Capítulo 28

1515 Words
— Eles não estão sozinhos, David.— Avisa o Deus e sorri, sai daquele lugar e levanta os meus braços em paz. — O que significa? — descobrir acariciando meu peito. — Cala a boca, seu maldito bastardo. — Eu dou clareza às minhas palavras e n**o. —Manuela.— corrige tornando-se um pouco sorridente. — Mel ou céu. — Eu respondo e a sua impressão intensifica-se, as bochechas ficam ainda mais vermelhas, enquanto eu pego na mão dele e coloco os meus lábios nela. — Vou embora, vejo-te. — Ela está nervosa, ela tenta fugir. — Jantar? — Seguro-lhe a mão, impeço-o de continuar. — Eu aviso David. — Eu levanto uma sobrancelha, começo a duvidar do meu comportamento. — Desculpe, desculpe se acabei de o deixar desconfortável. — Peço sinceras desculpas, mas a sua mão na minha cara enche-me de paz. — Pelo contrário, eu gosto do Italiano sujo. — Morde o lábio com animosidade e denota flerte , mas eu devo ir, lá em cima eles estão esperando por mim. — comunicação e assento, calmo e muito satisfeito. A tarde passa rapidamente, tornando o encontro com os detetives da delegacia de polícia curto e confuso. Falar sobre o acidente não é o meu forte, pois as memórias de Odete no chão, mostrando sua mão e anel de noivado, rapidamente de volta à minha mente. Tornam-se meu tormento, enchendo-me de culpa e arrependimento. Só consigo imaginar correr em direção a ela, retirando a cobertura, beijando o rosto, pedindo que ela acorde, para não me deixar, já que ainda tínhamos muito para compartilhar, momentos de felicidade para viver. Tínhamos planos, muitos deles nem sequer precisavam falar deles, já que também nos conhecíamos que já sabíamos o que o outro queria ou pensava a qualquer momento. Não falamos muito sobre ter uma família, mas tudo o que fizemos indicou nosso desejo interno de formar uma. Dói, lembrar, dói, tentar afastá-lo da minha cabeça é a pior coisa que posso fazer, porque se intensifica e o desejo de fugir, refugiando-se mais uma vez na solidão, disse, eles não vão embora. — Ok, apenas um pouco mais. — Aceitei o homem robusto e ligeiramente maluco à nossa frente. Sua pesquisa é superior aos nossos desejos, eles estão prestes a completar, eles só aguardam o mandado de prisão contra Arthur, enquanto do nosso lado, estamos em um contra-relógio devido ao transplante, também não devemos esquecer a tentativa de assassinato, que lhe dará mais tempo atrás das grades, apenas para conseguir um acordo e tudo será contra ele. No entanto, por mais que queiramos vê-lo na prisão, o transplante de Lis é a coisa mais importante, então tivemos que pedir uma espécie de vantagem, fingindo ter um mês ou mais, mas eles se recusaram, eles têm evidências sólidas contra Arthur e estamos prestes a tirar a verdade do estacionamento com manobrista, sobre quem o contratou. Por outro lado, tentamos acelerar o processo de estudo para que o transplante seja feito em breve, mas a recusa dos médicos nos deixa sem escolha a não ser esperar, apesar disso, continuaremos insistindo. Após a nossa conversa na delegacia, almoçamos e depois fomos para a escola de Lis, quando chegamos, procuramos sua sala de aula e lá, a encontramos, atrás de um pequeno púlpito e ao fundo, um sinal do Dia dos Pais. — Maldito! Serão sinais? Eu tento processar meus pensamentos. — Como hoje é o Dia dos Pais e a relação com o meu é um fracasso, hoje venho falar de alguém que em pouco tempo me fez sentir que sou seu amigo e por algumas vezes meu pai. Inicia, isso causa um nó na minha garganta e uma sensação muito estranha no meu peito. Lis, me amava e sensação maravilhosa disso e que me dava a impressão que era a minha filha de verdade. Eu sei que não é apenas orgulho, tenho certeza de que é algo além do que eu posso entender agora. — O melhor de tudo, fui buscá-la quando ela precisava de ajuda e algo muito curioso, é que foi ela que ajudou a minha mãe e eu, desde antes, ficamos muito tristes, mas a partir desse dia, tudo na nossa vida mudou. — Expressa, enquanto a emoção está incluída no meu peito. — Esse homem é chamado, David Aloque, ele é italiano e cerca de trinta e dois anos, infelizmente para muitos, ele já está noivo porque