Assim que o manobrista abriu a porta do lado dela, o tempo pareceu desacelerar. O salto agulha tocou o chão de pedra. Depois, a perna. A f***a daquele vestido maldito subiu, revelando uma extensão de pele branca, macia e intocada que brilhou sob a luz dos holofotes da fachada como um farol. Ouvi o manobrista prender a respiração. Meu instinto foi mais rápido que meu pensamento racional. Contornei o carro e afastei o funcionário com um olhar que o fez recuar dois passos, tremendo. — Venha. Estendi a mão para Emanuele. Ela aceitou, os dedos frios deslizando sobre os meus. Quando ela saiu do veículo, erguendo-se em toda a sua altura, a f***a se abriu perigosamente perto da virilha. Cerrei os dentes, sentindo o peso do meu paletó e a vontade insana de tirá-lo para cobri-la. Mas não podia

