POR PLAYBOY — “FOGO, FARINHA E O SOMBRA NO LUGAR ERRADO” Eu estava perdendo a linha. De novo. A Suzana não era uma mulher, era um evento catastrófico que atingia o meu sistema operacional e causava um curto-circuito em cada regra que eu levei anos para construir. O beijo tinha gosto de farinha, de caos e de algo que eu não queria admitir que estava gostando. Eu a prendia contra a geladeira, as mãos sujas de massa marcando o short dela, quando o mundo exterior resolveu bater na porta da forma mais inconveniente possível. — FINALMENTE, p***a! — O grito ecoou da entrada da cozinha, acompanhado por um assobio longo e uma salva de palmas solitária. — Eu sabia que esse estresse todo do patrão era falta de... Eu me afastei da Suzana tão rápido que quase escorreguei no resto de ovo. Virei o