ele vai se casar com minha mãe, isso prometeu e até agora ele não perdeu as suas promessas. Ele aponta-me, fazendo com que o olhar de todos se concentre onde estou. Entre esses olhos estão os azuis de Ananda, eu continuo observando-a, não com o blush que se instala em seu rosto. Parece ainda mais bonito. — Se eles perceberam, ela é quase tão bonita como eu sou. — Solto, desencadeia o riso de todos os presentes. — O David trabalha como a minha mãe, já que como eu, ele é um filho tão bom que é responsável por gerir a empresa dos pais com a minha nova tia Ane, quem é mais velha que ele e feliz casada. — enfatiza estas últimas palavras. — Eu sou um sortudo. — diz Filipe atrás de mim e o riso reaparece. — David tem o seu próprio negócio e é sobre vinhos, a minha tia Ane, mandou-me esta garrafa vazia, já que não posso beber, não sei, ou então ela diz. — Comenta e já consigo imaginar a conversa que tiveram sobre isso. — De acordo com os comentários em sua página, é um dos melhores que as pessoas já provaram por isso, se um dia vocês forem para a Itália, então, têm que visitar e deixar onde ele produz seus melhores vinho. Eles não estão me pagando e não é publicidade também, além disso, deve ser lembrado que a venda de bebidas a menores é proibida. As negações e o riso de todos retornam devido à maneira peculiar que usam ao se expressarem. Eu sou esperta aprendi com mamãe. Como um gesto de aprovação diante de seu olhar expectante, eu levanto os dois polegares, fazendo com que o sorriso em seu rosto se alargue, enquanto lágrimas começam a fluir em minhas pálpebras. — Finalmente, David é um grande amigo, também um bom irmão, um cunhado e um tio, não nos esqueçamos que ele também é um filho, mas algo de que sou claro ... — Ela para a voz dela é difícil, enquanto a humidade passa pelas minhas bochechas, é que se há um bom pai no universo para mim, tenho a certeza que é ele. — TE AMO diz David. — Ao sair atrás do púlpito e a correr na minha direção, no meio dos aplausos das pessoas à nossa volta. Eu espero por ele de braços abertos, eu o recebo antes de levantá-lo e acariciar suas costas. — Diga que está a brincando, criatura mágica? — Pergunto, fico incrédula. — Não. — Um sorriso enorme e bonito na cara. — Eu te amo, pequena — Eu não contenho a emoção, exceto as lágrimas. — E eu para também, futuro pai… Eu continuo abraçando-o, eu apenas me agarro a ele. Penso em suas palavras e tenho certeza de que em algum momento de sua vida ele entenderá que eu não apenas trouxe felicidade às suas vidas, como ele garante, mas também deram sentido a minha. Até agora, conhecê-los tem sido um dos momentos mais importantes da minha vida. As apresentações continuam, então nos sentamos antes mesmo de pensar em sair. Nós permitimos que o evento termine e eu aproveito esta oportunidade para pedir algo incomum de Manuela. — Vou deixá-lo na casa dos avós dele. — Prometo no meio do beicinho do Lis convencer a mãe dele. — Se deseja, vou levá-la antes do jantar. — insisto e encolher os olhos. — Por favor, mamãe. — Lis Ajoelha-se e implora. — Por favor, Manuela. — Eu imito-o e bronqueio-lhe os olhos. — Está bem. — apenas aceita. — Comporte-se, Lis. — usa o nome dela, faz isso a sério e o pequena acena, enquanto recebe um beijo de seu pai. — E o meu? — descobre quando ele quer sair. — Veja você, David. — Torna-se difícil, deixa-me com um apetite intacto e batendo para provar seus lábios em uma nova oportunidade. — O que vamos fazer? — pergunta a pequena e ainda não faço ideia. Tenho a necessidade de passar tempo com ela, para encontrar uma razão que me encoraje e me faça arriscar a fazer o teste de DNA sem o consentimento de Manuela, já que não consigo descobrir ou vais pensar que sou maluco, pior, que invadi a tua privacidade e ultrapassei limites com a tua filha, que pode ser nossa. Eu devo descobrir se eu sou louco e o acidente me afetou mais do que eu penso ou aquele sentimento que acabou de tomar conta de mim em sua apresentação, é por causa disso, para o vínculo que provavelmente temos ou se é apenas o amor que eu deito para sentir por nós dois.
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