Meu dia começa cedo às cinco da manhã já estou no banheiro tomando banho antes mesmo do meu despertador tocar e quando ele toca as cinco e meia já estou terminando de colocar meu boot, desço e o cheiro do café invade a casa a minha coroa como sempre cuidando de mim não era esse caminho que ela queria que eu seguisse mas ela não tem o que fazer então me aceita como eu sou.
- Bom dia véia! Falo beijando o seu rosto ela sorri para mim, me sento na mesa da cozinha e não demora VN chega e faz o mesmo que eu beija a nossa mãe e senta para tomar café.
VN é meu primo de sangue e meu irmão de coração, os pais dele morrerão em uma invasão quando ele ainda era moleque e a minha mãe o cria dês de então sem nenhuma diferença de mim ou da Nath.
Comemos rápido e saímos de casa rumo a boca mas antes de sair passo umas ordens para os menor da contenção que terminaram de trocar de turno, quando paro na frente da boca vejo que por aqui também já trocaram o turno faço o toque com os vapor e vou direto para a minha sala.
B.O é o que não falta aqui nesse lugar, eles brotam da terra mais rápido que a velocidade da luz ainda tem morador que acha que eu não tenho o que fazer que vem querer que eu resolva treta de vizinho te contar viu.
- Fala aí veado! VN entra na minha sala e se joga na cadeira em frente a minha mesa. - Contabilidade? Olho para ele e bufo.
- Tem como eu me livrar dessa p***a por acaso? Ele ri. - Tem neguinho a rodo me devendo vou mandar o VP fazer a cobrança hoje.
- Não sei o que esses vagabundos pensam, acham mesmo que a gente vai ter amnésia assim do nada. Ele fala e eu concordo com ele, bando de filho da p**a. - Aí, já estou arrumando o baile de sábado porque quero lucrar muito e comer várias bucetinhas novinhas. O filho da p**a fala na pura maldade e eu ri, o celular dele toca e ele olha a mensagem que chegou. - Me deixa mete o pé que o carregamento de armas terminou de chegar.
- Se tiver alguma coisa fora do lugar bate um rádio que eu subo lá. Falo voltando para os meus livros ele assente e vai ver as peças novas que compramos.
A manhã passa de boa consigo fazer o meu trampo sem enrolo quando me toco já está na hora do almoço milagre que a minha coroa ainda não me ligou me mandando ir almoçar, saio da boca rumo a minha casa e dá para sentir o cheiro da comida boa do lado de fora faço o toque com os vapores e entro.
- tá cozinhado bem em véia! Falo abraçando a minha mãe e beijando a sua cabeça, ela ri e tenta sair do meu abraço.
- Sai, sai Nicolas que eu estou com calor você sabe que eu não gosto de grude.
- Iiiii, qual foi dona Teresa se eu abraço a senhora não gosta se não abraço reclama que eu não te dou carinho, decide mulher! Ela ri.
- Vai lavar as mãos para comer e para de conversa fiada.
- Estou anotando tudo aqui no meu caderninho viu! Ela n**a rindo e eu subo para lavar as mãos quando eu desço VN já está na mesa se servindo.
- Cadê a pirralha? Ele pergunta para a minha mãe que coloca o suco na mesa e se senta com a gente.
- Foi na casa da Vivi! Olho para o VN que bufa. - O que é minha gente? Minha mãe olha de um para o outro.
- Não presta atenção não! Falo puto, sei muito bem o que ela foi procurar na casa dessa Vivi.
- O que tem minha gente porque a menina não pode ir à casa da única amiga que ela tem nesse lugar? Minha mãe já pergunta bolada de braços cruzados.
- O que tem é que ela não vai à casa da Vivi ver a Vivi mãe, ela vai lá para ficar dando moral para o p*u no ** do irmão da Viviane que é um drogado de merda. VN fala e minha mãe se toca.
- Se eu pegar ela se agarrando com aquele lixo ambulante já sabe né, aquilo não é homem para a Nathalia não. Digo e minha mãe assente.
- Eu vou conversar com ela agora se acalmem e almocem antes que esse rádio toque. Ela encerra o assunto e eu prefiro deixar para lá, nós três comemos na santa paz de Deus como a minha mãe costuma dizer quando termino vou para o meu quarto escovar os dentes para voltar para a boca.
Quando desço de volta dou um beijo na minha coroa atravesso a minha fuzil nas costas de desço o morro na manhã para ver se encontro a minha irmã mas não a vejo, dou uma moralzinha para as vagabas do morro a gente tem que tratar bem o pão de cada dia as vezes né e então volto para a boca, passa das três da tarde quando o meu rádio toca com o Menor avisando que tem uma mina querendo ver uma casa.
E que mina meu parceiro, quando ela entrou na minha sala o cheiro do perfume dela invadiu o lugar quando olhei para ela parecia que eu tinha tomado um soco linda para um c*****o, uma morena de parar o trânsito.
Cabelão pretão até a cintura liso que brilha pra p***a, ela não é gorda e nem magra ela é gostosa, não que as tesudas acima do peso não me agrade as gordinha é o tipo de mulher que tu tem que tomar cuidado porque elas fazem tão bem que o vagabundo se apaixona aí meu amigo é fim de jogo.
A gostosa usa um óculos de grau que meu parceiro deixa meu aliado aqui agitado ela parece aquelas atrizes de filme pornô das nossas fantasias de adolescente, só de olhar para essa mina penso maldade e ela nota porque fica toda incomodada, quero ver ela reagir assim encima do meu p*u.
