🤢 NARRADO POR SUZANA — “O VASO É MEU PASTOR (E NADA ME FALTARÁ)” Acordei com a nítida sensação de que um pequeno alienígena estava tentando abrir um portal interdimensional através do meu umbigo. Rolei para o lado, tateando o lençol em busca do peito musculoso e reconfortante do Alexandre, mas o que encontrei foi apenas o vazio e um lençol frio. Abri um olho. Depois o outro. O quarto estava silencioso, exceto pelo barulho da TV que ainda exibia os créditos daquele filme de Natal horroroso. O rádio dele não estava mais na cômoda. — Alexandre? — chamei, com a voz rouca. Silêncio. Ele tinha ido. Provavelmente resolver "paradas de bandido" enquanto eu ficava aqui, entregue à minha própria sorte e ao suco azul. De repente, meu estômago deu um solavanco que me fez sentar na cama mais rápid

