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952 Words
Capítulo 28 Ester narrando A gente se beijava na mesma intensidade que eu rebolava em seu p*u, sua mão passando pelo meu corpo, pela minha b***a apertando , enquanto eu segurava em seus ombros e descia e subia com a minha b***a em seu p*u. — Não estamos usando c*******a – eu falo para ele. — Vamos subir – ele fala me beijando. Eu saio de cima dele e abaixo o meu vestido, ele pega o fuzil de cima do armário e subimos para o quarto, ele pega a c*******a e eu sento na cama já nua, eu abro a c*******a com a mão e vou colocando em seu p*u lentamente, deslizando minhas mãos sobre ele. Porém seu rádio começa a tocar sem parar e ele se afasta pegando ele. — To na escuta – ele fala — Preciso de você aqui embaixo agora, a policia tá rondando e estão ameaçando subir. — To indo – ele fala vestindo a cueca e a roupa rápido. – depois nos falamos. — Vai ter invasão?• - eu pergunto assustada — Fica dentro de casa, de preferencia trancada no quarto – ele fala – não abre a porta para ninguém que não seja a gente. — Ok. Ele sai correndo a mil pelas escadas com a arma atravessada nas costas, eu fico no seu quarto olhando para todos os cantos. Por mais que eu estivesse super nervosa com uma invasão que poderia acontecer por policia , eu também estava tranquila, até porque o que mais eu fui, foi parada pela policia na minha vida, mas pelo meu sobrenome eu era liberada logo logo. Só que eu também estava pensando em tudo que a minha cabeça estava pensando o tempo todo sobre o meu irmão. Sampaio odiava ele de uma forma inexplicável o que me levou acreditar que tinha algo ou alguém que impedia Sampaio de m***r ele, porque Sampaio com seu jeito de ser tão carinhoso e delicado jamais deixaria meu irmão vivo com uma divida tão grnade ou me aceitaria aqui. Ai tem coisa e eu precisava descobrir, mas já entendi que Joca também não iria abrir a boca, até porque ele era o sub do morro e por mais que tivesse curtindo ficar comigo, ele sabe do meu jogo e ele também não era burro e já deve ter sido orientado pelo i****a do Sampaio. Capítulo 29 Sampaio narrando Eu estava em cima da laje, com o binóculos olhando os filhos da p**a subindo, Joca chega e pega o outro binóculos para olhar. — O que eles querem? – Joca pergunta — Vamos ter que esperar eles entrarem para descobrir, mas sinto cheiro de Ester no meio disso. — Porque? — Nada não – eu falo e Joca me encara — O que você está sabendo que eu não sei? — Ainda nada, mas eu vou ficar sabendo – eu falo olhando e começa OS FOGOS. – cadê ela? — Dentro de casa – ele responde — Manda os vapores para lá, melhor manda HT – eu falo – ele é mais confiável. — Vou fazer isso – Joca fala Eu acendo um baseado, dou uma tragada e carrego o fuzill, dou a ordem pelo rádio nos vapores e eles começam atirar a contra a policia já para afastar eles, eu fico em cima da laje em um canto e Joca em outro atirando contra eles. — Você já viu Jean? – Joca pergunta — Ainda não. Pefgunta no rádio — Vou fazer isso – ele fala pegando o rádio – já viram o filho da p**a do policial? — Não está na operação – Cerro fala — Mandou só os seus fantoches – eu falo rindo — O que ele quer aqui esse filho da p**a – Joca fala nervoso — Incomodar e tentar marcar território. Eu falo atirando em um vermes filho da p**a na mira e vejo ele caindo no chão. — Vamos para cima p***a – eu dou um grito com o radio ligado e só escuto as metralhadoras. Os policias devolvem na mesma moeda mas nos tinha muito mais pessoal e armamento também, eles vão recuando. — Ht tá na escuta? — Estou – ele fala — Ester tá onde? — Tá aqui to de olho nela. — Beleza – eu falo Eu me afasto de Joca e vou descendo atirando, Joca estava vindo atrás de mim , mas o que restou deu a meia volta e foi embora. Tinha um policial ainda com vida e eu me abaixo nele. — O tiro foi de raspão – ele fala segurando e eu empurro a arma nele – sou pai de família. — Quer ficar vivo? — Quero – ele fala — Então me responde c*****o, quem foi que mandou essa operação? — Jean – ele fala — Não, quem está acima dele – eu respondo para ele. — Pedro Henrique – ele fala – foi para mim que ele entregou a grana. — A nossa grana – eu falo para Joca e Joca me encara. — Eu acho que está na hora da gente dar o troco nesse filho da p**a. — Agora me deixem ir embora vivo. — Ai que está – eu falo olhando para ele – você abriu a boca de mais, não pode sair daqui vivo — Mas você prometeu. — Nunca confie na palavra de um traficante – eu aponto a arma para ele e antes que ele fale , eu atiro na cabeça dele. — E agora? – joca pergunta — Vamos dar o que Pedro Henrique tanto quer. — E o que é? – ele me encara — A vontade de estar no poder. – eu falo olhando para ele.
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