Quando ninguém está olhando

1042 Words
Dalilah sorriu triste. Os olhos azul-esverdeados dela se encheram de lágrimas pela vida inocente que ceifou. — Não te contei que eu também sou uma assassina, Nikolas? Eu matei um ser indefeso que não tinha nem como se defender ou debater e dependia de mim. Eu sou um d***o que se finge de anjo. Eu nem deixei meu filho, que precisava de mim, respirar nesse mundo. — Falou ela com os olhos cheios de lágrimas. — Você já matou um bebê no ventre de uma mãe? — Não. — Respondeu Niko, sincero. Ele nunca tinha matado mulheres grávidas. Pelo menos, não intencionalmente. Mas, em compensação, já havia comprado tempo com o sangue de várias pessoas. — Eu ganho de você em ser monstruosa então. — Respondeu ela, simples. — Quer que eu pegue o sangue para você? — Não quero que me veja bebendo. — Respondeu ele, pirraçando, escondendo o rosto no pescoço dela. — Não quero que me assista… é vergonhoso. Dalilah beijou a bochecha dele. Acariciou o ombro dele. — Eu vou fazer um chá então, e você toma seu sangue. Eu guardei as bolsas no freezer que o Winston mandou. Guardei um pouco de pizza para você na geladeira, mesmo Diana dizendo que você não come essas… besteiras. Se quiser, eu esquento a pizza. Passou o dia dormindo, depois de brincar de vampiro… Você deve estar com fome. — Não precisa. Vá fazer o chá. Eu vou beber o sangue e depois nos encontramos aqui. (...) Já passava das 3 da manhã. Dalilah lavava a louça que sujou no chá quando sentiu o abraço de Nikolas envolver sua cintura. Ele cheirava o cabelo dela, alucinado. Pegou uma mecha, enrolando-a no pulso, e puxou. Ela sentiu o volume da calça dele roçar em seu bumbum. Niko subiu o vestido dela, expondo a b***a pequena e alva e a calcinha provocante e vermelha fio-dental. Ele enfiou os dedos finos e longos no cerne da b****a dela, que começou a ficar lubrificada. Dalilah colocou a caneca na qual bebeu chá pendurada no escorredor de louça, tremendo e mordendo o lábio inferior. Dalilah virou um pouco o rosto e encontrou a boca dele, e logo a língua de Nikolas entrou na sua boca, aprofundando o beijo. Ela sentiu o gosto de água e metal que era o de sangue, enquanto Nikolas a masturbava e a mantinha de costas para ele. Ele tirou os dedos da b****a. Antes que ela reclamasse, colocou a calcinha dela de lado e enfiou o pênis ereto nela. — Nikolas… — gemeu, perdida. — Você gosta, não gosta? — Perguntou ele, passando o braço pela cintura da moça e se enterrando mais fundo nela, de novo, vivo. Os olhos dela se encontraram com os dele. Dalilah assentiu com a cabeça, sentindo as estocadas fundas e fortes que chegavam até seu útero. — Sou seu namorado… e você é minha p**a deliciosa — sussurrou na orelha dela e mordiscou o lóbulo. Ela choramingou e assentiu com a cabeça. — Sim… mete… — pediu, sedenta e babando. Nikolas sorriu e a beijou de língua. Atiçou-a, sedutor: — Você é tão deliciosa. Eu nem sinto mais tanta libido. Mesmo assim, no meu sono de morte, só ficava pensando em como seria estar dentro de você de novo e te comer bem gostoso. Tem ideia? Você é tão apertada e deliciosa... gosta do meu p*u dentro de você, gosta? Beijou a nuca dela e desceu para as costas. Moveu o p*u para dentro e para fora, bombeando. Os olhos dela estavam nos dele enquanto a comia em pé, contra a bancada de mármore da pia, ainda meio vestidos. Ele tirou o m****o de dentro dela. A virou de frente, pegou-a pela cintura, impulsionou-a e a sentou no mármore da bancada. Segurou o m****o nas mãos e o colocou de novo dentro dela, olhando nos olhos dela à medida que o pênis entrava na b****a rosadinha e molhada. A garota colapsou. — Essa expressão deliciosa no seu rosto, Dalilah. Se algum dia mais alguém ver, eu juro que mato essa pessoa. — Ameaçou Raiven, trêmulo e gozando fundo nela. — Linda… Ela passou os braços ao redor do pescoço dele. Dalilah, que era tarada por s***s femininos e, pelo visto, agora por peitorais, subiu a camisa dele e chupou os m*****s dele. Ele tremeu inteiro enquanto metia mais fundo nela, em estocadas violentas que arrancavam gemidos e choramingos dela. — Eu também mato quem ver essa expressão linda no seu rosto, Nikolas. — Respondeu ela, chupando os m*****s dele e os mordendo. Ele gozou outro jato de sêmen dentro dela. Dalilah abriu um sorriso maroto. Tocou o rosto dele e acariciou o nariz dele com o dela. Quando o t***o passou, ela acariciou o rosto de Nikolas com gentileza, e ele apenas sorriu para ela e selou os lábios nos da jovem. — Você tem que dormir agora, linda. Venha, vamos tomar um banho. Eu te lavo. ... Dalilah não conseguia manter os olhos abertos. Passou os primeiros três horários das aulas de teoria literária dormindo. Se não fosse o relógio no pulso apitar todas as vezes para alertar quando as aulas terminavam e começavam, ela teria ficado dormindo na primeira sala. Dalilah estava um semestre atrasada em comparação aos outros. Mesmo assim, conseguiu retomar o curso de literatura na universidade pública de Detroit graças a Winston, que subornou alguns membros do conselho. A universidade era horrenda, com suas paredes marrons desgastadas, lâmpadas caindo aos pedaços, armários quebrados, banheiros com cabines riscadas e salas cuja única benfeitoria eram os ar-condicionados. A bela jovem franzina caminhava sonolenta, coçando os olhos. Tudo era um borrão e um barulho incômodo de vozes de jovens recém-saídos da adolescência e gente traçando seu caminho. Ela só se importava com o número das salas para saber se estava na correta e em responder à chamada. A moça usava uma calça jeans e uma camiseta qualquer que roubou de Nikolas e colocou dentro da calça para esconder o quão comprida ficava. Um tênis All Star surrado. O cabelo longo preso por um prendedor, num r**o de cavalo. Na aula de literatura, Dalilah já estava um pouco mais desperta. — Vocês fizeram a macroanálise do livro Drácula? — o professor exigiu.
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