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OBSESSÃO POR PRAZER

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Blurb

Keller, um advogado de coração frio e sucesso implacável, vive uma vida infeliz em um casamento c***l. Por anos, sufocou a paixão por uma mulher que não pôde conquistar. Mas o destino coloca Alice, uma testemunha atraente e vulnerável, em seu caminho, desencadeando uma conexão ardente e perigosa. Entre segredos e perigo, o passado e o presente colidem, reacendendo uma paixão que ele pensava estar adormecida para sempre.

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PRÓLOGO
Tem uma chuva enorme lá fora. Cada pedaço de Dom Keller treme sobre o corpo da jovem na sua cama. Seu coração se apertava, enquanto seu m****o se afunda na carne macia e suculenta. A atração proibida falava tão alto dentro dele. "Sua bocet@ é uma delícia, Alice!" Socou fundo. Seu peito se apertou e a mão envolveu o pescoço dela. Audacioso e problemático. O rosto dela era como uma combinação linda e milagrosa. Era pura nos braços dele, se odiava por saber que depois de amanhã, ela não seria mais apenas dele. Os cabelos curtos e sedosos da mulher dançavam suavemente ao sabor do impulso do corpo dela, o preto brilhante, moldando-se com graciosidade ao contorno de seu rosto. Seus olhos castanhos cintilavam com uma mistura de vivacidade e doçura, hipnotizando quem se atrevesse a encará-los. As unhas se afundaram no peito másculo e forte sobre ela, as pernas se abrindo e ele entrando e saindo da sua i********e. Pareciam feitos um para o outro. "Como eu amo você, Dom!" Ela estava prestes a delilar. O orgasm0 vindo com toda força. Os lábios, naturalmente rosados, curvavam-se levemente em um sorriso acolhedor, capaz de desarmar qualquer coração endurecido. Sua pele iluminada por um suave brilho, irradiava saúde e vitalidade, complementando sua beleza única. Embora sua aparência transmitisse uma elegância natural, era a aura de confiança e autenticidade que emanava dela que tornava sua beleza verdadeiramente irresistível. Dominik sabia disso. Alice Price possuía um encanto magnético capaz de deixar uma impressão duradoura em todos que tivessem a sorte de cruzar seu caminho. "Céus, Alice. Como você consegue ser tão gostosa assim? Vai acabar com a minha vida." No fundo, Dom sentiu que já havia acabado. Ele só não esperava que iria doer tanto com antecipação. Naquela noite tudo estava claro pra ele. A decisão tomada. Ele apertou o pescoço dela. A boca ficou entreaberta e ele beijou, como seu último pecado vivido. A família o chamava. O dever. O sobrenome que ele carregava. Ele não podia se destruir por causa de uma jovem bonita e atraente. Haveria outras, seu pai disse. Aquela era a mulher da vida dele. "Eu também amo você, Alice." Falou gozand0, com seu peito destroçado. Ela o puxou, abraçou o corpo másculo e ficou encolhida dentro dele. A vida de nenhum era fácil. Cada um deles carregava fantasmas demais para fingir inocência. Não eram jovens ingênuos, nem almas livres. Tinham famílias, sobrenomes pesados, promessas antigas e regras não escritas que os ensinavam a sobreviver — não a escolher. Ainda assim, enquanto estiveram juntos, aprenderam a se proteger como quem constrói um abrigo no meio de uma tempestade que sabe ser passageira. Naquela noite, Dom Keller não fez planos. Apenas sentiu. Aproveitou cada segundo como se fosse um último gole antes da sentença. Sabia que, ao amanhecer, partiria dois corações de uma só vez — o dela e o próprio. Não havia heroísmo em sua decisão, apenas resignação. Às vezes, amar não é suficiente para salvar ninguém. Ele a amou no exato instante em que encontrou seus olhos. Não foi gradual, nem cuidadoso. Foi violento, inevitável, como um reconhecimento antigo demais para ser explicado. Alice não entrou na sua vida devagar; ela invadiu. Trouxe consigo uma calma perigosa, dessas que fazem um homem esquecer quem ele é e a quem pertence. Mas agora, aquela mulher estaria ao lado de outro. Um acordo selado antes mesmo que ela tivesse direito de dizer não. Alice fora prometida como se fosse uma cláusula. Um nome assinado em troca de negócios, alianças e poder. Seu destino já estava traçado muito antes de Dom existir para ela — e muito antes dela existir para si mesma. Casaria com um Keller, mas não com o Keller que aprendera a amar. Dom até lutaria por ela. Deus sabe que lutaria. Enfrentaria escândalos, quebraria contratos, queimaria pontes. Lutaria contra o mundo inteiro, se fosse preciso. Mas havia uma guerra que ele jamais venceria: a que corria em suas próprias veias. O sangue que o ligava ao homem que tomaria Alice como esposa era o mesmo que o impedia de reivindicá-la. Ela era a mulher prometida do seu irmão. Não dele. E isso não era apenas uma regra social. Era uma sentença. Uma sina antiga, c***l, inquebrável. Essa verdade rasgava seu peito com a precisão de uma lâmina. O deixava acordado noites inteiras, refém de pensamentos que nunca encontravam descanso. Ele sabia que aquele amor não passaria, não enfraqueceria com o tempo. Era do tipo que se transforma em cicatriz — não some, apenas aprende a doer em silêncio. Alice também sabia. Sabia desde o primeiro toque contido, do primeiro olhar que durou mais do que deveria. Sabia quando riu baixo, tentando fingir normalidade, e quando chorou sozinha, escondida da própria família. Ela não fora criada para escolher. Fora educada para obedecer, para sorrir em eventos formais e aceitar o peso de decisões tomadas por homens que jamais perguntaram o que ela queria. O casamento seria forçado. Não no papel, não diante da sociedade. Mas dentro dela, cada passo até o altar seria uma renúncia. Alice se tornaria uma Keller — mas não a mulher que Dom imaginara dividir a vida. Não aquela que ele sonhara acordar ao lado em manhãs simples, sem contratos nem sobrenomes como prisões. O irmão de Dom não parecia precisar de tanto. Não parecia compreender o valor daquela mulher. Não enxergava suas nuances, seus silêncios, suas dores contidas. Para ele, Alice era parte do acordo. Uma vantagem. Uma posse legítima. Mas ainda assim, seria dele. E Dom foi forçado a aceitar isso. Assim como ela. Não houve despedidas grandiosas. Não houve promessas de fuga. Apenas a dor madura de quem entende que algumas histórias nascem condenadas, não por falta de amor, mas por excesso dele. Amar, naquele caso, significava abrir mão. Significava sobreviver ao desejo de destruir tudo.

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