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Coração Selvagem

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Blurb

De casamento marcado, e trilhando os passos para ser o sucessor dos negócios da tão temida e respeitada família Magalhães, Umberto Magalhães é um homem com a vida encaminhada. No entanto, o destino do sucessor se embaralha após ele sofrer um acidente de carro na volta para a fazenda.

O jovem é salvo por Céu, a filha de um humilde ribeirinho de Mandaraguaia. A menina luta com todas as suas forças para não se apaixonar por alguém 10 anos mais velho. Mas, quando se dá conta é tarde, ela já está entregue nos braços do homem que ama, do mesmo homem que vai arruinar sua vida completamente.

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Prólogo
Prólogo  Das alturas eu avistava nossa fazenda, meu lugar favorito onde meu irmão mais velho e meus melhores amigos moravam. Ali brincávamos pelas pastagens, saltávamos no rio e até disputávamos corrida de bote. Vez ou outra fazíamos trilha pela floresta, sem comentar com ninguém, era arriscado, mas as descobertas e a adrenalina valiam o risco. Mamãe quase infartava e sempre ficava de marcação com a gente, porém, o cuidado de Valentina não era o suficiente, no final das contas, nós sempre encontrávamos uma maneira de sair às escondidas e nos aventurar por aí.  Não conseguia disfarçar minha felicidade, finalmente as férias haviam chegado e eu ficaria praticamente dois meses curtindo e brincando muito com meus amigos. A ansiedade era tão grande que minha vontade era saltar do avião antes que ele completasse o pouso. — Beto! Se aquiete, tu e teus amiguinhos terão muito tempo para brincar pela fazenda — mamãe disse enquanto acariciava minha cabeça. — Mas, dessa vez, vê se toma juízo hein, nada de sair por aí às escondidas. — Pode deixar, mamãe, eu brinco só na fazenda. Eu juro. — E olhe bem com quem tu vais brincar, cuidado com as más companhias! — papai exclamou, num tom seco, já estressado antes mesmo de chegarmos. — Abílio, pare com isso, os meninos são apenas crianças, todos são inocentes.  — Aquele pirralho… — Não fale do Lázaro! Eu não admito! Já não basta tu ter me separado do meu filho, não vou aturar que tu o maltrate ou o humilhe! Papai ficou silêncio e eu abaixei a cabeça triste, por na maioria das vezes não ter permissão para brincar com o meu irmão mais velho. Eu o amava, porém, papai o detestava por ele ser filho do primeiro amor de mamãe, ela dizia que ele morria de ciúmes do Lazinho, por isso o tratava tão m*l. — Ah, papai, estava com tantas saudades, não vou querer voltar pra Belém nunca mais! — Minha irmã era tão apaixonada pela fazenda quanto eu. Lavínia tinha muitas amigas e adorava passear pela cidade com elas. Quando o avião finalmente pousou na pista da fazenda, eu não me contive, fui o primeiro a sair assim que o piloto abriu a porta. Saltei e corri de braços abertos na direção da fazenda. Logo meus amiguinhos, filhos do caseiro e de outras pessoas que trabalhavam ali, vieram ao meu encontro, felizes e sorridentes. Gritamos e fizemos uma rodinha para trocar abraços no momento do nosso encontro. Eu estava feliz demais, mas faltava algo para me completar, de dentro da rodinha avistei meu irmão mais velho escorado numa árvore ao lado de uma casa de apoio. A roupa que ele vestia estava suja e velha a ponto de começar a se desfazer em seu próprio corpo. Lázaro estava sério, seu olhar era duro enquanto ele apertava os punhos, demonstrando estar com raiva de alguma coisa.  Deixei os meus amigos e segui saltitando em direção ao meu irmão. Lázaro estava imóvel, parado como uma estátua, mas seus olhos falavam por todo seu corpo. Ele estava com raiva, eu não sabia o porquê e, antes mesmo que descobrisse, um grito de papai me fez parar no tempo. — Beto! O que eu já lhe disse sobre ficar perto dessa criatura insignificante? Irritado, retruquei papai: — Só quero falar com o meu irmão! — Ele não é seu irmão — agora papai estava a poucos passos de mim. — Ele é só um empregadinho da fazenda, nada mais que isso.  Abílio me puxou após dizer aquilo, já Lázaro se manteve calado, porém, seu olhar duro que parecia nos fuzilar, mesmo que de longe, se mantinha. Eu lamentava o fato de termos apenas 5 anos de diferença de idade e sermos tratados de uma maneira tão diferente por todos, principalmente por meu pai, e  acredito que nossa mamãe  era a única que poderia fazer alguma coisa para mudar essa situação, no entanto, por algum motivo, não o fazia. Por isso o ódio que meu irmão mais velho tinha por nós era cada vez mais visível.

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