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1265 Words
Capítulo 67 Ester narrando — E se o rumo da sua vida for aqui no morro? – ele pergunta me encarando — Impossivel – eu falo para ele e ele abre um sorriso. — Isso é o que você pensa. — Eu jamais vou me prender a alguém – eu olho para ele – eu nasci para ser livre, solta e desimpedida. Ele se aproxima de mim e a gente se beija, ele passa a mão pelo meu corpo, beijando meu pescoço. Eu estava encostada contra o balcão e eu fecho os meus olhos, enquanto ele beija meu pescoço lentamente, meu corpo respondia os seus carinhos, sua mão passando pelo meu corpo. A gente se encara por alguns segundos e abrimos um sorriso. Eu tiro a sua camiseta e ele tira a minha blusa, ele abre o meu sutiã e começa a c****r os meus s***s, e passar a mão pelo corpo, eu abro o meu shorts e abro o seu calção, ficamos pelados enquanto a gente se beijava, eu passo as mãos pelas suas costas nuas, arranhando toda as suas costas, enquanto ele chupava os meus s***s. Ele me vira de costa para ele e começa a beijar as minhas costas lentamente, e eu empino a b***a e ele segura em minha cintura me penetrando lentamente com o seu p*u, ele pega em meu pescoço e as gente se beija, enquanto eu empinava a minha b***a e ele estocava seu p*u em mim, e eu começo a rebolar a minha b***a em seu p*u e a gente se beijava. Sua boca percorrendo pelas minhas costas, pela minha nuca, beijando lentamente o meu corpo, enquanto eu rebolava em seu p*u, algo bem lento e gostoso, eu me viro de frente para ele e a gente começa a se beijar ainda mais intenso, ele me joga contra a outra parede, levantando as minhas mãos para cima e beijando meu pescoço e depois os meus s***s, eu sento ele em uma poltrona e vou por cima dele, e começo a sentar em seu p*u, enquanto rebolava nele, ele beijava os meus s***s e depois a minha boca e eu ia rebolando em seu p*u. Até a gente gozar juntos, bem lentamente e bem gostoso, eu aperto os seus ombros, gemendo enquanto a gente se beijava e gozando em seu p*u e ele pressionava a minha cintura e gozava dentro de mim. Que o DIU me protegesse, porque em nenhuma vez que transei com ele, eu usei c*******a, ao contrário dos outros. Capítulo 67 Ester narrando Eu tinha saído do banho e desci para comer algo na cozinha, cheguei na cozinha e encontro Alana e Sabrina conversando e Joca fazendo um café. — Olá – eu falo e eles me encaram — E ai – Joca fala — Oi – Alana fala — Oi – Sabrina diz sorrindo — O que você vão fazer hoje? – eu pergunto – vai ter o pagode de novo, poderíamos ir né. — HT vai tá de plantão. Mas eu vou – Sabrina fala — Ah, não sei se Sampaio vai. — Convida ele – eu falo – vamos? – eu pergunto para Joca. — Vou colar lá com vocês – ele fala e eu abro um sorriso. — Vou falar com ele – Alana fala – ainda não falei com ele hoje. — Ele está bem ocupado na boca – Joca fala. — Imagino – Alana fala. Eu me sento na mesa depois de pegar uma fruta e começo a comer. — Olha Ester sendo saudável – Sabrina fala — As vezes eu sou – eu falo – preciso me exercitar mais, estou parada. — Você fazia academia? – Alana pergunta — Sim – eu respondo – o exercício de sentar e quicar em ferros– Joca começa a rir — Cara, não da para te levar sério – Alana fala — O que foi gente? As santas não fazem – eu falo – mas eu gosto de dançar. As aulas da Ana são top. — Vou começar a fazer – Sabrina fala – mas, você só me come besteira e tem esse corpo de inveja. — Deus foi generoso comigo – eu falo rindo. Sampaio chega e a gente nem se encara, ele cumprimenta mas eu mesmo nem respondo. Ele vai até Alana e beija sua cabeça. Nem parece que algumas horas antes eu estava sentando para ele. Ele se senta do lado dela pegando a xícara do café. — Vai ter pagode hoje, convidei Alana – eu falo – porque você não vai junto com ela fazer companhia? — Pode ser – ele fala – vou ver depois quem vai ficar na boca. — É o HT – Sabrina fala – mas se você quer ficar, eu não reclamo. — Ele fica hoje – Sampaio responde – vou curtir a noite com a minha mulher – Alana abre um sorriso para ele e ele beija a mão dela. Joca se senta na mesa me entregando uma xícara de café. — Valeu – eu respondo para ele. — Cadê Kayane? – Joca pergunta — Não sei – Alana fala – saiu. Estou preocupada com Patricia que não me responde. Eu olho para Alana e depois para Sampaio mas desvio o olhar, eu tinha esquecido que ele tinha me dito que tinha matado a irmã dela. Eu já vi meu tio m***r uma pessoa também na mesma naturalidade que ele me contou e lembro que fiquei meio nervosa no momento que eu vi isso escondido. Nunca entendi o porque ele tinha feito aquilo , mas hoje eu entendo, que o meu tio nunca foi aquele homenzinho bom que nos dava doces toda vez que vinha nos visitar, brinquedos e nos levava para passear. Ele era um homem muito c***l. — Ester? – Sabrina me chama e eu olho para eles – você tá bem? — Estava olhando fixo para um lugar só – Alana fala — Estou – eu respondo para eles – eu preciso dar uma volta, tomar um ar. Estou me sentindo abafada aqui dentro. Eu me levanto sem muita explicação e saio da casa, limpo uma lagrima que desce e vou olhar como estava as modificações que eu tinha mandado fazer no morro, enquanto vou descendo uma mulher me fala. — Oi – ela fala – você é a Ester? — Sim – eu respondo — Quero te agradecer. — Pelo? – eu pergunto para ela. — Meu marido perdeu o emprego e a gente estava desesperado sem saber como pagaríamos as dividas dos alugueis, e agora com a sua inciiativa, sabemos que não vai acontecer nada com meu marido e obrigada também pelas cestas básicas e coisas para as crianças que você mandou entregar para quem estava trabalhando em troca da dívida. — Fico feliz que eu tenha ajudado. — Ajudou muito – ela fala sorrindo – está todo mundo muito agradecido a você por isso – eu abro um sorriso para ela. — Aparece no espaço, acredito que você pode aprender muita coisa lá. — Vou sim, obrigada – ela fala sorrindo. Eu sorrio para ela e ela sai andando, eu vejo Joca se aproximando. — Será que eu e Sampaio precisamos ficar com medo que você vai tomar nosso lugar? – ele pergunta — Não se preocupa, eu não pretendo ficar aqui – ele me encara. — Você está bem? — Porque ? — Você saiu de dentro da cozinha e parecia não estar muito bem. — Eu estou bem – eu falo olhando para ele – eu estou sempre bem – ele me encara.
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