadê ela?
— Dentro de casa – ele responde
— Manda os vapores para lá, melhor manda HT – eu falo – ele é mais confiável.
— Vou fazer isso – Joca fala
Eu acendo um baseado, dou uma tragada e carrego o fuzill, dou a ordem pelo rádio nos vapores e eles começam atirar a contra a policia já para afastar eles, eu fico em cima da laje em um canto e Joca em outro atirando contra eles.
— Você já viu Jean? – Joca pergunta
— Ainda não. Pefgunta no rádio
— Vou fazer isso – ele fala pegando o rádio – já viram o filho da p**a do policial?
— Não está na operação – Cerro fala
— Mandou só os seus fantoches – eu falo rindo
— O que ele quer aqui esse filho da p**a – Joca fala nervoso
— Incomodar e tentar marcar território.
Eu falo atirando em um vermes filho da p**a na mira e vejo ele caindo no chão.
— Vamos para cima p***a – eu dou um grito com o radio ligado e só escuto as metralhadoras.
Os policias devolvem na mesma moeda mas nos tinha muito mais pessoal e armamento também, eles vão recuando.
— Ht tá na escuta?
— Estou – ele fala
— Ester tá onde?
— Tá aqui to de olho nela.
— Beleza – eu falo
Eu me afasto de Joca e vou descendo atirando, Joca estava vindo atrás de mim , mas o que restou deu a meia volta e foi embora.
Tinha um policial ainda com vida e eu me abaixo nele.
— O tiro foi de raspão – ele fala segurando e eu empurro a arma nele – sou pai de família.
— Quer ficar vivo?
— Quero – ele fala
— Então me responde c*****o, quem foi que mandou essa operação?
— Jean – ele fala
— Não, quem está acima dele – eu respondo para ele.
— Pedro Henrique – ele fala – foi para mim que ele entregou a grana.
— A nossa grana – eu falo para Joca e Joca me encara.
— Eu acho que está na hora da gente dar o troco nesse filho da p**a.
— Agora me deixem ir embora vivo.
— Ai que está – eu falo olhando para ele – você abriu a boca de mais, não pode sair daqui vivo
— Mas você prometeu.
— Nunca confie na palavra de um traficante – eu aponto a arma para ele e antes que ele fale , eu atiro na cabeça dele.
— E agora? – joca pergunta
— Vamos dar o que Pedro Henrique tanto quer.
— E o que é? – ele me encara
— A vontade de estar no poder. – eu falo olhando para ele.