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1240 Words
Capítulo 65 Ester narrando Eu encaro ele pensativa, eu realmente não sei qual era o jogo do Sampaio, mas eu estava longe de cair em um jogo de qualquer homem, então eu jogo já na cara dele que ele sempre quis m eusar. — Eu não sei se eu confio em você – eu falo o encarando – eu até confiei uma vez e você tentou me enganar. — Eu tentei enganar? – ele pergunta me encarando – como assim Ester? — Não se faça de i****a – eu me levanto e ele se levanta também – você quis me usar contra o plano do meu tio. — Essa era a ideia inicial, mas eu jamais colocaria uma pessoa inocente no meio dessa briga – ele fala – ainda mais como isca, esquece, eu não faria isso – eu começo a rir — Você realmente acha que você vai vir com esse seu sorrisinho s****o, com esse olhar de cafajeste e vai me fazer cair no seu papo? – eu pergunto para ele e ele me encara -a té pode ser que eu caia, mas não nessa vez. — Eu nunca quis te enganar ester, fui o mais sincero possível com você – ele fala. — Mentiroso – eu afirmo e ele me encara – você tentou sim me enganar. — Eu não estou entendendo, eu jamais te usaria você em algum plano, eu estou aqui te falando a verdade, te contando a verdade sobre tudo, sobre algo que eu jamais poderia abrir a boca para quem não fosse do comando. — Por estratégia e se tudo isso for mentira? — Eu não estou mentindo para você Ester – ele fala. — Você já mentiu uma vez – eu falo olhando para ele — Menti? – ele pergunta – então me diz quando? — Não mentiu não, porque você não disse nada – ele me encara – mas vocçe tentou me enganar, me usar como escape ou qualquer outra coisa. — Do que você está falando? — Do dia que eu tranquei você e Alana no salão – ele estreita os olhos me encarando – depois você foi direto para o banheiro me encontrar, e horas depois, Alana me disse com todas as letras que vocês tinham se acertado. — No mesmo dia? – ele pergunta — Na mesma noite – eu afirmo para ele – imagina a minha cara, quando ela me disse isso, sabendo que meia hora atrás a gente estava juntos. Por isso eu não confio em você e jamais vou confiar Sampaio, você tentou me usar para algo e eu não aceito isso. Aqui quem usa os homens sou eu, mas eles não me usam. — A gente não se acertou – ele fala — Não? – eu pergunto encarando ele e eu falo rindo – porque ela mentiria? — A gente conversou depois, ela me disse naquela noite que iria embora e que era para eu seguir a minha vida – ele fala – que ela iria embora. — Ela disse isso? – eu pergunto para ele. — Naquela noite eu me dei conta, que eu não era mais apaixonado por ela – ele fala me encarando – e eu me dou conta disso toda vez que ela se aproxima de mim e eu só consigo pensar em você. — Você realmente acha que vou cair nesse seu papinho de traficante apaixonado cãozinho acabandonado? – eu pergunto para ele e ele começa a rir. — Teimosa – ele fala se aproximando de mim – você sabe que sente o mesmo por mim. — Ódio, raiva – eu olho para ele e ele se aproxima – pode ser que um pouco de atração, t***o – ele abre um sorriso. — Alana mentiu – ele afirma – para você. — Ela sabe de nós dois, ela me disse isso esses dias , logo que se mudou para casa. Ele fica pensativo. — Eu jamais te usaria – ele afirma – eu juro. – eu o encaro – se for preciso para você acreditar em mim, eu termino com a Alana o que não existe mais entre nós dois, para você realmente ver que eu estou falando a verdade. Capítulo 66 Sampaio narrando Eu olho para Ester e ela me encara, nesse momento não queria pensar em Alana, essa história eu resolveria depois. — Eu posso te ajudar mas vai ter uma condição – ela fala — Qual? — Nem você e nem eu vamos ficar com o dinheiro da minha herança – eu a encaro – ela vai ser doada para todos os funcionários das empresas que meu irmão faliu, é dinheiro suficiente para eles todos. — Combinado – eu respondo e ela me encara. — E eu quero um aumento – ela fala – de 20 para 30mil, isso é troco para você. — E o nosso acordo será apenas entre nós dois, ninguém vai poder saber. — E seu tio? — Não sei se confio em Joca suficiente – ele fala me encarando. — Eu não acho que Joca é traidor – ela fala – talvez ele seja apenas um pouco invejoso por você ter ficado no comando, mas ele é fechamento com você. Essa é a minha opnião. — Patricia – eu falo – eu matei a Patricia. — Você fez o que? – ela pergunta — Ela estava levando informação para Marcos e no dia da morte de Barbara, ela abia que não poderia chegar na entrada do morro e ela chegou com a minha filha. — Ela estava sozinha com ela? — Não – eu falo – Alana estava junto, mas quando eu cheguei, Barbara estava sozinha, só depois Alana chegou e Patricia depois dela. — Mas elas não estava juntos? — Alana disse que Barbara se assustou e saiu correndo – eu falo — Não conte para Alana e nem se separa dela – eu a encaro — Porque? — É estranho, você não acha, ela te negar o tempo todo e agora do nada, ela querer ficar com você? – ela pergunta — Alana não faria nada contra a minha filha , a nossa filha. Ela era uma mãe maravilhosa – eu falo – e eu posso afirmar isso com todas as letras. — Não estou dizendo que não, eu também acredito que ela também seja – Ester fala – mas, ela sempre te culpou por tudo, será que a raiva dela não foi alimentada pela irmã? Se a Patricia foi x9, vai saber o que não colocou na cabeça da irmã. Eu acredito que a Alana não seja uma pessoa r**m, mas talvez queira vingança pela morte da filha. Eu encaro Ester e ela se encosta contra o balcão e a gente se encara e eu fico pensando no que ela disse, na Alana e em tudo. — Essa história toda fica ainda mais confusa – eu falo – você está certa, eu não vou me separar de Alana, vamos manter nosso acordo em sigilo. — É a melhor coisa a se fazer nesse momento – ela fala – vamos nos evitar, até mesmo para que ninguém ache que estamos tramando algo, conversando ou com i********e. Mas quando você for m***r meu tio, eu quero está junto, o dinheiro da minha herança será doado para os funcionários. — E você vai fazer o que? – eu pergunto para ela — Tomar o rumo da minha vida – ela responde.
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