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DESEJO Perigoso: Livro 1 da Trilogia: Os Glentemen

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Blurb

Heitor Bongiovanni, com apenas vinte e nove anos, se vê em uma grande responsabilidade: Ficou como Tutor e responsável de tudo na vida da jovem Grace Delattorre, a única sobrevivente da família e filha de Marcus, seu melhor amigo.

"Foi um desejo perigoso. Ele tremia até com a aproximadade da garota de dezessete anos. Era delicada, jovem, e linda, mas não era cem por cento santa como ele imaginava"

O desejo foi iminente.

- Essa garota será minha perdição - Heitor.

"O quão perigoso pode-se tornar o desejo entre duas pessoas?"

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Capitulo Um - Heitor
Capítulo 1 - H E I T O R Los Angeles Eu nunca senti uma dor como essa. Deve ser pior do que levar uma facada ou um tiro. Pior do que estar dentro de um caixote de vidro cheio de água, e saber que um momento o ar vai acabar e você irá morrer. Pior que tudo. O clima estava péssimo. O tempo nublado e frio. Sinto os braços de minha mãe me abraçando. Meus irmãos estavam ao meu lado também, me apoiando. Ele era e sempre será meu melhor amigo. — Vai ficar tudo bem, meu amor — mamãe me disse. — Não sei... — eu disse limpando as lágrimas. Eu já não chorava mais da mesma maneira quando recebi a notícia. Meu amigo Marcus morreu em um acidente de carro junto a esposa. Morreram na mesma hora. — Ela acordou — meu irmão Magno sussurrou para mim. Levantei a cabeça e olhei para Grace, a única filha do casal que sobreviveu pois não estava no acidente. Eu a vi pessoalme umas duas vezes, mas foi a distância. Grace estudava em um colégio interno em londres e veio assim que soube do acidente. Ela chorava abraçada a uma menina que parecia ser da sua idade, e ao lado das duas, uma mulher que parecia ser uma oficial de justiça. No local já tinham poucas pessoas. Amigos próximos apenas, pois Marcus não tinha família próxima a ele. — Vá falar com ela. — mamãe disse a mim. — Você era como um irmão para Marcus. Olhei para Grace que observava o túmulo dos pais. Ela não participou do enterro pois acabou desmaiando e eu achei até melhor. — O que eu falarei? — pergunto sem saber o que falar. — Não precisa de palavras — mamãe disse. Saí de perto da minha família e caminhei até ela. Grace levantou os olhos e me encarou. Seus olhos cor de mel estavam vermelhos de tanto chorar. Tirei as mãos do bolso e suspirei. — Eu sei que você e meu pai eram melhores amigos. — ela diz com a voz fraca. Era estranho. Não sei o porquê. A diferença de idade nunca foi uma barreira para mim e Marcus nos tornamos melhores amigos. Ele tinha quarenta e cinco anos e eu vinte e nove. Tinha idade para ser meu tio, mas ele era mais que isso. Era meu melhor amigo. Meu irmão. — Eu sinto muito — falei e ela continuou me encarando. Me aproximei e a tomei em um abraço. Era pequena em meus braços e aquele abraço foi o único que me trouxe conforto. Talvez porque tínhamos uma ligação. Nos afastamos depois de um longo tempo. — Você é? — perguntei agora para a mulher que estava acompanhando Grace. — A responsável temporariamente por Grace.... — pausa e sorri — ... Até abrirmos o testamento. — Certo — eu disse — Você vai ficar bem? — pergunto olhando para ela. — Não sei... — ela diz e observei seu rosto angelical. Grace era tão parecida e bonita como a mãe. — Pode contar comigo para tudo que precisar. — Sorri de lado e acariciei seu braço antes de sair de perto dela. Voltei para perto da minha família onde minha meus irmãos me abraçaram e todos nós saímos daquele