Optei por usar um vestido azul escuro, meia-calsa preta e botas. Meu cabelo, deixei solto, sem maquiagem com exceção do batom vermelho. Pego minha bolsa e saio de casa. Combinei de encontrar Katsuki no shopping. E bom, não foi difícil de encontrar ele. Decidimos ver um filme de ação, o que agradou nós dois.
–até que sua presença é agradável. – Katsuki comenta
Nesses momento estamos indo para minha casa, o desafiei em um jogo de cartas. O loiro como é competitivo aceitou.
–Minha companhia é ótima.
–Não exagera pomba desgraçada.
Já em minha casa fomos diretamente para meu quarto. Katsuki observa cada canto do quarto enquanto eu pego o baralho.
–Você é fã do Herase Head. – comenta ele ao observar um pôster do herói colado a cima de minha cama.
–Todos temos heróis preferidos, não é mesmo?
Começamos a jogar, claro que eu não deixava o loiro ganhar uma, o medo dele explodir meu quarto se foi nas primeiras três derrotas dele.
–MAS QUE MERDA, VOCÊ ESTA ROUBANDO!
–Não, Katsu, eu não estou roubando. Você que é r**m no jogo.
–Eu jogo essa merda desde sempre, não tem como eu ser r**m! –Katsuki joga suas cartas sobre a cama.
–deve está fora de forma.
Depois de mais cinco partidas perdidas, Bakugo jogou o baralho no chão do quarto e se jogou em minha cama. Deito ao lado dele, olho para o teto de meu quarto.
–Quer ver uma coisa legal?– pergunto ao loiro. Ele apenas murmurou em resposta.
Levanto da cama, apago a luz do quarto. Imediatamente uma luz azulado bem escuro toma de conta do quarto. Volto para a cama. Olho para o teto estrelado do meu quarto.
–Tem medo de dormir no escuro, praga?
–Eu não, mas o Yukine não tem boas experiências com o escuro, e ás vezes ele não se sente bem com o completo breu. As estrelas o ajuda se acalmar.
–Mas o quarto é seu, não dele.
–Meu irmão já passou por muita coisa. Ás vezes ele tem recaída e vem passar a noite em meu quarto.
–Porque está me contando isso? –Ele me olha.
–Não sei. – olho para ele. O Katsuki que está em minha frente agora não é o mesmo da escola. –Katsu, você já teve uma amizade colorida? – pergunto na inocência. Estiro meu braço e observo minhas longas unhas pintadas de preto.
–Você quer me beijar praga? – desvio meu olhar para Katsuki, que tinha um sorriso sugestivo.
—Katsu, uma amizade colorida vai além de beijos sabia?– sei que Katsuki não é lerdo e nem santinho, espero que ele tenha entendido. Em um piscar de olhos Katsuki estava por cima de mim, uma perna a cada lado de meu corpo.
–Não sabia que você pensava essas coisas. – o sorriso do garoto era convencido.
–Você não sabe muitas coisas sobre mim. – respondo. –Vamos fazer um acordo.
–Qual acordo?–ele pergunta duvidoso. Em um movimento rápido faço nós trocarmos de lugar, eu ficando por cima dele.
–Na amizade, e sem compromisso! – Quero deixar claro minhas intenções. Tenho quase 16 anos, não quero ficar amarrada a apenas um garoto tendo tantas pessoas interessantes na cidade. Como diz a cantora brasileira "é melhor se arrepender do que passar vontade".
–Eu adorei essa idéia. – o sorriso que Katsuki deu é algo que eu nunca vi. É um sorriso coberto de malícia.
–Saiba que agora eu quem mando. – Dito isto eu finalmente beijo o loiro.
Desgraçado do beijo viciante. Katsuki sabia exatamente o que fazer durante o beijo, para a minha surpresa ele deixou ser dominado por mim. Suas mãos foram para a minha cintura, ele me puxou fazendo-me encaixar perfeitamente em seu colo, logo depois uma de suas mãos foi para minha coxa onde apertou o local.
Quando acordei senti o braço de Bakugo sobre minha cintura e sua respiração em meu pescoço. Levanto com cuidado e vou até meu banheiro. Tomo um banho quente.
–Merda Katsuki! – resmungo olhando para o espelho. –Eu tinha dito nada de marcas. – pego minha base no armário e começo a cobrir as marcas do pescoço e b***o.
Já vestida eu volto para o quarto. Começo a arrumar a bagunça. Coloquei os travesseiros de volta na cama, guardei as algumas e a venda em seus respectivos lugares. Joguei as embalagens usadas de camisinha no lixo. Sim, as. Bakugou Katsuki tem fôlego.
Sai do meu quarto e fui até o do meu gêmeo, pegar uma roupa para o loiro. Ao entrar no quarto me deparei com Yuki jogado na cama. Vou até ele e o vejo dormindo. Vou até o closet dele e pego roupas para o loiro.
–Quando você chegou?– pergunto para Yukine que agora estava acordado.
–Ontem á noite. – Yuki está com uma cara de sono. –Espero que sua noite tenha sido divertida, por que a minha não foi. – levanto uma sobrancelha. –Vocês apareciam que não acabavam nunca! Quanto fôlego dois adolescentes tem? Deus, vocês ao pararam a algumas horas.
–Não enche irmão. Eu também já ouvi muita coisa.