(capítulo...3)

702 Words
Marcos Emílio- bom tô vendo que os negócios progrediram muito depois que você esteve no meu escritório e pediu aquela grana toda emprestada. Ele falou caminhando e olhando cada canto do meu escritório, o Santiago estava próximo a porta com a postura rígida braços cruzados no próprio corpo como um cão de guarda. Quando eu estava no início do meu negócio de café pedi ao Emílio 600.00 pesos emprestado sem prazo para poder pagar, só até eu me estabelecer e juntar este dinheiro para devolver. Marcos- eu nunca esqueço uma dívida Emílio, ainda mais se tratando do dinheiro que você me emprestou, você salvou o meu negócio naquela época e se for isso o que ti trouxe aqui, eu estou pronto para pagar a minha dívida. falei firme as minhas palavras olhando dentro dos olhos dele pra não haver dúvidas. Emílio- Isso é muito bom, isso não é bom Santiago? Ele perguntou para o Santiago que apenas concordou com a cabeça, com o mesmo olhar frio e na sua seriedade. Emílio- só que o seu negócio cresceu Marcos e se multiplicou, e nesse caso eu não posso deixar de cobrar o juros, sua dívida está em um milhão de dólares americanos. Ele falou aquilo como se não fosse nada, com um sorriso malefício no rosto esperando a minha reação. Marcos- mais isso não foi o combinado, eu não tenho essa quantia, eu não tenho todo esse valor, a empresa rende lucros sim mais não tanto assim, levaria no mínimo um ano pra arrecadar tudo isso. Eu fui sincero, nem se eu vendesse a empresa de café ainda sim não teria nem esse dinheiro todo. Emílio- Bom você precisa considerar que a dívida que tem comigo já tem uns 10 anos Marcos, vejo você em capas de revistas como o maior exportador de café do México e em nem um momento você foi me procurar para pagar nem mesmo a metade do que me devia, os anos se passaram e com eles eu considerei cobrar juros por todo esse tempo e de espera. Maldito, ele está jogando sujo pra tirar tudo que eu tenho, bem que me avisaram pra nunca fazer negócio com essa máfia, são pessoas perigosas e gananciosas. Marcos- Eu entendo, mais é como eu falei eu preciso de um ano pra me organizar e pagar tudo isso. falei nervoso, sentindo o suor escorrendo no rosto, flochei até um pouco da Gravatá que parecia estar me sufocando nesse momento, o olhar do Emílio ficou frio e severo sobre mim. Emílio- você tem um mês pra me pagar tudo o que me deve, e eu não aceito menos que 1 milhão de dólares e eu nem preciso dizer o que vai acontecer se este dinheiro não vier para na minha mão. ele decretou um tempo absurdo, em um mês eu Jamais poderia juntar tudo isso. Marcos- Emílio você deve considerar que esse prazo é impossível..... Ele nem me deixou terminar os meus argumentos e já foi saindo em direção a porta. Emílio- um mês Marcos Maldonado, nada mais que isso. Ele saiu da minha sala e o Santiago seu filho foi com ele, eu fiquei sentada na minha poltrona, entrando em desespero, por que o prazo é muito curto e o valor é um absurdo. o Osmar entrou correndo na minha sala assutado e preocupado. Osmar- e então chefe o que esse homem queria com o senhor? ele perguntou curioso me olhando. Marcos- Ele veio cobrar uma dívida Osmar, uma dívida com um juros, um valor tão grande que eu não serei capaz de pagar, eu estou perdido esse homem vai me matar. falei já sabendo qual seria o meu destino. Osmar- calma chefe, pra tudo nessa vida se dá um jeito, quando tô senhor tem agora pra poder dar ao senhor Emílio? eu fiquei olhando pra ele sem entender, vi em seus olhos que ele tinha uma ideia, então consultei o meu financeiro pelo meu computador e vi quanto eu tinha em dólares americanos. Marcos- 300,00 mil dólares americanos na minha conta em nova York. Osmar- o senhor tem a herança da sua tia Helena lembra? ela morava nos Estados Unidos provavelmente deixou pra você a herança em dólares americanos chefe.
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