đ€ NARRADO POR ALEXANDRE (PLAYBOY) â âO PESO DA COROA E O CHEIRO DO MEDOâ Desci a Ășltima escadaria do QG sentindo o ar mudar. O cheiro de cafĂ© fresco se misturava ao de Ăłleo de fuzil e ao suor frio de quem espera por uma sentença. Meus passos ecoavam no concreto, pesados, anunciando que o dono da casa tinha chegado. Parei no arco da porta. O cenĂĄrio era exatamente o que o Sombra descreveu, mas ver com os prĂłprios olhos era outra coisa. O banco de madeira parecia pequeno demais para a tensĂŁo que aquela mulher emanava. O Sombra estava de pĂ©, encostado na parede, com aquela postura de quem nĂŁo relaxa nem dormindo. Eu nĂŁo olhei para ela. NĂŁo de primeira. Meus olhos escanearam o perĂmetro. O moleque se levantou no segundo em que me viu. Ele tinha o olhar de quem jĂĄ viu o d***o e estava deci