Faço todas as perguntas necessárias para a segurança do meu morro e para eu saber se o terreno é livre para eu aproveitar ela não curte muito, mas não tem o que fazer a não ser me responder, mando o Menor levar ela para ver a casa e volto para o meu trampo.
Espero que ela pare logo de dar uma de santinha e mostre logo à v***a que deve ser para que eu termine a negociação com o meu p*u enterrado nela, mas nada muda quer dizer muda, ela acerta o preço da casa comigo e tudo só que ela parece querer sumir daqui o mais rápido possível.
Invisto, sorrio para ela a trato com carinho e nada ela continua séria com foco no que veio fazer aqui e nada mais, paga o depósito dela e adianta dois meses de aluguel pergunta sobre o carreto acertamos o dia da mudança dela para que eu a libere na barreira e ela vaza.
A mina não me deu moral nenhuma ou ela é realmente séria ou o mais provável está fazendo ** doce, não me importo v***a é sempre v***a uma hora ela cede.
A semana passa na boa com os mesmos perrengues de sempre nada muda, no sábado faço a minha rotina normal, mas lembrando que hoje é o dia que a morena se muda aqui para o morro, já deixo os moleques da barreira avisados o dia é chato chove a manhã toda mas a tarde o tempo firma no meio da tarde os vapor me avisa que a Rafaela está subindo com a mudança dela.
Esperei umas duas horas e saí da boca a pé mesmo que aí já vejo como o morro está no meio do caminho encontro com o VN que termina me acompanhando me ofereço para montar os móveis dela só para ver qual é a da mina VN não curte muito, mas não reclama.
Conhecemos a cria da morena e a baixinha é umbarato não sou muito chegado a catarrento não, mas a garotinha é diferente não sei explicar só gostei dela de primeira, Rafaela só abre um sorriso para mim quando elogio a sua filha então começo a cogitar a possibilidade de estar errado sobre uma mulher pela primeira vez na minha vida.
Montamos as coisas e ela nos convida para jantar, a comida dela é boa a pinguinho de gente dela é ligada nos 220 fala o tempo inteiro VN e eu nos divertimos com a garotinha e quando terminamos de comer que a Rafaela nos leva até o portão dou a minha última cartada beijo o canto da sua boca ela fica muito sem graça, me mostrando que eu quebrei a minha cara por pensar que ela era uma v***a por ter uma filha tão nova e ser mãe solteira.
- Essa mina aí não é p**a não. VN fala me tirando dos meus pensamentos e eu tenho que concordar com ele.
- Percebi cara, a mina não se ofereceu ou deu mole para a gente o único sorriso que ela me deu foi quando elogiei a filha dela.
- Não sei qual é a história dela, mas ela não é marmita de bandido! VN me dá o papo e eu assinto, quando a mina é responsa a gente respeita e pelo que pude ver hoje essa mina luta para sobreviver e criar a filha sozinha e é uma mulher de respeito deve ter caído no papo de algum vagabundo que a abandonou quando ficou grávida ou algo do tipo e, eu não sei o porquê, mas quero essa mulher para mim.
- Estou falado contigo p***a! VN chama a minha atenção.
- Fala!
- Vai para o baile ou vai ficar aí nessa baitolagem pensando na gostosa que não te deu moral?
- Vai se f***r que eu estava aqui pensando em quantas novinhas eu vou comer hoje!
- Sei! Ele fala debochado e eu me dou um chute mentalmente por ficar que nem um bostinha pensando nessa mulher vou é comer uma p**a pra ver se isso passa.
- Bora para casa que eu tenho que ficar maneiro porque hoje eu vou comer p**a até meu p*u cair! Digo e VN ri.
- É assim que se fala cachorro.
Quando deu a hora de ir para o baile eu já estava daquele jeito, perfumado com a beca maneira só joguei a meu fuzil nas costas peguei a minha moto e subi rumo a quadra, já entrei daquele jeito agarrando uma das putas que estava se jogando para mim subo para o camarote cumprimento os aliados e arrasto a primeira vitima para o abate.
A garota tenta beijar a minha boca, mas eu desvio, vai saber quantos paus essa boca chupou hoje puxo a camisinha do bolso que não pode faltar viro ela de quatro e meto fundo a p**a geme, fecho os olhos e a Rafaela sorrindo para mim vem na minha mente eu g**o forte e gostoso sacudo a minha cabeça tiro a camisinha amarro e jogo no lixo.
Olho para a p**a que arruma a saia e então abro a porta dando de cara com uma Aline bolada, ela cruza os braços e bate o pé no chão.
- Quem é essa NC? Douespaço para a mina passar e fecho a porta do quartinho, a Aline é uma mina aí do morro que eu pego a anos já perdi as contas de quanto tempo faz que eu a fodo, ela é aquela f**a garantida de quando não se arruma nada de novo e tu precisa se aliviar, ela não é p**a como as outras então é uma boa opção para f**a fixa e ela sabe que não passa disso para mim já deixei isso bem claro para ela.
- Baixa a bola Aline, para de pagar de fiel que você sabe que não passa de mais uma f**a para mim.
- Amor? Ela fala magoada e eu não dou moral estou sem saco para isso. - Não faz assim gatinho sabe que eu tenho ciúmes de você!
- Não deveria, sabe que eu não sou nada seu sai fora vai Aline que hoje estou sem paciência para lidar com você. Ela vai para o canto emburrada achando que eu ligo, vou dar o pé nessa mina grudenta do c*****o que quer ser o que não é já está na hora de ela cair na real, fico no baile até às quatro da manhã e meto o pé para casa por hoje já deu.