Capítulo 139: Dante

501 Words

Não precisei abrir a janela para ver a noite, ou o trabalho concluído do infeliz enxerido. Emanuele me acordou. Senti a mão dela no meu ombro, me empurrando com uma firmeza que me surpreendeu. Pensei que ela me temia tanto que nem suportaria me tocar. Abri os olhos. O quarto estava na penumbra. Ela estava de pé ao lado da cama. Mas não olhava para mim; olhava fixamente para a porta do quarto, que estava entreaberta. Uma claridade bruxuleante entrava da sala da suíte, derramando-se no chão. Luz de velas. Era hora do jantar. Olhei para Emanuele. Ela estava espantada, o rosto pálido. Já? Eu nem tinha me erguido ainda. Então entendi. Uma figura apareceu na porta, a silhueta n***a dominando o aposento, bloqueando a luz. — Limpem-se e lavem as mãos — disse Don Vittorio Rossi, a voz calma

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