Iara... — Ela vai aceitar? — Sabrina perguntou enquanto me via tomar o café. Ela falava sobre a Neide e o atestado, e sobre isso eu não fazia ideia, mas eu não queria perder aquele emprego. Poderia trabalhar lá de segunda a segunda, mas não queria perder. Só que eu não conseguiria fazer nada com meu pé e meu braço daquele jeito. — Não sei, espero que sim — respondi, sem muitas esperanças, até porque as ameaças que ela vinha fazendo nos últimos dias de que, se eu não voltasse na segunda, minha vaga seria preenchida rapidinho por outra, me assustavam. — Pensamento positivo, ela vai aceitar. E se não aceitar, você vai achar outro emprego — disse Patrícia, levantando da mesa com um sorriso de orelha a orelha. — O que você tem? Não vejo essa alegria toda desde que você ganhou mil reais naq