local triste. Olhei mais uma vez para trás antes de entrar no carro e vi Grace ainda lá, abraçada com a amiga que nem perguntei o nome. Eu pedi a minha família que me deixasse um tempo só. Fui para minha casa que ficava em um bairro de alta renda. Os portões da minha casa foram abertos quando acionei o controle. Estacionei o carro e caminhei em passos preguiçosos para minha porta. — Precisa de algo, Senhor? — Meu braço direito, John, perguntou. — Não, John, obrigado — toquei em seu ombro e sorri. Entrei em minha casa jogando a chave em uma mesa e indo em direção as escadas. — Querido... — me virei ao escutar a voz do Linda, minha governanta. — Fiz um café da tarde para você. — Obrigado, Linda. Depois eu tomo — respondi. Linda faz parte da minha família desde quando eu era um menino. Quando me mudei, mamãe a disponibilizou para mim e está em minha casa até hoje. Ela é de Belfast, mas desde nova veio tentar a vida em Los Angeles. Saquei meu celular do bolso e joguei em minha cama. Eu precisava de um banho para tentar lavar tudo que estava me deixando r**m. Como se a água fosse diminuir minha dor. O resto do dia foi assim. Desliguei o telefone não querendo receber ligações. Me tranquei no quarto, onde fiquei deitado e sem sono, olhando para o tempo, tentando me confortar em saber que ele está em um lugar melhor. Dois dias depois. Manhã A vida seguia. Eu procurei saber de Grace, saber se ela estava bem, mas não fiquei sabendo notícias dela. — Já se passaram dois dias, Heitor. Se anima — Lisa, minha namorada, disse enquanto andava pra lá e pra cá. — Do que você tá falando? Ele era meu amigo! Como pode falar isso? — pergunto levantando e a encarando sério. — Você está de cabeça quente, Heitor... relaxa. — Vai embora, Lisa. Não quero falar com você agora — pedi com educação, tentando não ser grosso. — Eu vou. Você precisa mesmo relaxar. Aliás, Heitor, eu sei que você está triste, mas a vida segue. — E você acha que eu não sei? Aliás, Lisa, o que você ainda tá fazendo aqui? Ela bufou e saiu da minha sala batendo o pé. As vezes ela me estressa. Na maioria das vezes ela me estressa. Arrumei meu terno e segui para a cozinha onde tomei uma bela xícara de café quente. — Discutiu com Lisa de novo? — Linda pergunta. — Como sempre. Lisa é complicada... — Você deveria dar um tempo com ela. Vocês são de mundos totalmente diferente. Não na questão financeira, mas na personalidade, caráter... Eu apenas continuei calado escutando ela falar. Sei que Linda não gosta muito de Lisa. — O café estava ótimo. Preciso ir a empresa. Hoje receberemos novas mercadorias da Apple. — Sim, a nossa empresa tinha uma parceria com a Apple — Aliás, hoje eu... Linda me interrompe. — Se não estiver se sentindo bem, seus irmãos vão entender. — Eu sei que eles vão, mas eu preciso fazer alguma coisa. — Tudo bem — ela sorriu e saiu da cozinha. Peguei minha pasta e me levantei da bancada. Quando eu estava me aproximando da porta para abri-la, ela é aberta primeiro por Jonh. Olhei por cima de seus ombros, e do lado de fora, vejo a oficial de justiça e Grace. — Querem falar com o senhor — John diz. — Claro — falei e olhei para Grace. Já não estava com um rosto tão abatido. — Como vai, Sr. Bongiovanni? — Bem — menti e olhei novamente para Grace que me encarava curiosa. — Entrem, por favor — dei espaço para elas. A oficial de justiça entrou primeiro, e logo depois Grace, me encarando novamente. — Como você está? — perguntei num sussurro. — Melhorando. Tranquei a porta e as acomodei em minha sala. — Aceitam algo? — pergunto. — Não, Obrigada — A oficial diz. — Não... — Grace fala. — Víamos aqui ter