A limpeza estava em andamento. Desci as escadas da Ala Oeste, sem pressa. Eu sabia que ele não iria a lugar nenhum. Mario me acompanhou em silêncio enquanto eu seguia para a cantina. Era hora de lidar com a ferramenta quebrada. Passei pela cozinha, indo até aos fundos do corredor de serviço, onde encontrei a pequena porta de madeira. Abri-a para encontrar a escada de pedra íngreme que mergulhava na escuridão fria. O ar úmido subiu ao meu encontro, carregado do cheiro familiar da minha história. La cantina. A adega subterrânea. Outro orgulho que me aquecia o peito. As paredes de pedra bruta, tudo construído sob a minha supervisão muito tempo atrás. O cheiro de terra úmida, mofo nobre e o aroma doce das uvas. Uma promessa de um bom vinho... tudo que um homem precisava para sorrir. Mas

