🥃 NARRADO POR ALEXANDRE (PLAYBOY) — “O BANQUETE DO REI E A FOME DA RAINHA” Saí do galpão sentindo o cheiro de ferro do sangue ainda impregnado nas minhas narinas. O rastro das minhas botas no chão de terra era um lembrete silencioso do que tinha acabado de acontecer lá dentro. Yasmin era uma página virada, arrancada e queimada. Sombra vinha logo atrás, mancando, com uma expressão que misturava alívio por ter terminado o serviço e uma dor latente que o fazia andar como se estivesse pisando em ovos. Literalmente. Meu celular vibrou no bolso da calça cargo. Peguei o aparelho com a mão que eu tinha acabado de limpar com um pano embebido em álcool. Era a Suzana. Li a mensagem uma vez. Li a segunda. Pisquei, achando que o rastro de sangue nos meus olhos estava me fazendo ter alucinações. —

