Ele beijou a mão dela, correspondeu ao carinho, disse que tinha feito planos para os dois, mas que nem tudo estava perdido, porque no dia seguinte ainda dava pra fazer. Ela falou exultante:
— Hummm, sei. Vamos pra casa comigo? A gente conversa, podemos assistir e você dorme lá.
Ele aceitou, entraram sem fazer barulho, ela fechou a porta do quarto, foi tirando os sapatos. Ele sentou na cama, mexendo no celular, trocando muitas mensagens. Ela se aproximou, sentou no colo dele abraçada, virada de lado, ficou quieta, fazendo carinho, dando beijinhos no pescoço e rosto. Ele falou que ia precisar sair, resolver umas coisas. Ela pediu pra ir junto, disse que estava sem sono. Ele respondeu sério:
— Não dá, eu volto assim que der. Essas coisas não são pra você! Vai me esperar?
Ela falou se levantando:
— Vou, mas se demorar eu vou dormir. Vou te esperar na sala!
Ele disse que não ia demorar muito e saiu. Ela tomou banho e foi deitar na sala, acabou dormindo no sofá, acordou com ele lhe dando um beijo na boca. Ela correspondeu, começaram a se beijar muito, ela o chamou para subir. Ele a levou no colo, colocou ela deitada na cama, foi tirando a roupa enquanto a olhava sob a luz da lua que invadia a janela.
Ela só ficou deitada, imóvel, pensando que talvez seria bom ter relação com ele logo de uma vez, porque sabia que ele queria, e mesmo insegura precisava urgente de alguém fora do clã, para se aproximar, também achava que ele parecia ser legal e as ficadas eram boas. Só de cueca, ele se aproximou, colocando seu corpo em cima dela, e a beijou com muita vontade, foi levantando a camisola e se esfregando entre suas pernas, a fazendo sentir que ele estava duro e******o, e não era novidade, ele vivia pronto a cada beijo.
Rapidamente, ele colocou sua mão dentro da calcinha e começou a tocar ela devagar e sem a invadir, foi massageando suavemente como uma provocação. Quando ela começou a g.e.m.e.r inquieta, ele colocou seus dedos de uma vez, a invadindo com intensidade, e falou beijando o pescoço:
— Se você g.o.z.a.r, vai ter que ser minha hoje!
Ela suspirou com vontade de ir além e se obrigou a dar um passo para trás, tentando conter ele e criando um espaço entre seus corpos. Ele se afastou um pouco, ficou de joelhos e falou, tirando a camisola dela, indo chupar seus s.e.i.o.s com muita força, ele estava bastante eufórico, falou:
— Acho que você está ficando molhada e eu adoro isso em você, o modo que respira e me toca quando quer ser minha, eu posso sentir, e sei como te deixar assim, agitada. Eu só não sei por que você não se entrega logo!
Ela estava acariciando as costas dele, disse baixinho, o empurrando para baixo:
— Eu vou tentar não g.o.z.a.r e continuar resistindo a você! Gosto de ir devagar.
Ele sorriu com um brilho no olhar diferente, de quem estava conseguindo o que queria, foi tirando a calcinha dela, falou abrindo suas pernas, se posicionando no meio, beijando sua barriga, descendo:
— Você é tão linda e sexy, é incrível...
Ele esperou sua aprovação, a viu sorrindo enquanto a masturbava fazendo pressão no cli.tóris. Ela se inclinou para trás e o acariciou enquanto ele a lambia sutilmente. Ele a tocava com a mão enquanto chupava, alternando os movimentos e a invadindo um pouco.
Ela estava gostando cada vez mais e começou a ficar inquieta, estavam elevando os níveis de prazer. Ele abaixou a cueca e ela nem percebeu, estava de olhos fechados, quase chegando ao êxtase.
Ele parou de chupar, foi subindo, se posicionando em cima dela, deu um beijo e falou, quase a p.e.n.e.t.r.a.n.d.o, passando seu p*u duro, a sentindo molhada, muito excitada:
— Quero fazer amor com você, mas não quero ter que insistir e te pressionar pra isso.
Ele nunca esteve tão perto e aquilo a deixava ansiosa, nervosa. Ela falou apreensiva, o afastando um pouco colocando a mão em seu abdômen sarado:
— Eu não tenho experiência, por isso quero ir com calma, eu me sinto insegura e tenho medo.
Ele disse que tudo bem, fez carinho, a beijou e falou, se m.a.s.t.u.r.b.a.n.d.o:
— Vou terminar sozinho e g.o.z.a.r, senão eu fico com dor. Tá bom? Me beija!
