Capítulo 254: Emanuele

1536 Words

O corredor de serviço parecia ficar menor a cada segundo. O ar estava gelado, mas o calor que emanava de Dante era sufocante. Ele segurava a caixinha preta com o anel de noivado como se fosse esmagá-la a qualquer momento. Os nós dos dedos dele estavam brancos, a mandíbula travada com tanta força que um músculo saltava em sua bochecha. — Vamos subir — ele disse. Não foi um convite. Foi um comando baixo, gutural, que não admitia réplica. — A festa... os convidados... — comecei, minha voz ainda trêmula pela fumaça e pela adrenalina. — Romeo cuida do circo — Dante cortou, virando-se para a avó. — Mande os seus guardas varrerem o perímetro com os do Palazzo. Quero o nome de quem deixou aquele bastardo entrar. Viviana assentiu, recuperando a postura de ferro mesmo com o rosto pálido. — Vá.

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