Era sábado de manhã e o sol entrava pelas janelas do apartamento de Aline, iluminando a vista incrível da cidade. Stefan e Aline tomavam café juntos, rindo das piadas bobas que surgiam entre goles de café e fatias de frutas.
— Amor, olha só… — disse Aline, apontando para o skyline — é tão surreal morar aqui em cima, olhando tudo assim.
— É incrível… mas ainda mais incrível é ter você aqui comigo — respondeu Stefan, passando o braço pelo ombro dela e puxando-a para perto.
Depois do café, decidiram passear pela cidade. Caminharam pela Strip, observando as luzes, as vitrines e o movimento das pessoas. Aline segurava firme a mão de Stefan, e cada toque causava uma pequena faísca entre eles.
— Você sabe que atrai olhares, né? — disse ele, rindo baixinho quando alguns curiosos olhares se voltaram para eles.
— E você também não fica atrás, meu gigante tatuado — respondeu ela, brincando, enlaçando o braço dele.
À tarde, foram até um cassino elegante, mas sem a intenção de apostar muito — era apenas pela diversão e pelo clima da cidade. Stefan riu várias vezes quando Aline tentava aprender a jogar roleta, e ela ria ainda mais de cada expressão de surpresa dele.
Depois, tomaram sorvete à beira da fonte do Bellagio, sentando em um banco e observando as águas dançarem ao ritmo da música.
— Sabe, eu adoro esses momentos simples com você — disse Stefan, segurando a mão dela sobre a dela. — Parece que tudo o resto some… só existe a gente.
— É verdade — respondeu ela, encostando a cabeça no ombro dele. — Não importa se estamos longe de tudo… quando a gente tá junto, parece que nada mais importa.
À noite, voltaram para o apartamento dela, cansados, mas felizes. Stefan segurou Aline pela cintura e beijou seus lábios com intensidade.
— Eu podia me acostumar fácil com esses fins de semana… — murmurou ele, rindo entre beijos.
— E eu também — respondeu ela, apertando-o contra si — mas ainda temos muito tempo pra descobrir o que mais podemos aproveitar juntos.
Eles terminaram a noite no sofá, com vinho, música baixa e corpos entrelaçados, rindo, flertando e se entregando à química que só crescia a cada momento. Cada toque, cada beijo, cada risada fortalecia ainda mais o vínculo deles, mostrando que Las Vegas era apenas o começo da vida que queriam construir juntos.
Quando chegaram em casa, Aline estava no quarto, sentada na cama, penteando os cabelos lisos e cheios de brilho. Usava uma lingerie branca delicada, e o aroma suave do perfume misturava-se ao do sabonete ainda fresco do banho.
Stefan se aproximou devagar, sentou atrás dela e envolveu-a com os braços, apoiando o queixo sobre seu ombro. Beijou a cabeça dela, sentindo cada fio do cabelo macio e perfumado.
— Eu sou apaixonado por você… e amo o seu cabelo — disse ele baixinho, com sinceridade.
Ela sorriu, olhando pelo canto do olho:
— Acha que você fala isso umas cinco vezes no dia ...
Ele riu, apertando-a levemente:
— Pois é… preciso dizer mais do que cinco palavras então.
Ela soltou uma risada suave, e ele, com um brilho nos olhos, pegou algo que tinha guardado. Colocou uma pequena caixinha no colo dela.
— Stefan… — disse ela, surpresa, abrindo os olhos.
Ele sorriu com carinho:
— Ai meu Deus… que coisa linda! — disse ela ao abrir a caixinha.
Dentro, havia uma aliança dourada, delicada, com um diamante perfeito.
— É pra você, meu amor. Porque eu te amo de verdade. Aline… eu estou completamente apaixonado por você. Você merece uma aliança de verdade.
Com cuidado, ele pegou a mão dela e colocou a aliança no dedo.
— De casados — murmurou, sorrindo.
Ela olhou para ele, emocionada, e colocou a aliança dele também, dourada e perfeita.
— Amor… isso é perfeito. É mais do que eu imaginei. — disse ela, sorrindo, com os olhos marejados.
Ele segurou o rosto dela, olhando profundamente nos olhos azuis dela:
— Eu quero ser o melhor homem do mundo pra você… o melhor homem que eu puder ser.
Ela sorriu e o beijou com ternura, segurando o rosto dele nas mãos.
— E eu quero que você seja você, Stefan… meu amor, meu companheiro, meu tudo. — disse ela, e ele riu baixinho, beijando cada centímetro do rosto dela antes de se perder nos lábios dela.
Ali, naquele momento, nada mais existia além deles dois, da aliança que simbolizava o compromisso verdadeiro e do amor que crescia a cada dia, intenso, profundo e inegável.