Ela concordou, começaram a se beijar muito próximos. Ele não demorou e terminou em cima dela, na barriga. Ela não esperava aquilo e não gostou, teve nojjo, mas não disse nada, se levantou rápido, enrolada no lençol, e foi tomar banho. Quando ela saiu do banheiro, ele a beijou, disse que ela não precisava ter medo de nada com ele. Ela falou sem jeito:
— Você deve me achar uma boba, né?
Ele disse carinhoso com deboche:
— Não, eu acho você incrível e adoro quando a gente fica junto.
Ele era bem debochado, com um corpo sarado, musculoso, saiu do banheiro de toalha e ficou nu na frente dela. Ela não teve como não reparar, ficou olhando tudo com um sorrisinho devasso. Ele colocou a cueca e foi deitar. Ela falou o acariciando nas costas:
— Você fez mais tatuagens? Tá diferente!
Ele disse que fez novas e também terminou algumas, e que a mais importante foi ideia de alguém muito especial. Mostrou o pescoço, era uma estrela igual à que ela desenhou nele quando estiveram juntos. Ela disse, passando o dedo, contornando os desenhos:
— Sério? Você fez mesmo? Que legal, isso é demais. Agora estou marcada em você.
Eles estavam deitados próximos. Ele falou carinhoso:
— Eu ia te levar pra fazer uma. Quer me contar o que anda acontecendo com você? Tá diferente desde a última vez que ficamos, sei lá, seu jeito, até o modo de conversar. É porque eu te deixei chateada?
Ela respondeu exultante:
— Não, é claro que eu fiquei com muita raiva de você, mas tá rolando umas coisas por aqui. E hoje eu não me senti bem de verdade, eu não tô mentindo pra te evitar! Eu gosto de estar com você.
Ele falou que queria ver no dia seguinte, então, perguntou se ela aceitava sair com ele, mas sem o Tato. Ela respondeu séria:
— Não posso deixar ele, a gente pode curtir juntos, não pode? Não seja egoísta!
Ele disse irônico:
— Você sabe ser ardilosa, né? Vamos sair de moto, então, mas você vai comigo.
Eles estavam abraçados, trocaram beijos e carícias mais um bom tempo e foram dormir. Quando amanheceu, ela acordou antes dele, começou a dar beijinhos em suas costas, subiu em cima, ficou fazendo carinho. Ele falou sonolento:
— Eu poderia acordar assim sempre, coça aí mais pra direita. Embaixo!
Ela foi alisando, coçando tudo sutilmente com as unhas, falando:
— Ah, é? Bom dia, preguiçoso! Sabe, eu não sou de ficar dormindo assim com ninguém, você vai me deixar muito m*l-acostumada, porque tô gostando e muito.
— Isso nunca aconteceu antes.
Ele se virou, a deixando em cima dele ainda, disse, a puxando para abraçar:
— Bom dia, é isso o que eu quero, te deixar m*l-acostumada e com vontade de ficar cada vez mais comigo.
Ela deitou em cima dele, perguntou por que ele estava estressado. Ele disse que era por causa do tio, que nada nunca estava bom e ele sempre era muito cobrado, mesmo dando o seu melhor. Confessou que tinha o tio como um pai, mas que não era como um filho pra ele, contou que tinha perdido o pai quando muito novo e que cresceu admirando o tio, se espelhando. Ela perguntou séria:
— Você faz muita coisa errada? Pra ele?
Ele disse que sim, sempre. Ela respondeu:
— E você gosta? Não tem medo de algo r**m te acontecer?
Ele disse rindo:
— E você não gosta? Tô acostumado já, eu cresci assim.
Ela disse que precisava viver mais pra ver se gostava. Ele falou curioso:
— E você faz coisas erradas com os seus amigos? Eu sei da fama deles e a gente tem uns negócios juntos.
Ela disse que talvez, sugeriu que ele a levasse para fazer algo legal qualquer dia, algo perigoso. Ele respondeu debochado:
— Não, nem pensar, nunca vou te colocar em perigo.
Ela falou que só um pouquinho, uma vez ou outra, pediu pra ele ensinar ela a andar de moto. Ele disse que ia pensar, mas que não dava na moto dele porque era muito grande e ela ia cair na primeira. Os dois ficaram conversando mais um pouco, ele falou mais do trabalho dele, confessou que não gostava de cuidar das empresas do tio e que não teve opção.
Ele se arrumou pra ir embora, ela acompanhou ele até a porta, se despediu com beijo, abraço, combinaram dele voltar buscá-la um pouco mais tarde. Quando ele estava saindo com o carro, o Noah chegou. Os dois se cruzaram, se cumprimentaram de longe. Ela estava na porta, ficou olhando um pouco e entrou antes do Noah se aproximar. A Kim estava entrando na sala, falou com a Rebeca meio sem jeito:
— Oi, bom dia! Posso falar com você um pouco?