uma conversa bem séria e delicada, Sr. bongiovanni. — Apenas Heitor. — falei. — Como quiser. — ela responde — Ontem abrimos o testamento que o pai de Grace fez a dois anos atrás, apenas garantindo o bem da filha. Você a partir de hoje, se aceitar, é claro, se tornará o Tutor responsável por Grace. Engoli em seco e encarei Grace que não me olhava, mas seu nervosismo estava presente. — Ela ainda está com dezessete anos, mas daqui a cinco meses completará dezoito e se ela quiser procurar uma casa quando for de maior, ela pode. Os bens materiais ela só poderá Administrar depois dos vinte anos, conforme o pai preferiu. — Ela falou diretamente e meu coração estava disparado. Olhei para todos os lados sem saber o que dizer. — Ele deixou uma carta para você. Ainda está fechada pois é direito apenas seu abrir. Ela tirou uma carta branca da sua pasta me entregou. Minha mão tremia. — Então, Sr. Bongiovanni? A resposta poderá ser dada até amanhã às três da tarde. Caso contrário, o papel esta aqui e você já pode assinar e ter a guarda de Grace. Olhei mais uma vez para Grace e agora ela me encarou. Desviei o olhar, pois algo me tocou. Meu amigo me pregou uma bela peça. Sorri de lado, e olhei para a oficial de justiça. Se meu amigo deixou Grace em minhas mãos, é porque ele confiava em mim, e não trairei ele, pois sei que o bem mais precioso para Marcus era Grace. — Aonde eu assino? — pergunto. A oficial sorriu para mim e me entregou o papel. Eu peguei e com a caneta que ela também me entregou, eu fui em direção ao papel assinar, até sentir uma mão macia e pequena em cima da minha. O choque que senti foi estranho. Olhei para Grace que me encarava profundamente. — Você não precisa fazer isso se achar que será uma grande responsabilidade. — ela diz sincera. — Será sim uma grande responsabilidade, mas eu estou disposto a te ajudar em tudo. Meu amigo me escolheu, pois sabia que ninguém mais cuidaria melhor de você se não a mim. Ela sorriu e eu sorri a tranquilizando. Assinei os papéis e entreguei a Oficial. Agora ela é minha, e isso me soou meio estranho. Sim, eu poderia estar preocupado, e estou, mas não é um bicho de sete cabeças. Eu nunca deixaria meu melhor amigo na mão, mesmo ele não estando mais aqui. Nunca que eu pensaria duas vezes. Como eu disse, Grace é o bem mais precioso dele. Além disso, ela já é quase uma adulto. Não dará trabalho. Tenho certeza. — Obrigada. Seu amigo será eternamente grato. — ela diz e aperta minha mão. — Ela virá amanhã. Ela precisa pegar algumas coisas na antiga casa, organizar alguns Papéis... em fim. — E aonde você dormirá? — Perguntei a Grace enquanto às levava até a porta. — Por enquanto estou na casa da minha amiga. Aquela que estava comigo no enterro... — Certo. Te espero amanhã — falei. Já na porta, a oficial de justiça sai na frente e Grace se vira para mim. — A gente vai se divertir muito, eu prometo — ela sorriu meio triste ainda e se foi. Agora me deu foi medo. Não sei se é medo por eu estar com uma grande, enorme, responsabilidade na minha mão ou pelo: "A gente vai se divertir muito, eu prometo" Eu nunca conheci nada de Grace. Talvez ela seja engraçada e alegre. Sei que ela está em um momento difícil, muito difícil, e não está sendo fácil de maneira alguma, mas gosto do jeito que ela está sabendo lidar com tudo isso. Ela é forte! Resolvi não ir para a empresa hoje. Conversei sobre o assunto com Linda que achou lindo da minha parte, e disse que me apoiaria, e eu agradeci. Darei hoje a noite a notícia para meus pais e meus irmãos, e sei que todos também vão me apoiar. — —

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