— Certo, me desculpe por ser tão rude, arrogante e irônica. — Ele sorriu. Seu rosto não estava como antes. Sempre que o encarava, via o homem bruto que falava asneiras para me irritar, contudo, parecia conformado e o sorriso o deixou ainda mais bonito. — Consigo reconhecer, Giovanni. — Também estou sendo arrogante, me perdoe. — AÍ, MEU DEUS! Ele freou, parando o carro de uma só vez, me puxando para frente, mesmo com o cinto de segurança me protegendo, senti meu coração na mão. — O que aconteceu? — Você quer me m***r? — Bati em seu braço, diversas vezes, com raiva, mas não tão forte. — Não faz isso. — Achei que algo r**m tinha acontecido, sua louca. Não faz isso. – Confesso que achei engraçado. — Você quem freou o carro. — Acha que estou de brincadeira aqui? — Voltou a ficar com rai

